quinta-feira, 21 de maio de 2015
Drones são aparelhos simplesmente incríveis. Eles são ágeis, fáceis de controlar, estão prontos para as mais variadas funções, conseguem voar a incríveis alturas e explorar diversos lugares... Pelos 20 minutos de bateria que eles suportam. Felizmente, esses robôs têm evoluído rapidamente desde que chegaram ao mercado, e o próximo passo do processo pode muito bem ser na direção de uma maior autonomia de voo.
A solução para isso estaria em um novo sistema desenvolvido pela Horizon Unmanned Systems: um drone movido a células de combustível de hidrogênio. Segundo a empresa, a ideia surgiu ao perceberem que os drones atuais possuem uma estrutura oca. “Nós agora somos capazes de usar esse espaço para, no lugar de ar, enchê-lo com um gás útil, que é o hidrogênio”, explicou Taras Wankewycz, diretor gerente da empresa.
Com isso, a autonomia de voo de um drone poderia aumentar drasticamente. Sem peso extra algum, por exemplo, um Hycopter (um protótipo de drone apresentado pela Horizon que utiliza células de hidrogênio) é capaz de voar em torno de 4 horas com uma carga. E mesmo com até 1 kg, o aparelho ainda se mantem em voo por até duas horas e meia.
É claro que há muitos fatores a considerar aqui, no entanto, como o custo de recarga de um dispositivo que utiliza uma bateria comum e outro que utiliza tais células. Da mesma maneira, o drone da Horizon ainda está em estágio de testes e só deve ser colocado a prova no fim do ano. Ainda assim, é bom saber que os drones dos próximos anos podem ser capazes de voar por mais de meia hora (e sem precisarem de mais três horas de carga para voltarem à ativa).
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Se comportar mal na escola, burlar as regras e dar um “jeitinho” de conseguir coisas proibidas não são características valorizadas durante a nossa vida estudantil, não? Contudo, foi por conta disso que o britânico Jack Cator conseguiu criar uma empresa – a Hide My Ass – que foi vendida por 40 milhões de libras (cerca de R$ 188 milhões).
A Hide My Ass é uma pioneira em VPN – uma rede privada que permite furar alguns bloqueios e navegar anonimamente pela internet – e foi vendida para a AVG, a famosa empresa de antivírus. Contudo, Jack não teve a ideia depois de estudar na universidade. O serviço internacional surgiu por conta de uma regra de sua escola, em 2005.
Burlar uma regra escolar garantiu um negócio de quase R$ 200 milhões
A escola de Jack, em Norfolk – leste da Inglaterra –, proibia o uso da rede por alunos para acessar sites de músicas e jogos, e o estudante não gostava disso. Cator tinha 16 anos de idade na época, mas já conhecia conceitos básicos de informática, que utilizou para montar uma alternativa para poder utilizar a internet da instituição de ensino para outros propósitos.
A solução mais simples era utilizar uma VPN já existente. Entretanto, o aluno não gostou da qualidade do que encontrou pela web e decidiu tentar criar o seu próprio serviço. “Eu achei que seria engraçado furar o bloqueio da escola”, disse Jack Cator, agora com 26 anos de idade e multimilionário.
Tudo o que ele precisou foi de um computador e uma tarde no sofá de seus pais para criar o cômico Hide My Ass – “Esconda o meu Traseiro” –, o seu próprio site de VPN, em que, durante dez anos, ele foi o primeiro e o único chefe.
Sucesso muito além do esperado
O que o estudante de 16 anos não esperava era que sua solução relativamente simples faria um sucesso absurdo em pouquíssimo tempo. Ele já conhecia sobre formas de fazer dinheiro na internet e as utilizou para promover seu novo serviço, como comentar sobre ele em fóruns e outros sites.
A Hide My Ass conseguiu lucros com uma forma de negócio chamada de “mercado de afiliados”. De uma maneira resumida, Jack ganhava dinheiro toda vez que um usuário comprava algo através da VPN, como uma forma de comissão.
Em menos de um mês, o Hide My Ass já tinha centenas de milhares de usuários e já arrecadava uma quantia de 15 mil libras por ano (cerca de R$ 70 mil). “Eu me surpreendi como se espalhou tão rápido. Eu nunca fiz um plano de negócios ou algo do tipo”, alegou Cator.
“Eu fiz tudo em uma tarde. Mas, se as pessoas acham que é uma boa causa, vão compartilhá-lo”, disse Jack. A empresa se tornou uma das maiores do mundo inteiro quando o assunto é VPN, sem precisar de nenhum investidor externo.
Seguindo a carreira promissora
Depois de arrecadar uma grana, Jack Cator investiu na faculdade de informática, mas a largou em 2009 para se dedicar ao Hide My Ass. No mesmo período, ele criou uma versão paga para a VPN, que agrega mais de 200 mil pessoas hoje, além das mais de 2 milhões que utilizam a versão gratuita.
Para continuar o crescimento da empresa, o fundador precisou contratar alguns funcionários, mas optou por um regime diferente. Jack vasculhou na internet para encontrar pessoas que trabalhassem com um modelo de freelance para contribuir no site. Portanto, ele tinha funcionários na Ucrânia e na Sérvia, sendo que nunca os havia visto pessoalmente.
“Uma das coisas que me arrependo é de não ter aberto um escritório físico e tornado o Hide My Ass de fato uma empresa antes”, segundo Jack Cator, que percebeu as limitações deste sistema.
“Quando você cresce rapidamente, contratar pessoas de fora não é o ideal por conta de problemas de confiança. Em certo momento, eu tinha pessoas trabalhando para mim de até oito países diferentes, e você realmente não as conhece”, desabafa o CEO da Hide My Ass.
A gota d’água foi quando um dos freelancers quis criar uma companhia rival. Foi aí que Jack resolveu trazer todos os seus funcionários para o mesmo local físico, em Londres, com filiais em Kiev e Belgrado. A empresa tem quase 100 funcionários hoje, número que deve aumentar ainda mais nos próximos anos com a compra da AVG.
