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quinta-feira, 2 de julho de 2015

On quinta-feira, julho 02, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários



                Quem é fã de robôs gigantes com certeza deve se lembrar bem do Kuratas, o primeiro mecha de verdade já criado – este, obviamente, feito no Japão. Mas ele não é o único veículo do gênero feito no mundo: enquanto a Suidobashi Heavy Industry lançava seu projeto milionário, a MegaBots estava desenvolvendo seu próprio robozão.
Agora, o que fazer quando já temos dois robozões gigantes prontos para a briga? Cair na porrada, é claro. E foi assim que o pessoal da MegaBots, com seu MegaBot Mk.II, veio desafiar o Kuratas e a Suidobashi para um duelo, no vídeo que você confere no início da matéria, em um campo de batalha a ser escolhido pela fabricante japonesa.

Briga de robôs? Só em 2016

Vendo o poder de fogo de ambos os robôs, no entanto, parece que o Kuratas está em uma clara desvantagem, não é? Não se preocupe, pois a empresa norte-americana levou isso em consideração. Assim, visto que ambos os robôs não foram criados especificamente para esse tipo de situação, as duas companhias terão um ano para adaptar seus mechas e prepará-los adequadamente para o combate.
Infelizmente, ainda não há nenhuma resposta da Suidobashi quanto ao desafio, mas, considerando que só se passou um dia desde a declaração, ainda há bastante tempo para uma reação da empresa. E torçamos que ela seja positiva – afinal, pouca coisa pode ser mais impressionante do que uma briga entre robôs em tamanho família, na vida real.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

On quinta-feira, maio 21, 2015 by Unknown in , ,    Sem comentários


        Drones são aparelhos simplesmente incríveis. Eles são ágeis, fáceis de controlar, estão prontos para as mais variadas funções, conseguem voar a incríveis alturas e explorar diversos lugares... Pelos 20 minutos de bateria que eles suportam. Felizmente, esses robôs têm evoluído rapidamente desde que chegaram ao mercado, e o próximo passo do processo pode muito bem ser na direção de uma maior autonomia de voo.
A solução para isso estaria em um novo sistema desenvolvido pela Horizon Unmanned Systems: um drone movido a células de combustível de hidrogênio. Segundo a empresa, a ideia surgiu ao perceberem que os drones atuais possuem uma estrutura oca. “Nós agora somos capazes de usar esse espaço para, no lugar de ar, enchê-lo com um gás útil, que é o hidrogênio”, explicou Taras Wankewycz, diretor gerente da empresa.
Com isso, a autonomia de voo de um drone poderia aumentar drasticamente. Sem peso extra algum, por exemplo, um Hycopter (um protótipo de drone apresentado pela Horizon que utiliza células de hidrogênio) é capaz de voar em torno de 4 horas com uma carga. E mesmo com até 1 kg, o aparelho ainda se mantem em voo por até duas horas e meia.


É claro que há muitos fatores a considerar aqui, no entanto, como o custo de recarga de um dispositivo que utiliza uma bateria comum e outro que utiliza tais células. Da mesma maneira, o drone da Horizon ainda está em estágio de testes e só deve ser colocado a prova no fim do ano. Ainda assim, é bom saber que os drones dos próximos anos podem ser capazes de voar por mais de meia hora (e sem precisarem de mais três horas de carga para voltarem à ativa).

quarta-feira, 13 de maio de 2015

On quarta-feira, maio 13, 2015 by Unknown in , ,    Sem comentários




      Por mais eficiente que sejam os drones atuais, não há como negar que eles podem ser um tanto limitados. E o principal motivo está no fato de eles, em boa parte, dependerem de você para controlar cada um de seus movimentos. Um novo drone lançado recentemente, no entanto, promete ser tudo aquilo que você espera de um desses aparelhos, no futuro: um autômato voador de verdade.
Lily, como é chamado, consiste em o que parece ser apenas mais um simpático drone. Mas a diferença já é notável na hora de colocá-lo em ação: no lugar de precisar de controles, tudo o que você precisa fazer é ligá-lo e arremessá-lo em pleno ar. O robô entra em funcionamento automaticamente, passando a seguir você para onde quer que vá e filmando tudo com sua câmera de 12 megapixels e 1080p de resolução a 60 quadros por segundo.
Para tal, o Lily conta com a ajuda de um pequeno controle remoto, que também serve de sinalizador para sua posição. Através dele, aliás, você consegue controlar os vários modos de voo do robô, que vão simplesmente de seguir para guiar, circular e voar em diferentes ângulos.