Empresas de VPN: bom ou ruim?
Uma das vantagens de se navegar através de uma VPN é a possibilidade de furar bloqueios como os que certos países impõem sobre a internet nacional, bloqueando muito conteúdo exterior. Além disso, quando você navega anonimamente, se protege também contra hackers e outras pessoas com má intenção.
Contudo, há um lado ruim também. Da mesma maneira que ela pode protegê-lo contra hackers, a VPN também pode mascarar atividades ilegais de outras pessoas. Jack defende que a empresa dele não beneficia essas atividades mais do que outras, sendo apenas algo que não pode ser controlado.
Com a visão de crescimento no horizonte por conta da compra pelo AVG, o fundador diz que o nome jocoso foi um excelente aliado para o sucesso. “Assim que as pessoas ouvem, não esquecem mais”, alega Cator.
Para quem está contando as horas até a próxima quinta-feira (21) – quando finalmente ficaremos sabendo mais sobre o mais novo capítulo da franquia Need for Speed –, a hora é de ficar ainda mais ansioso. Isso porque a EA resolveu testar o coração dos aficionados pela série de corrida com uma nova postagem feita pela empresa em suas redes sociais. No Twitter e no Facebook, os perfis do game publicaram uma bela – ainda que misteriosa –imagem junto da frase “Are you ready for the next chapter?” (“Você está preparado para o novo capítulo?”).
Apesar de só revelar um pedacinho do automóvel, o carro exibido nessa espécie de teaser parece ser bastante semelhante ao que foi desvendado pelos fãs na imagem divulgada pela empresa na última segunda-feira (18). Para os jogadores de longa data, porém, a mensagem da EA e o arquivo compartilhado podem adquirir significados ainda mais profundos. Se você prestar atenção na cor do veículo, no ângulo da screenshot e, especificamente, no close na roda, é possível associar esses elementos à arte da capa de Need for Speed Underground 2.
Todas essas pistas, somadas ao que foi divulgado anteriormente na primeira notícia sobre o assunto, deixam ainda mais quente a possibilidade de vermos uma continuação da série Underground em breve. Além disso, a Gamespot levantou o fato de o pneu do carro conter a palavra “Speedhunters”, que é exatamente o nome da comunidade de amantes de automóveis – e de velocidade – criada pela Electronic Arts. Isso deixa no ar se o grupo fará parte do jogo de alguma maneira ou se seu sistema online poderá ser integrado ao novo título da franquia.
O futuro integrante da família Need for Speed, em desenvolvimento pelo estúdio sueco Ghost Games, será apresentado oficialmente amanhã e você vai poder conferir todas as informações sobre o game aqui no BJ. Em tempo, a imagem no topo da matéria não é do novo NFS, mas, sim, de Underground 2 – para dar uma força ao saudosismo.
Via BJ
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Você possivelmente já leu algo sobre os drives de estado sólido, não é mesmo? Sob a sigla SSD (Solid State Drive, em inglês), estes equipamentos surgiram como uma opção mais segura e veloz para os discos rígidos comuns — que contam com partes mecânicas e apresentam mais problemas relacionados à movimentação — e têm ganhado bastante espaço no mercado nestes últimos anos.
Mas, antes de instalar e configurar o SSD, é preciso saber que existem diferenças entre eles e os HDs com os quais já estamos acostumados. Por causa disso, algumas ações não devem ser tomadas com os aparelhos — para aumentar o tempo de vida útil deles e evitar que exista qualquer problema. Ficou curioso? Então confira agora mesmo o que você não deve fazer com um SSD em seu PC.
1. Desfragmentação
Uma das principais diferenças entre os HDs e o SSDs está no modo como os dados são gravados. Enquanto os discos rígidos utilizam pequenas estruturas magnéticas para informar o valor de cada informação, nos drives sólidos isso acontece de uma maneira eletrônica — conseguida graças à energia elétrica armazenada ali. E é por causa disso que desfragmentar um SSD pode ser uma péssima ideia.
Esse método de gravação faz com que os SSDs tenham um número de gravações mais limitado do que acontece nos discos rígidos. Desfragmentar um disco significa realocar arquivos e fazer com que a porção de armazenamento dele seja otimizada — o que resulta em um grande consumo de espaço durante o período da desfragmentação. Ou seja: o processo pode reduzir a vida útil dos equipamentos.
Não bastasse isso, também vale dizer que a desfragmentação é um processo inútil nos computadores com SSD. Isso porque ela foi criada para reagrupar dados espalhados em discos rígidos, para facilitar a leitura em equipamentos desse tipo. Como o SSD não utiliza leitores mecânicos — e sim processos elétricos —, a informação pode ser acessada de qualquer lugar com a mesma rapidez.
2. Limpar áreas vazias
Por muito tempo, consumidores costumaram utilizar ferramentas para “apagar áreas vazias” do disco rígido. Isso permitia que as unidades ganhassem um pouco mais de espaço e ainda evitava que os dados pudessem ser recuperados após a exclusão de arquivos. Mas os sistemas operacionais mais recentes — Windows 7 e superiores, Mac OS X 10.6 e superiores ou Linux baseado em Kernels lançados depois de 2012 — são habilitados com o TRIM.
Isto é uma “notificação do sistema para o SSD para informar que determinados arquivos foram removidos e que os blocos, onde eles estavam armazenados, devem passar por um processo de limpeza para que novos dados sejam gravados”. Esta função faz com que os arquivos deletados do computador sejam realmente excluídos — não ficando disponíveis para restauração com o uso de aplicativos especializados.
Isso tudo significa que “limpar áreas vazias” em um sistema moderno e que utilize SSDs acaba sendo um esforço completamente desnecessário. Além de gastar um tempo sem fins realmente efetivos, o processo ainda pode desgastar o SSD com uma sobrecarga de informações — que também pode causar uma redução na vida útil do dispositivo.