Novamente, lembramos que a ideia é ter apenas um mínimo de preocupação ao usá-lo – mas se quiser ter certeza se suas fotos estão bem-alinhadas, basta usar o app para celular oferecido pela empresa e controlar o drone.

Para aguentar qualquer perigo

Como se tudo isso ainda não fosse impressionante o suficiente, o Lily ainda traz com um bom número de características interessantes. Ele conta, por exemplo, com uma estrutura resistente e à prova d’água, que permite que você o leve para os lugares mais inóspitos possíveis.
Além disso, ele traz um sistema de estabilização extremamente inteligente, que o protege de quedas. E embora não possua um sistema de detecção para evitar colisões, ele compensa com um software que permite a ele pousar na palma de sua mão (o que é uma ajuda e tanto quando se está em um local sem um terreno plano e seguro).
Se interessou pelo Lily? Então é melhor preparar sua carteira e investir em um o quanto antes. Isso porque o aparelho, que chegará às lojas custando US$ 999 (3 mil reais, em uma conversão simples e sem impostos), está disponível por apenas US$ 499 (R$ 1,5 mil) durante seu período de pré-venda. Ainda não há uma data oficial para o lançamento do drone, infelizmente.
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terça-feira, 7 de abril de 2015

On terça-feira, abril 07, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários





       De acordo com um novo estudo publicado na Nature, pesquisadores nos EUA descobriram uma maneira de aperfeiçoar a maneira de andar dos humanos: um exoesqueleto. Ele reduziria a fadiga e ainda poderia melhorar a postura de quem fosse usar o aparato.

Acoplado na perna como uma bota de cano alto, o exoesqueleto reduz o custo energético de andar em cerca de 7% — isso sem utilizar uma bateria ou motor. Os usos para um aparelho como esse são bem variados. Ele pode servir tanto para pessoas que têm dificuldades para se locomover até militares que precisam andar em terrenos acidentados.
Gregory Sawicki, um dos autores do estudo e fisiologista da North Carolina State University, comentou: "Nosso estudo mostra que o ato de andar, uma tarefa comum ao humano, pode ser melhorado com tecnologia e engenharia".
Contudo, essa não é a primeira vez que algo similar foi criado. Há dois anos, outro grupo de pesquisadores construiu um sistema de ar comprimido que reduz o custo de energia em até 6%. Outros exoesqueletos também tiveram sucesso nesta tarefa. Porém, todos usavam algum tipo de bateria ou motor.
O dispositivo criado por Sawicki é muito leve, pesando entre 300 e 500 gramas, quase nada para a força de nossas pernas. Ele funciona replicando os movimentos musculares que saem do tendão de Aquiles. A redução do custo de energia é feita por meio de molas e "embreagens".
Se você ficou interessado em saber mais sobre o dispositivo, este é o link do estudo. Acima, você pode ver um vídeo mostrando como ele funciona quando acoplado em uma perna.
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On terça-feira, abril 07, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários


    A inteligência artificial e a construção de robôs estão cada vez mais sofisticadas. Os benefícios disso são extensos e inegáveis. Porém, alguém deve sair perdendo nessa história, e, ao que parece, isso inclui uma grande parte de nós.

Segundo uma pesquisa de Michael Osborne, professor da Universidade de Oxford, 47% dos empregados hoje nos EUA vão ser substituídos por robôs nos próximos 20 anos — principalmente aqueles que exigem foco repetitivo e em setores de automação.
A descoberta feita por Osborne veio por meio de uma análise de 702 profissões no país. As mais propensas a trocarem a força humana por robôs são as relacionadas aos serviços de comida, hospitalidade e saúde. Motoristas também entram na lista, já que a tecnologia de carros autônomos está batendo na porta.
Contudo, os funcionários de TI são os que menos devem sentir medo de perder o emprego. Há apenas uma chance de 19% de eles perderem o emprego. "É muito fácil desenvolver um algoritmo que faz pinturas ou peças musicais infinitamente. Porém, é muito difícil que um algoritmo saiba diferenciar as músicas boas das ruins", disse Osborne.
Apesar das notícias um tanto negativas, o professor relembra algo importante. O que vivemos hoje ainda é uma indústria antiga e com moldes seculares. Isso significa que, com a introdução da inteligência artificial e robôs, uma nova indústria vai ser formada, e novos empregos também vão surgir.
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terça-feira, 17 de março de 2015