Verifique se o TRIM está ativo
É possível que o seu computador não possua o TRIM ativado por padrão. Para verificar isso você pode usar softwares como o TrimCheck ou então seguir alguns rápidos passos:
- 1) Pressione as teclas Window + R e digite na caixa de diálogo “cmd.exe”;
- 2) No prompt de comando, digite o seguinte: "fsutil behavior query DisableDeleteNotify"
- 3) Se o sistema retornar o valor “0”, então você está com o TRIM ativado;
- 4) Caso apareça o valor “1”, você deve digitar o seguinte para habilitar o TRIM: "fsutil behavior set disabledeletenotify 0"
3. Formatação completa
Assim como no caso anterior, aqui trazemos um exemplo de processo desnecessário para os computadores com SSD. Formatar completamente um drive de estado sólido não é uma tarefa muito interessante e isso se aplica por várias razões. Primeiro: apagar arquivos com o modo TRIM faz com que eles sejam realmente excluídos definitivamente. Segundo: isso não fará com que seu computador fique mais veloz. Sem falar que a ação ainda joga fora alguns ciclos de reescritas do dispositivo.
4. Usar Windows XP ou Vista
O Windows XP e o Windows Vista são sistemas operacionais que não possuem suporte para o TRIM. Isso significa que arquivos apagados permanecem disponíveis para a recuperação por meio de aplicativos especializados. Mais do que isso, também existe o fato de que sistemas sem TRIM acabam gerando bastante lentidão após algum tempo de uso.
Em resumo: com o passar do tempo, seu SSD passará a demorar muito para conseguir terminar a escrita de um arquivo. É claro que não é o fim do mundo usar esses outros sistemas operacionais, mas é importante usar alguns softwares de otimização criados pelas próprias fabricantes de drives — evitando problemas relacionados às já mencionadas sobreescritas.
Atenção: não é interessante usar ferramentas alternativas de manutenção, pois isso pode prejudicar ainda mais o desempenho — opte sempre pelas oficiais das fabricantes. O drive de estado sólido sabe gerenciar os dados e cuidar de sua Garbage Collection — um sistema automatizado do gerenciamento da memória disponível — , sendo que a interação do usuário apenas vai prejudicar as configurações determinadas no firmware do componente.
5. Usar toda a capacidade
Essa lição já foi ensinada pelos HDs comuns em outros momentos — quem usa os PCs há mais tempo deve se lembrar do quanto era difícil reservar espaço em computadores que tinham menos de 1 GB para o armazenamento —, mas precisa ser relembrada. É essencial que você nunca preencha toda a capacidade do seu SSD, sempre deixando um espaço de sobra na unidade.
Isso se deve ao fato de que novos arquivos e carregamentos exigem espaço livre para que funcionem corretamente. Logo, sem ele o seu sistema ficará muito lento e apresentando falhas constantes. O site AnandTech afirma que pelo menos 25% do espaço total devem ser mantidos livres para evitar problemas — algo parecido com o que era indicado para os HDs comuns.
6. Realizar escritas constantes
Essa dica é bem importante, mas deve ser melhor aproveitada somente por quem utiliza SSDs em conjunto com HDs comuns. Um dos métodos mais eficientes de fazer com que a vida útil dos drives de estado sólido seja prolongada está em evitar as escritas nele. Ou seja, fazer com que menos arquivos sejam gravados nos drives e os mantendo como unidades de leitura.
As recomendações mais comuns são de que o SSD deve ser usado para a gravação dos arquivos de sistema operacional, softwares, jogos e outros dados que precisam ser acessados frequentemente e com rapidez. Em resumo: grave os arquivos que precisam ser acessados para que a sua utilização se torne mais confortável.
Ao mesmo tempo, não é indicado armazenar arquivos de mídia nos SSDs — uma vez que o espaço seria desperdiçado e o carregamento deles pode ser feito a partir de um HD sem qualquer problema ou lentidão. Ou seja... Nada de salvar o seu filme favorito em 4K nos drives de estado sólido.
Evite arquivos de paginação
Quando a sua memória RAM está toda ocupada, o Windows utiliza um setor do seu HD para fazer com que mais aplicativos e processos possam ser carregados ou mantidos. O problema é que se estivermos falando sobre um computador com SSD, esse setor de memória será sobreescrito com muita frequência e causará danos à estabilidade e à vida útil do equipamento.
Ou seja... Desative a opção de paginação nas configurações do sistema operacional — ou use um disco rígido comum para isso. Se você só possui um SSD, recomenda-se que sua máquina tenha pelo menos 8 GB de RAM para que o sistema não exija a paginação da memória virtual.
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Você conhecia essas recomendações? É claro que, se você optar por não segui-las, conseguirá usar o seu computador normalmente — afinal de contas, ele não vai explodir por causa disso. Mesmo assim, vale a pena ficar ligado em tudo isso para fazer com que os seus equipamentos possam ser usados por mais tempo e sem apresentar falhas.
Ha um bom tempo, o site Tecmundo criou um artigo indagando se os discos rígidos (HDs) teriam seu destino comprometido devido à chegada dos drives de estado sólido (SSDs).
Agora, temos a certeza de que o SSD — mesmo estando mais acessível — não matou a tradicional tecnologia dos drives mecânicos, mas dá para dizer que ele está se popularizando aos poucos.
Os componentes de estado sólido com grandes capacidades de armazenamento ainda não têm preços convincentes (principalmente no Brasil), mas muitos usuários estão optando por modelos mais modestos para instalar o sistema e executar games.
Há também algumas pessoas que estão optando por modelos híbridos, que trazem uma memória cache de estado sólido que garante um bom ganho em desempenho. Seja qual for o caso, existem diversos pormenores a serem observados na hora da compra de um SSD.
Além disso, é preciso realizar algumas configurações na sua máquina para obter o máximo desempenho do componente. Pensando nisso, resolvemos trazer uma série de dicas para você aproveitar ainda mais seu drive de estado sólido no Windows 8. A maioria das dicas aqui apresentadas devem funcionar perfeitamente no Windows 7.
1) SATA 1, SATA 2 ou SATA 3
A primeira coisa que você deve verificar é o tipo do padrão SATA do seu computador. De nada adianta você adquirir um SSD moderno com uma incrível velocidade de escrita e leitura, se a sua placa-mãe não conta com os recursos necessários para garantir que a transferência de dados ocorra da melhor forma.
Assim, a primeira coisa que você deve fazer é conferir se a placa-mãe é do tipo SATA 1, SATA 2 ou SATA 3. Como fazer isso? Não existem diferenças físicas que possibilitem essa distinção de um padrão para outro, portanto não adianta abrir o gabinete, pois os conectores na placa não vão dizer nada.
Todavia, algumas placas trazem essa informação impressa no próprio chassi. É claro que você pode evitar um trabalho desnecessário se tiver o manual da placa-mãe ou o modelo (com essa informação, basta buscar no Google e descobrir qual o padrão SATA).
Saber isso não é tão relevante na hora da compra de um SSD, visto que o mais recomendado é sempre comprar um componente compatível com o padrão mais recente. É provável que você nem consiga encontrar mais SSDs do tipo SATA 1.
Também é interessante pensar que, às vezes, não compensa adquirir um drive do padrão SATA 2, visto que ele não vai oferecer benefícios a longo prazo. Calma, você não perdeu tempo ao buscar essa informação sobre sua placa-mãe.
É recomendado saber esse tipo de detalhe para ter uma noção sobre o limite de transferência de dados do seu computador e, assim, não acabar passando raiva ao perceber que seu SSD do tipo SATA 3 está trabalhando como se fosse um SATA 2.
2) Qual é o tipo de unidade de armazenamento?
Bom, depois que você já sabe o padrão SATA do seu PC, é preciso pensar em qual tipo de drive vai adquirir. Além do clássico SSD, você pode encontrar dispositivos do tipo SSHD (um híbrido que combina a tecnologia do HD com a do SSD).
O SSD comum é o mais caro de todos, mas também é um drive que vai garantir o melhor desempenho em todas as situações. Esses componentes trazem apenas chips de memória flash, o que garante as mais altas taxas de transferência de dados em quaisquer situações. É uma boa ideia associar um SSD de 128 GB para armazenar jogos e o sistema, por exemplo, com um disco rígido de 1 TB para guardar seus arquivos pessoais.
O SSD híbrido é, basicamente, um disco rígido combinado com módulos de memórias flash. Há um grande disco para armazenar as principais informações, e uma pequena porção de memória flash para salvar apenas os arquivos mais importantes que ajudam na inicialização do sistema e dos softwares.
Esses componentes geralmente costumam ser mais rápidos do que os discos rígidos, mas não são os mais recomendados para quem pretende ter um ganho significativo de desempenho. O SSHD é uma boa solução por ser mais barato, mas certamente não é a melhor ideia para quem joga muito ou trabalha com softwares que exigem muito do drive de armazenamento.
3) Devo reinstalar o sistema?
Se você está migrando de um disco rígido para um drive de estado sólido, existe alguma chance que você fique com preguiça de instalar o sistema operacional do zero e tenha a brilhante ideia de continuar usando o Windows no seu HD.
Nossa recomendação para quem está migrando para um SSD é sempre reinstalar o sistema e todos os drivers para que seja possível atingir o melhor desempenho possível. Não adianta nada adquirir um componente desse tipo e continuar patinando com um HD.
4) Configure o AHCI
A tecnologia AHCI (Advanced Host Controller Interface) foi criada pela Intel para garantir o aproveitamento de todos os recursos das unidades que trabalham com o barramento SATA. Ela está presente na maioria das placas-mãe mais modernas, sendo que normalmente é uma opção que já vem ativada por padrão na BIOS.
Ao ter esse recurso ativado e devidamente operante, você poderá ter um ganho de 10 ou 15% de desempenho. Para poder usar o AHCI, você vai precisar de um driver especial. Geralmente, é interessante instalá-lo junto ao sistema operacional (com o uso de um pendrive, você pode inserir o driver e habilitar a configuração já na instalação do Windows).
Caso você já tenha instalado o sistema operacional, mas não tenha fornecido o driver no momento apropriado, o Windows deve ter usado um driver genérico. De qualquer forma, você pode instalar outro driver se desejar. Às vezes, o software fornecido pela fabricante da placa-mãe pode garantir melhores resultados.
Para conferir qual driver está instalado e realizar atualizações, você pode acessar o “Gerenciador de Dispositivos” do computador e encontrar os controladores IDE/ATA ATAPI. Clique com o botão direito sobre eles e abra as “Propriedades”. Haverá informações sobre a versão do driver e outros detalhes.
5) Verifique se os drivers estão atualizados
Manter os drivers do seu computador sempre atualizados é algo fundamental para que o sistema rode com o melhor desempenho possível e não apresente falhas. Normalmente, ao instalar o Windows com os drivers básicos, não costumamos estar conectados à internet e acabamos usando uma versão genérica de driver para o SSD.
O Windows 8 costuma atualizar todos os drivers sozinho, mas pode ser que o software apropriado para o seu drive de estado sólido não tenha sido baixado pelo sistema da Microsoft. Nesses casos, você pode acessar o “Gerenciador de Dispositivos” e verificar tanto nas propriedades do SSD quanto nas do Controlador AHCI se as versões mais recentes dos drivers estão instaladas.
É claro que você precisará verificar no site da sua placa-mãe e da marca do seu SSD qual é o driver mais recomendado e a versão mais recente. Atualizar o driver é moleza e pode lhe garantir um bom ganho na velocidade de escrita e leitura dos dados.