On terça-feira, março 17, 2015 by Unknown in , ,    Sem comentários




     Você já viu drones inspirados na Millenium Falcon de Han Solo e também nas Tie-Fighters dos soldados imperiais. Agora, a grande estrela dos voadores é a Speeder Bike — aquela mesma que ficou famosa nas perseguições entre soldados e também pelos irmãos Organa-Skywalker pelas florestas de Endor. E, para deixar tudo ainda mais legal, estes drones ainda são equipados com os Scout Troopers.
O drone Speeder Bike foi montado sobra uma estrutura de um quadricóptero e pode voar com bastante estabilidade. Ele ainda traz uma câmera integrada para gravar todas as manobras que forem realizadas e também para mostrar ao piloto o que está no caminho — uma vez que o controle é feito remotamente, é claro. Vale dizer que o criador usou uma Speeder Bike de brinquedo para o projeto, e é daí que o “Piloto” foi retirado.
Além do vídeo que está no topo desta notícia, você também pode acessar a página do projeto para conferir todos os detalhes que foram organizados pelo criador. Se você é um fã de Guerra nas Estrelas, certamente vai ficar com vontade de criar a sua própria Speeder Bike Imperial para pilotar pelas florestas de Endor — ou pelo quintal da casa do seu avô.
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quinta-feira, 12 de março de 2015

On quinta-feira, março 12, 2015 by Unknown in , ,    Sem comentários



              O nome “DJI” pode não ser muito conhecido para você, mas o drone Phantom, fabricado por essa marca, muito provavelmente já cruzou seu olhar no mundo real ou virtual.  Essa empresa e seu icônico drone têm chamado muita atenção nos últimos dois anos. A DJI se tornou a maior fabricante desse tipo de equipamento no mundo e, em 2014, arrecadou cerca de US$ 500 milhões, quatro vezes mais que em 2013.
A expectativa da empresa seria alcançar a marca de US$ 1 bilhão em 2015, se tornando então a primeira fabricante de drones no mundo a chegar a esse número em suas receitas anuais. De acordo com o The Verge, até o momento, a DJI está no caminho para conseguir esse feito neste ano.




Para manter sua liderança de mercado, a empresa estaria pela primeira vez tentando levantar capital em grande quantidade no Vale do Silício, EUA, para investir em criação e novos produtos. A companhia poderia expandir ainda mais suas atividades e se tornar mais conhecida. Ainda não há números concretos sobre esse possível levantamento de investimentos nem de quais companhias da região a DJI conseguiria os valores que precisa.
Contudo, essa jogada parece minimamente lógica, uma vez que as principais concorrentes estão fazendo o mesmo para tentar alcançar a DJI. A marca de drones foi criada em 2006 e, hoje, tem mais de 2,8 mil colaboradores em sedes de seis cidades diferentes espalhadas pelo globo.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

On segunda-feira, fevereiro 23, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários





        A precisão dos movimentos executados pelo corpo humano às vezes é subestimada. É por isso, inclusive, que projetos de robótica relacionados a próteses chamam tanto a atenção de cientistas e de inventores mundo afora. Desta vez, uma “escultura motorizada” capaz de tocar violino é que ganhou as manchetes de portais especializados em tecnologia.
Desenvolvido pelo engenheiro aposentado Seth Goldstein, o robô Ro-Bow faz uso de motores, atuadores, rotores, polias e chips para tocar o tradicional instrumento. As peças da máquina são controladas por um “software bastante complexo”, conforme explica Goldstein. Os movimentos dos quatro dedos são reproduzidos pelo componente emborrachado criado pelo engenheiro enquanto as cordas do violino são tocadas uma a uma pelo arco.
Técnicas como pizzicato e vibrato, que consistem no “beliscar” da corda e na oscilação de quase meio tom entre notas, respectivamente, também podem ser executadas por Ro-Bow. É claro que o complexo robótico não chega aos pés de violinistas virtuosos como André Rieu, mas é fato que a invenção coloca em perspectiva os horizontes entre máquina e homem: próteses de mãos serão algum dia capazes de desenvolver ações tão complexas e precisas?
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LEITOR COLABORADOR Ronald Mattos