6) Configure o computador para “Alto Desempenho”
Esta é uma configuração bem simples que normalmente não é modificada, visto que as pessoas não suspeitam que as “Configurações de Energia” possam impactar diretamente no desempenho da máquina. Bom, a verdade é que o PC pode sim limitar a performance dos dispositivos de armazenamentos para economizar energia.
Para configurar essas opções, você deve abrir o Menu Iniciar e abrir o item “Opções de Energia” (basta digitar essas palavras diretamente no menu para que o Windows efetue a busca). Geralmente, o Windows define o modo “Equilibrado” como padrão. Todavia, nossa recomendação é que você ative o modo “Alto desempenho”.
Depois, clique em “Alterar configurações do plano” e, em seguida, “Alterar configurações de energia avançadas”. Agora, abra a opção “Disco rígido” e defina o tempo de desligamento para “Nunca”. Pronto, agora o Windows não deixará a unidade de armazenamento descansar, o que significa que ele ficará sempre ativo e pronto para o trabalho. Vale ressaltar que essa configuração diminui a vida útil do componente.
7) Desative a proteção do Sistema
A proteção do Sistema é muito útil em casos de emergência. É graças a esse recurso que o Windows efetua backups automáticos e cria pontos de restauração para que você possa recuperar o conteúdo da sua máquina quando algum erro grave acontece.
Apesar de ter sua utilidade, essa configuração consome muitos recursos do computador, causando grande impacto negativo no desempenho geral. Desabilitá-la garante um ganho significativo em performance, mas é claro que você acaba ficando vulnerável em algumas situações.
Essa mudança pode ser importante principalmente para evitar que escritas desnecessárias sejam realizadas na memória flash do SSD. Claro, se você não se sentir seguro e optar por manter a proteção ativa, não precisa desabilitar essa configuração.
1) Use o atalho Window + Pause/Break e clique no item “Proteção do Sistema” (que fica ao lado esquerdo da janela);
2) Depois, clique em “Configurar”;
3) Marque a opção “Desativar a proteção do sistema” e exclua os dados temporários;
4) Clique em “Aplicar”, confirme a mensagem do Windows e feche a janela.
8) O arquivo de paginação pode ser desabilitado
O arquivo de paginação foi criado para garantir que as antigas versões do Windows pudessem ter um espaço adicional para guardar arquivos temporários que não cabiam na memória RAM. Agora, que os computadores já trazem configurações de hardware aprimoradas, manter essa opção ativa apenas vai deixar o seu sistema mais lento.
Se o seu computador tem 4 GB de memória RAM (ou mais) e se você está usando um drive de estado sólido, desligar essa opção deve resultar em um ganho de desempenho incrível. Normalmente, você não deve ter problemas por falta de memória, mas se você costuma manter usar muitos softwares, então o desligamento dessa função pode resultar em erros.
De qualquer forma, assim como todas as sugestões deste artigo, quaisquer configurações podem ser revertidas. Vale você sempre testar e experimentar para conferir se o ganho de performance vale a pena e se não aparece nenhum erro.
Bom, para realizar esse procedimento, faça o seguinte:
1) Use o atalho Window + Pause/Break e clique no item “Configurações Avançadas do Sistema” (que fica ao lado esquerdo da janela);
2) Depois, acesse a aba “Avançado” e entre em “Configurações” na seção “Desempenho”;
3) Abra a aba “Avançado” e clique em “Alterar...” no campo “Memória Virtual”;
4) Desmarque a caixa “Gerenciar automaticamente o tamanho do arquivo de paginação de todas as unidades”;
5) Selecione o SSD, marque a opção “Sem arquivo de paginação” e pressione o botão “Definir”.
9) O serviço de Busca do Windows pode ser um problema
O sistema de busca do Windows melhorou muito nos últimos anos, mas ele também aumentou consideravelmente o uso do dispositivo de armazenamento. Para agilizar as pesquisas, o sistema cria um índice com as informações necessárias para que todos os arquivos fiquem acessíveis rapidamente. Isso é bom, mas pode impactar no desempenho geral e reduzir a vida útil do SSD, visto que muitos dados serão gravados.
É importante ressaltar que ao desabilitar esse serviço, você não vai desativar a busca (fique tranquilo, ainda será possível realizar pesquisas normalmente), mas apenas a configuração de indexação da Busca. Para realizar essa alteração, você vai precisar alterar os serviços do sistema, veja como:
1) Pressione as teclas Window + R e digite na caixa de diálogo “services.msc”;
2) Role a tela até encontrar o item “Windows Search”;
3) Clique em “Parar” para que o serviço seja interrompido;
4) Agora, na área “Tipo de inicialização” escolha a opção “Desativado”;
5) Clique em “Aplicar” e feche a janela.
10) A indexação de conteúdo deixa o PC lento
Desativar a Busca do Windows não é suficiente para que o sistema de indexação seja interrompido, pois o sistema tem outra configuração que força a adição dos arquivos a um índice. Você não precisa mais dessa configuração, portanto efetue o seguinte procedimento para melhorar ainda mais o desempenho:
1) Abra o “Meu Computador”;
2) Clique com o botão direito sobre a unidade desejada e escolha “Propriedades”;
3) Desmarque a caixa “Permitir que os arquivos desta unidade tenham o conteúdo indexado junto com as propriedades do arquivo”;
4) Aplique as opções e feche a janela.
11) Desabilite a gravação em cache do dispositivo
O Windows relata que existe uma melhoria de desempenho com essa opção habilitada, mas a verdade é que tudo depende do SSD que você utiliza. Há modelos que funcionam melhor com essa configuração, outros podem apresentar melhores resultados com ela desabilitada.
Assim, a melhor forma de você saber se ela deve ser desabilitada é realizar um teste. Vale ressaltar que ao deixar tal configuração habilitada, pode ser que alguns dados sejam perdidos ou corrompidos caso haja mau funcionamento do computador ou falta de energia. Veja como desabilitar:
1) Abra o “Gerenciador de Dispositivos”;
2) Clique com o botão direito sobre o seu SSD e entre nas “Propriedades”;
3) Vá na aba “Políticas” e desmarque a caixa “Habilitar gravação em cache no dispositivo”;
4) Clique em OK para fechar a janela.
12) Desative o superfetch
Ao longo dos anos, a Microsoft bolou muitas maneiras de acelerar o desempenho do sistema. Várias configurações surgiram em decorrência de novas tecnologias que apareceram, mas a verdade é que nem todas elas são benéficas.
O superfetch, por exemplo, é um recurso que apareceu lá no Windows Vista. A função dele é garantir o melhor gerenciamento da memória do sistema para oferecer uma atividade mais suave do sistema.
A verdade é que com o uso de um SSD, você deve ter melhores resultados com o superfetch desabilitado. Aprenda a desabilitar e veja se o seu sistema fica um pouco mais rápido:
1) Pressione as teclas Window + R e digite na caixa de diálogo “services.msc”;
2) Role a tela até encontrar o item “Propriedades do Superfetch”;
3) Clique em “Parar” para que o serviço seja interrompido;
4) Agora, na área “Tipo de inicialização” escolha a opção “Desativado”;
5) Clique em “Aplicar” e feche a janela.
13) Verifique se o TRIM está funcionando
O TRIM, para você que não sabe, é uma notificação do sistema para o SSD para informar que determinados arquivos foram removidos e que os blocos, onde eles estavam armazenados, devem passar por um processo de limpeza para que novos dados sejam gravados.
Se essa opção estiver desabilitada, seu computador vai funcionar normalmente, mas vai demorar muito mais para limpar os blocos, o que causa lentidão no sistema. Veja como você pode conferir esse recurso e ativá-lo se necessário:
1) Pressione as teclas Window + R e digite na caixa de diálogo “cmd.exe”;
2) No prompt de comando, digite o seguinte:
fsutil behavior query DisableDeleteNotify
3) Se o sistema retornar o valor “0”, então você está com o TRIM ativado;
4) Caso apareça o valor “1”, você deve digitar o seguinte para habilitar o TRIM:
fsutil behavior set disabledeletenotify 0
14) Desligue a hibernação
Para finalizar nossas configurações, resta apenas conferir se o computador está preparado para hibernar. É importante manter a hibernação desativada, pois ela consome um bocado de espaço e não oferece tantos benefícios, considerando que o SSD pode inicializar o Windows em apenas 5 ou 10 segundos. Veja como proceder:
1) Vá até o Menu Iniciar e digite “Prompt de Comando”;
2) Clique com o botão direito sobre o ícone do programa e escolha “Executar como Administrador”;
3) No prompt de comando, digite o seguinte:
powercfg -h off
Pronto! Agora, seu sistema não vai mais hibernar e uma boa quantidade de espaço será poupado.
Qual será o ganho de desempenho?
Como você pode ver, há muitas configurações que podem resultar em melhorias significativas para a performance do seu computador e do SSD. Entretanto, não há como dizer o quanto sua máquina ficará mais rápida. Em alguns casos, pode ser que os apps e o sistema carreguem na metade do tempo, em outros o impacto pode ser insignificante.
De qualquer forma, é importante testar cada uma dessas dicas e tentar deixar o PC mais rápido, afinal, de nada adianta manter essas opções executando se elas vão acabar atrapalhando no desempenho do computador.
O Windows 8 tem outros recursos escondidos, mas acreditamos que esses citados em nosso artigo já devem dar uma boa ajuda. É claro que você sempre pode colaborar com suas dicas, portanto aproveite a seção de comentários para compartilhar suas experiências.
Você já deve saber que os drives de estado sólido (SSD) possuem um tempo de vida útil limitado, de acordo com a quantidade de informações que são armazenadas em cada unidade. Em alguns casos eles podem ser usados por vários e vários anos, mas há alguns consumidores que podem encontrar falhas nos equipamentos em menos tempo.
Isso tudo acontece porque as memórias Flash utilizadas perdem a capacidade de salvar dados depois de uma grande quantidade deles ter sido acionada. Mas quantos TB de informações podem ser salvos em um SSD antes que ele sucumba às limitações da memória? O site TechReport fez a análise com vários SSDs para responder a essas perguntas para nós. São eles: Corsair Neutron GTX 240GB, Intel 335 Series 240GB, Samsung 840 Series 250GB, Samsung 840 Pro 256GB e dois Kingston HyperX 3K 240GB.
Os primeiros a serem eliminados do combate por apresentarem falhas críticas foram o Intel 335 Series e um dos dois Kingston HyperX 3K 240GB. Ambos tiveram esse problema pouco após ultrapassarem a marca dos 700 TB de informações e pararam de operar totalmente pouco depois. O primeiro (Intel) falhou totalmente aos 750 TB, enquanto o segundo (Kingston) aos 728 TB.
Na outra ponta do ranking, os aparelhos que mais foram longe foram o Corsair Neutron GTX, o Samsung 840 Pro e o outro Kingston HyperX 3K 240GB — desta vez com dados compressíveis. Todos eles passaram da marca de 1 Petabyte sem apresentar nenhuma falha, o que é ótimo para qualquer consumidor que optar por comprar esses equipamentos.
WhatsApp... Este nome já não é novidade para ninguém, pois se trata de um dos aplicativos mais utilizados em todo o mundo — sendo sucesso absoluto também nos smartphones brasileiros, independente do sistema operacional utilizado. Mas é claro que você deve saber que ele é também um dos aplicativos que mais chama a atenção dos curiosos de plantão, não é mesmo?
Felizmente, existem muitas formas de fazer com que bisbilhoteiros fiquem distantes de todas as informações trocadas no seu WhatsApp. Pois é, com alguns rápidos passos é possível fazer com que a privacidade do WhatsApp seja aumentada em muitos níveis. Está curioso para saber como? Então confira nossas dicas agora mesmo e torne seu aparelho imune aos olhos dos enxeridos.