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

On quarta-feira, fevereiro 11, 2015 by Unknown in , ,    Sem comentários






                    Em março vai acontecer a edição 2015 da CeBIT, mais importante feira da atualidade sobre tecnologia da comunicação. O evento será sediado em Hanover, na Alemanha, e contará com uma instalação interativa chamada RoboChop. Não confundir com o policial do futuro.
Através de um aplicativo web que pode ser acessado através de smartphones, tablets ou mesmo do PC, qualquer pessoa no mundo poderá utilizar um dos quatro braços robóticos na feira para personalizar um dos 2 mil cubos amarelos que estarão disponíveis no local. Depois de prontas, as criações serão encaixotadas e enviadas para os seus respectivos criadores em qualquer lugar do planeta, sem nenhum custo.

Fazendo arte

Cada cubo tem dimensão de 50x50x50 cm, é feito de poliestireno e pesa 9 kg. Os braços são do modelo KUKA Quantec KR150 r2700 extra e moldarão as formas enviadas pelos participantes com o auxílio de um fio de arame quente com resfriamento coaxial integrado. Sensores de controle de velocidade de corte garantirão que cada cubo seja alterado exatamente como o design enviado.
O projeto, encomendado pelo Grupo GFT e realizado pelos renomados designers Clemens Weisshaar e Reed Kram, faz parte da competição Code_n, que será realizada durante a feira. O objetivo é demonstrar que a internet das coisas está viva e já faz parte de nosso cotidiano em um nível muito mais avançado do que percebemos.
Se você estiver interessado em ter o seu próprio cubo personalizado, o web app estará disponível a partir do dia 4 de março no site www.robochop.com, e as artes serão produzidas durante toda a duração da feira, que acontece de 16 a 20 de março.
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

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    A competição Drones for Good, realizada nos Emirados Árabes, premiou a equipe suíça Flyability com 1 milhão de dólares pelo desenvolvimento do Gimball, drone de busca e resgate à prova de impacto.
A máquina tem formato esférico e é capaz de ricochetear em obstáculos e rolar por superfícies enquanto permanece no ar, capacidade essa inspirada no voo de insetos. Ela pode manobrar facilmente por escadarias e saguões de um prédio em chamas em busca de vítimas, por exemplo. Outras aplicações para o drone sugeridas pelos seus criadores seriam nas áreas de inspeção industrial, segurança e entretenimento.
Isso é possível graças ao seu design, com uma resistente e ao mesmo tempo extremamente leve gaiola feita de fibra de carbono, que protege o mecanismo central do aparelho. Dois rotores que se estabilizam eletronicamente, câmeras, sensores de temperatura e GPS completam o Gimball. Ele pode ser usado até mesmo perto de seres humanos, uma vez que sua estrutura impede que a hélice possa ferir alguém que entre em contato direto com o drone.
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

On segunda-feira, fevereiro 09, 2015 by Unknown in , ,    Sem comentários




   Uma  rede de restaurantes de Singapura está testando drones para fazer a entrega de pratos e bebidas para a mesa dos clientes. Quem está cuidando da tecnologia é a Infinium Robotics, que desenvolveu as máquinas e o sistema de controle centralizado e automático.
A introdução do sistema foi feita em função da falta de mão de obra no país, diz Edward Chia, administrador geral do grupo Timbre, que possui uma rede de restaurante e bares com músicas ao vivo. A franquia, aliás, foi uma das primeiras a colocar iPads na mesa para agilizar os pedidos.
"Percebemos que estávamos gastando muito tempo entregando comida da cozinha para as mesas. Esse era o gargalo que afetava a experiência do cliente", conta Chia ao IBT. O sistema da Infinium permite que o operador controle vários drones ao mesmo tempo, já que possuem um algoritmo anticolisão.