1. Esconda as fotos da galeria
Se você participa de grupos no mensageiro, certamente não quer que ninguém saiba o que se passa na sua galeria de imagens, não é mesmo? Pois é muito fácil fazer com que os arquivos salvos no smartphone fiquem invisíveis para os olhos dos amigos que estão por perto — ou mesmo que estejam usando o seu aparelho por qualquer que seja a razão. E isso pode ser feito em qualquer aparelho Android.
Tudo o que você precisa fazer é acessar a pasta de imagens do WhatsApp e criar um arquivo com qualquer nome e que esteja com a extensão “.nomedia” — “galeria.nomedia”, por exemplo. Isso pode ser feito por meio de um computador ou mesmo pelo smartphone, desde que você possua algum gerenciador de arquivos instalado, como o ASTRO ou o ES File Manager.
De qualquer modo, você só precisará localizar o diretório correto. Para isso, acesse a raiz do aparelho e navegue até “WhatsApp\Media\WhatsApp Images”. Caso você tenha um cartão de memória externa em seu dispositivo, é possível que o processo deva ser repetido nos dois diretórios existentes — um da memória interna e outro no cartão.
2. Bloqueie o WhatsApp com padrões
O WhatsApp não possui um sistema de bloqueio autônomo. Isso significa que, assim que os aparelhos têm a tela desbloqueada, qualquer pessoa pode ver tudo o que se passa no mensageiro instantâneo. Mas existem alguns aplicativos de terceiros — como visto aqui — que fazem um trabalho bem interessante, adicionando uma camada extra de proteção para o programa de conversas.
Um bom exemplo disponível atualmente é o “Bloquear Whats Messenger”, que permite a criação de senhas adicionais para a utilização de qualquer aplicativo — o que inclui o WhatsApp, é claro. Depois de instalar este app e habilitar a proteção, você precisará sempre inserir os códigos para que seja possível ter acesso às conversas e aos grupos criados no WhatsApp.
3. Esconda sua foto de perfil
Se alguém adicionar o seu telefone por engano na lista de contatos, poderá ver sua foto de perfil no WhatsApp sem qualquer dificuldade. Mas existe um modo muito simples de esconder essa informação de pessoas não autorizadas, garantindo que sua privacidade seja garantida facilmente — afinal de contas, você não quer que estranhos tenham acesso às suas imagens, não é mesmo?
Impedir a visualização disso é bem simples. Tudo o que você precisa fazer é acessar as configurações do aplicativo e então escolher “Conta > Privacidade”. Após isso pressione a opção “Foto do perfil” e escolha quem pode visualizar a sua imagem. Além de “Todos”, também existe a opção “Meus contatos” (ficando disponível apenas para quem está na sua lista) e “Nenhum” (que bloqueia a fotografia para qualquer pessoa).
4. Envie suas conversas por email
O WhatsApp realiza backups automáticos das suas conversas, mas isso acontece localmente — no seu próprio aparelho. Para fazer com que algumas delas possam ser salvas com mais segurança, você pode fazer o envio delas para o seu próprio email. Isso permite ainda que as conversas sejam apagadas do smartphone e não sejam acessadas por alguém que teve acesso a ele.
Há dois modos de fazer isso. Um deles é por meio do caminho “Configurações > Opções de conversa > Enviar conversa por email”, mas também é possível apenas manter o ícone de conversa pressionado e então escolher a opção “Enviar por email”. Depois disso você será questionado acerca da anexação de mídias e o backup será realizado rapidamente.
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Você já conhecia todas essas formas de aumentar a privacidade do WhatsApp no seu smartphone? Com essas dicas, você certamente está mais seguro ao usar o aplicativo e também ficará mais longe dos olhos dos bisbilhoteiros de plantão. Será que existe mais alguma forma de fazer com que o aplicativo fique imune a eles?
Por mais novo que seja seu computador, ele não opera com o máximo de potência. São vários os obstáculos nesse caminho, como a falta de programas essenciais para um bom funcionamento ou configurações que limitam o desempenho da máquina.
A boa notícia? Uma grande parte dessas limitações pode ser driblada. Além disso, a maioria dessas travas do Windows não é necessariamente parte do sistema em si, mas é resultado da forma com que o usuário utiliza o computador.
Existem algumas coisas em que se deve prestar atenção quando queremos melhorar o desempenho da máquina, principalmente para reduzir o risco de ataques, invasões e vírus, e deixar o computador mais leve para rodar os processos principais.
Por que melhorar o desempenho da máquina
Por mais lenta que a máquina fique após tudo isso, ter um bom sistema de segurança é essencial. Por isso, é importante deixá-la em ordem, para que esses recursos não atrapalhem seu desempenho e deixem tudo em condições para rodar os programas.
Configurações gerais do Windows 7
Grande parte do processo de melhoria do computador com o Windows 7 é feito ao ajustar alguns itens gerais de configuração. O sistema operacional permite adaptações tanto para facilitar o uso quanto para deixar o computador mais rápido. É possível mexer em muita coisa no computador sem precisar de novas instalações.
msconfig
Existe um programa de configuração geral do sistema chamado msconfig. Para encontrá-lo, procure por “msconfig” no Menu Iniciar, como na imagem abaixo.
Com essa ferramenta, você configura os processos de inicialização do Windows e os programas que se iniciam automaticamente ao ligar o computador. Aqui, você deve eliminar a maior quantidade de processos possíveis. Deixe somente os essenciais, como os drivers das placas de vídeo e som e os aplicativos de segurança, como antivírus, anti-spywares e firewalls.
Mas tome cuidado, pois se você não conhece um determinado processo, talvez ele seja essencial. Só o desabilite caso você realmente tenha certeza de que não precisa dele.
Área de Trabalho
Ter vários ícones na Área de trabalho é uma boa ideia para agilizar e facilitar o acesso a programas e pastas. O problema é que cada item, seja ele um programa, um documento ou um link, pede um tempo e uma capacidade de processamento para carregar. E cada vez que você acessa seu desktop, mais processos precisam ser rodados.