Automação

Com as máquinas, Chia calcula que a produtividade vai aumentar em 25% e que os garçons humanos vão poder se concentrar no atendimento. "Com os drones lidando com as tarefas de baixo nível, podemos dar aos funcionários mais treinamento. Eles podem ser remanejados para serem bartenders ou candidatos a chefs, ou serem treinados para fazer vendas cruzadas ou reter clientes", explica.
O intuito não é eliminar postos de trabalho, mas dar aos funcionários a oportunidade de subir na carreira, garante o executivo. A previsão para adotar os drones permanentemente é para o último trimestre de 2015. Será que a moda também pega por aqui?
On segunda-feira, fevereiro 09, 2015 by Unknown in , ,    Sem comentários
       A mesma equipe responsável pelos nano drones da série CX-10 acaba de apresentar um novo modelo ainda mais bacana. A miniatura possui as mesmas funções de um drone pessoal, mas com a vantagem de caber na palma de sua mão. O resultado é um quadricoptero bem pequeno e que pode voar rapidamente pela sala ou escritório de qualquer pessoa.
Além de serem divertidos, os dispositivos servem para que os aficionados possam praticar e ter um gostinho de como é pilotar um aparelho profissional. O nano drone possui proteções na parte superior e nas laterais, visando assim evitar que as hélices sejam danificadas caso o piloto acerte alguma parede ou o teto.



Os criadores incluíram patins de aterrissagem para impedir que os rotores encostem no chão. Para completar o pacote, o drone também possui uma caixa de proteção que serve para deixar o dispositivo de amostra.
Apesar do tamanho minúsculo, o nano droid é muito potente. Usando um sistema de 6-axis para estabilização e três velocidades de aceleração, o “brinquedo” é muito mais fácil de operar em comparação com os outros modelos. Para concluir o projeto, os desenvolvedores lançaram uma campanha no Indiegogo e precisam arrecadar pelo menos US$ 15.246 (aproximadamente R$ 42.460).

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

On sexta-feira, fevereiro 06, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários



          SAFFiR, o robô humanoide desenvolvido pela marinha americana e engenheiros da Virginia Tech para combater incêndios que acontecem dentro do navio, finalmente saiu do papel. Ele esteve em desenvolvimento nos últimos cinco anos e, apesar de não ter sido concluído ainda, parece um bombeiro promissor.
O robô tem sensores laser para conseguir navegar mesmo em ambientes com muita fumaça e equipamento para identificar fontes de calor, além de conseguir manusear uma mangueira para apagar fogo.
Por enquanto o SAFFiR ainda está em fase de testes, mas se saiu bem mesmo em ambientes com terreno irregular. Ele também conseguiu usar os sensores térmicos para encontrar equipamentos que superaqueceram e teve sucesso ao conter um pequeno incêndio.

Parceiro voador

O robô contará com a ajuda de um pequeno drone chamado de Tecnologia de Controle de Dano para o Século 21 (DC-21), que é bem mais rápido que o SAFFiR e, por conta de seu tamanho reduzido, pode entrar em lugares mais apertados.
O DC-21 também é bastante útil por usar uma câmera infravermelha para detectar incêndios e compartilhar a localização com o SAFFiR. Ao receber as informações, o robô poderia resolver a emergência sozinho ou com a ajuda de uma equipe de marinheiros.

Avanços e problemas

Entretanto, o SAFFiR ainda precisa de muitos ajustes para se tornar um bombeiro de verdade. Ele ainda é grande, pesado, lento e pode ser danificado tanto pelo fogo quanto por água. E, por enquanto, para fim de testes, ele é guiado por controle remoto, mas a ideia é que opere da maneira autônoma.
Os planos agora são de investir em um modelo com bateria mais durável, habilidade de comunicação, maior capacidade de processamento de dados, melhor inteligência artificial e que possa se locomover mais rápido.
Quem sabe com esses avanços o projeto possa ser útil não apenas na marinha, mas em situações do dia a dia que são muito perigosas para bombeiros humanos. Por exemplo o resgate de pessoas em casas com risco de desabamento.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

On quinta-feira, janeiro 15, 2015 by Unknown in , ,    Sem comentários







              Todos devem estar extremamente ansiosos para a chegada aos cinemas de um dos filmes mais aguardados de 2015, Os Vingadores 2: A Era de Ultron. Porém, é possível que o primeiro filme da franquia que reúne vários heróis da Marvel ainda esteja bastante fresco em sua memória, principalmente as cenas que envolvem muita luta, explosões e essas coisas que todos nós adoramos. Foi inspirado nessa belíssima produção da Marvel Studios que um grupo de amigos resolveu realizar um “experimento” envolvendo drones e aviões de controle remoto.
Na brincadeira, um drone gigantesco é “fantasiado” para parecer o Helicarrier (aquele porta-aviões descomunal que aprece no filme) enquanto aviões de controle remoto (guiados em uma visão em primeira pessoa) tentam pousar nele em pleno ar. Como vemos na reprodução acima (e no GIF abaixo do site Sploid), a tarefa não é nem um pouco fácil.
A partir do quinto minuto de vídeo, as mesmas pessoas do começo da reprodução desafiam alguns amigos para tentar fazer essa pousagem extremamente difícil na miniatura do Helicarrier. Em um grande galpão, vários tentam fazer a aterrissagem no deck do porta-aviões, mas poucos conseguem.
A brincadeira faz parte de uma série chamada de “Will it Fly?” (em tradução direta, “Será que vai voar?”) do site Flite Test. O grupo pretende receber sugestões dos leitores para criar drones customizados e colocá-lo para ver se eles conseguem se sustentar no ar. Genial, não é mesmo?
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sábado, 10 de janeiro de 2015

On sábado, janeiro 10, 2015 by Unknown in , ,    Sem comentários


                Os dias que antecederam a abertura oficial da CES 2015 tiveram ótimas novidades para quem já queria estar por dentro dos lançamentos que devem pipocar durante todo este ano. Os aficionados por drones não ficaram de fora, com a DJI apresentando alguns recursos extras para o seu mais novo modelo da categoria, o recém-anunciado Inspire 1. A empresa levou ao evento um tipo de suporte hi-tech que permite ao consumidor manusear livremente a câmera 4K retirada do drone.
Chamado de Inspire 1 Camera Mount, o aparato foi criado exatamente para explorar a qualidade da diminuta câmera em altíssima resolução do Inspire 1 em conjunto ao renomado sistema de estabilização de imagem de outros produtos da DJI. Para se divertir com o conjunto, basta acoplar a filmadora no suporte e conectar o seu smartphone em um espaço lateral. O celular acaba agindo como um visor para a imagem capturada pelo equipamento.
O dispositivo tem alguns controles básico ao alcance dos dedos, além de um belo botão dedicado à captura dos vídeos em si. Com tudo acertado, a câmera oferece dois modos de filmagem: um deles trava o foco e o campo de visão em um ponto específico enquanto o outro age como as badaladas Steady Cams, mantendo a imagem estável e compensando os movimentos que o usuário fizer enquanto anda com o kit.
Esse conjunto acaba sendo uma mão na roda para quem utiliza esse tipo de drone para capturas e não quer desembolsar uma grana para ter outra câmera dedicada apenas para filmagens em terra. O Inspire 1 já pode ser adquirido por cerca de US$ 3 mil, enquanto o “pau de selfie tecnológico” deve chegar ao mercado em algum momento do segundo trimestre deste ano, sem previsão de preço.
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:imagem  meramente ilustrativa
             Todo mundo gosta de drones. As imagens que eles conseguem fazer ficam muito boas para qualquer tipo de vídeo. Por conta disso, tem muita gente pelo mundo comprando esse tipo de aparelho a fim de enviar vídeos aéreos para o YouTube e outras plataformas ou simplesmente para guardar como recordação. Mas e se você tivesse acabado de comprar um modelo caro e, no primeiro voo, ele começasse a cair em uma lagoa? Qual seria sua reação?
O dono do canal “Zwier Spanjer” passou por isso e sua reação foi filmada pelo próprio drone. O vídeo é bem divertido e dá para ver uma gotinha de desespero no rosto do rapaz quando ele decide entrar na água gelada e também quando ele quase deixa o aparelho mergulhar. Trata-se de um drone DJI Phanton 2 que teve sua bateria esgotada depois de um dia inteiro de voo.
O vídeo foi enviado ao YouTube ontem e já tem quase meio milhão de visualizações. Não é a coisa mais engraçada do mundo, mas vale a pena conferir. É praticamente a história de amor entre o homem e a máquina.
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