Além disso, devido ao recurso Aero do Windows 7, parte desse processamento fica guardado na memória de trabalho do computador. Portanto, tente manter o mínimo de ícones e itens por lá. Faça limpezas no desktop semanal ou mensalmente e deixe por lá somente arquivos e programas que realmente demandem acesso rápido. Os outros podem ficar no Menu Iniciar ou na Barra de tarefas.
Fixar ícones no Menu Iniciar e na Barra de Tarefas
Até o Windows Vista, existia a possibilidade de se ter ícones em uma barra de inicialização rápida, em uma breve barra de atalhos mais utilizados. O Windows 7 elimina a necessidade dessa barra, pois todos os programas se apresentam como ícones, ocupando bem menos espaço.
Ao mesmo tempo, o Windows permite fixar ícones dos programas na Barra de tarefas, servindo quase como a antiga barra de inicialização rápida. O processo é muito fácil: basta clicar com o botão direito do mouse sobre o ícone a ser fixado e escolher “Fixar este programa na Barra de tarefas”.
Caso você queira retirar o programa da Barra, é só fazer a mesma coisa e escolher “Desfixar este programa da Barra de tarefas”.
O mesmo pode ser feito no Menu Iniciar. Ele mostra os últimos programas abertos ou instalados e os mais utilizados, mas você pode fixar alguns deles para estejam sempre com fácil acesso. O processo é o mesmo. Basta clicar sobre o ícone desejado com o botão direito e escolher “Fixar no Menu Iniciar”, deixando-o fixo na parte superior.
Fixe somente programas de uso constante, como navegadores de internet ou programas de mensagem instantânea. Além de poluir visualmente, fixar muitos programas ali pode deixar o computador lento.
Organização dos arquivos e pastas
Uma coisa que pode ser feita e que agiliza os processos do computador é organizar os arquivos e pastas de uma forma clara e lógica. Isso não deixa o computador necessariamente mais rápido, mas faz com que você encontre tudo com mais rapidez.
Evite pastas de nomes semelhantes e arquivos duplicados, por exemplo. Gaste tempo sem culpa nessa organização, pois ao final sua navegação será bem mais ágil. Um bom programa para ajudá-lo com essa organização é o Folder Vanity Remover. Ele não requer instalação e remove qualquer pasta vazia de seu computador.
Programas para otimizar os recursos do PC
Além dos recursos básicos de melhoria do próprio sistema, existem alguns programas básicos para aperfeiçoar seu computador.
Antivírus
Mas lembre-se: é um pequeno preço a se pagar para deixar sua máquina limpa e livre de vírus e outros males que infectam e danificam o computador.
Para quem usa o Windows 7, existem alguns antivírus compatíveis com esse sistema e outros feitos para ele. O Microsoft Security Essentials é a resposta da Microsoft à demanda por proteção. Ele funciona muito bem no Windows 7, mas somente em cópias originais.
Uma alternativa é o BitDefender Antivirus for Windows 7, um programa gratuito para testar feito exclusivamente para esse sistema operacional.
Firewall
Por mais que desabilitar um firewall torne sua conexão mais rápida, é aconselhável não fazer isso, para manter seu computador protegido e evitar futuras complicações. O Jetico Personal Firewall e o PC Tools Firewall Plus são bons protetores adicionais.
Anti-spyware
Talvez o mais desprezado dos programas, o anti-spyware garante um pouco mais de tranquilidade na internet. Quem utiliza sites ou programas de origem suspeita corre o risco de ser infectado por um spyware ou malware.
Programas como o Spybot Search & Destroy evitam que softwares maliciosos sejam instalados sem sua permissão no computador, além de remover qualquer outro processo que possa prejudicar a máquina.
O que você deve sempre fazer
Após realizar todos essas dicas é aconselhável criar uma rotina de revisão disso tudo. Desenvolvemos abaixo um passo a passo de procedimentos essenciais para uma frequência semanal:
- Atualize seu antivírus e anti-spyware. Atualizações são lançadas semanalmente para conter as novas ameaças encontradas pela internet. Após fazer a atualização, verifique seu computador. Cada antivírus possui um procedimento diferente para atualização, mas geralmente isso é possível diretamente na interface do programa;
- Limpe os arquivos temporários. Além de deixar o computador mais leve e com mais espaço, deletar os arquivos temporários pode apagar também qualquer programa intruso nessas pastas. Para isso, clique com o botão direito sobre o ícone do disco rígido e vá para Propriedades > Limpeza de Disco;
- Limpe o Registro. Ao instalar/desinstalar programas ou criar novas pastas e documentos, cria-se uma marca no registro que, muitas vezes, não é completamente removida. O uso de um programa como o CCleaner é essencial para limpar com facilidade o registro. Desfragmentar o computador com a mesma frequência também é recomendado. Além do desfragmentador do Windows, existe o Defraggler, compatível com o Windows 7;
- Verifique o uso de memória. Confira constantemente qual o uso de memória de seu computador. Programas como o System Information for Windows permitem um monitoramento, para saber quais processos estão tomando muita memória e podem ou devem ser desligados ou reiniciados.
Dicas para usuários avançados
Há também o EnhanceMySe7en, para fazer diversas alterações e melhorias no sistema operacional. Grande parte dos processos do programa é de personalização de recursos, como quais pastas vão aparecer no Menu Iniciar. Porém, algumas delas servem para melhorar o rendimento do computador, com ferramentas de registro, segurança e limpeza de disco.
Conclusão
Grande parte do processo para melhorar o computador depende do próprio usuário. Não basta só instalar programas e esperar que eles façam tudo por você. É necessário ter um mínimo de organização e atenção com seu sistema.
Seguindo as dicas e passos indicados neste artigo, seu computador ficará mais seguro e mais leve, pronto para rodar o que você quiser.
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