Mostrando postagens com marcador REDE SOCIAL. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 8 de abril de 2015
O comportamento é comum na internet: o usuário vê apenas a imagem ou só lê o começo do texto e já tem um posicionamento completo sobre o assunto. Após isso, é só “xingar” ou “elogiar” muito, sem nem se dar conta do contexto completo.
Pensando nisso, Nelson Felippe publicou uma imagem em seu Facebook na qual duas meninas aparecem se beijando em primeiro plano. Na legenda da foto, ele escreve: “Não sou preconceituoso, mas acho um absurdo eu ser obrigado a presenciar uma cena como essa”.
É provável que muita gente tenha lido apenas essa frase e visualizado a imagem, que se tornou viral: foram mais de 13 mil compartilhamentos e 40 mil curtidas. As inúmeras mensagens homofóbicas estavam apoiando e “concordando” com Felippe.
Quem continuou lendo a publicação e pensa da maneira acima, deve ter adorado os argumentos. “Estão desafiando as convenções sociais, e isso pode ser perigoso. Como vai ficar a cabeça de uma criança que vê essa cena todo dia?”, questionou o rapaz.
A verdade do post
Nelson Felippe, entretanto, não estava se referindo ao casal homoafetivo em primeiro plano. Ele falava do rapaz com o pé na faixa amarela – sendo que o metrô avisa para esperar o transporte atrás dessa marcação. O texto de Nelson deixa bem claro isso nas últimas linhas.
“As crianças vão achar que é normal esperar o metrô em cima da faixa amarela. Então, não faça como aquele cara ali. Siga o exemplo das meninas. Espere o metrô antes da faixa amarela”, advertiu o rapaz.
O circo estava armado! “Pessoas que leem x Pessoas que não leem”. “Grupos LGBTs x Preconceituosos”. “Zoeiros x Grandes Pensadores”. E a internet teve mais um dia “normal” entre aqueles que comentam as publicações.
Via EmResumo
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terça-feira, 7 de abril de 2015
Desde que o Facebook comprou o WhatsApp, muitos consumidores esperam pela chegada das funções integradas entre os dois serviços. Pois agora, mais de um ano depois da aquisição, parece que isso vai finalmente acontecer. O site GeekTime publicou alguns screenshots da Build 31.0.0.7.13 do app do Facebook para Android e mostrou a chegada de um botão bem interessante no sistema.
Como você pode ver na imagem que está logo abaixo deste parágrafo, além haver as opções “Curtir”, “Comentar” e “Compartilhar” junto com as postagens, também existe a “Enviar” (Send). Este atalho é acompanhado por um ícone igual ao do WhatsApp, deixando bem claro qual é a função dele: enviar o item rapidamente para algum amigo ou grupo pelo mensageiro instantâneo.
Aparentemente, um número bem restrito de consumidores está podendo contar com a novidade por enquanto. Agora, espera-se que o Facebook libere a funcionalidade aos poucos para os usuários de todo o mundo, mas ainda é bem difícil saber quando isso vai acontecer exatamente. Você acha que essa nova função pode facilitar o compartilhamento de itens? Será que vai ser mesmo útil ou há outras formas mais interessantes de integrar os serviços?
terça-feira, 31 de março de 2015
Um crime bárbaro acontecido na comunidade de Pedreira, em São Paulo, ganhou detalhes ainda mais chocantes. Na última quinta-feira (26), José Ramos dos Santos, de 23 anos, decapitou a namorada Shirley Souza, de 16, que estava grávida de sete meses. No sábado, ele colocou a cabeça da adolescente dentro de uma mochila e se dirigiu a uma delegacia, onde confessou o crime.
Agora, descobriu-se que a brutalidade chegou de José Ramos chegou também às redes sociais: em seu perfil no Facebook (que já foi deletado), ele havia publicado uma foto da cabeça decepada de Shirley acompanhada da legenda “mim traiu na vespera de natal”, indicando que a motivação do crime teria sido uma suposta infidelidade.
Deixando tudo ainda mais macabro, José Ramos se identificava na rede social como “Zél Past Troubled” (algo como “Zél Passado Perturbado”). Como fotos de perfil e de capa, ele utilizava uma imagem de Jigsaw, o assassino dos filmes “Jogos Mortais” (acima).
Um printscreen de uma conversa por inbox entre José Ramos e uma amiga de Shirley, também de 16 anos, foi divulgada pelo G1. Na troca de mensagens, quando indagado sobre o paradeiro da namorada, o criminoso responde que a matou, justificando que “ninguem mandou ela mim trair”.
Ainda de acordo com o G1, uma amiga próxima de Shirley descreveu José Ramos dos Santos como “muito ciumento e doente”, tanto que ele havia proibido a vítima de manter um perfil no Facebook. Ainda, o assassino já havia agredido fisicamente a namorada, além de ter ameaçado cortar a cabeça dela “para que todos vissem”.
Detalhes cruéis do assassinato
José Ramos e Shirley se conheciam desde criança, pois o pai dele havia se casado com a mãe dela, até que os dois iniciaram um relacionamento amoroso.
Na noite do crime, eles haviam se encontrado na casa do irmão do rapaz, onde tiveram relações sexuais. Em seguida, José aplicou uma “gravata” em Shirley até deixá-la inconsciente, cortou a cabeça dela com uma faca de cozinha, enrolou seu corpo em um edredom e o escondeu atrás de um botijão de gás. Algum tempo depois, quando já se podia notar odor de decomposição, José levou o corpo da vítima para a rua.
À polícia, José Ramos disse desconfiar de uma traição porque, pela data da última menstruação de Shirley, que estava anotada em uma carteirinha de saúde, a namorada teria engravidado enquanto eles estavam separados. Os vizinhos do casal não acreditam que ela tivesse sido infiel.
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quarta-feira, 25 de março de 2015
Seguindo os passos de concorrentes como o YouTube e o Vimeo, agora o Facebook permite que você integre os vídeos publicados na rede social a outros sites. A novidade foi anunciada pela empresa de Mark Zuckerberg durante a conferência F8 nesta quarta-feira (25).
Já disponível a partir de hoje, a novidade oferece um código HTML para você disponibilizar conteúdos em páginas compatíveis. Anteriormente, a única maneira de compartilhar vídeos publicados no serviço era através de links diretos para ele — algo um tanto inconveniente para os donos de sites e blogs.
A mudança tem como objetivo melhorar a experiência oferecida pelo Facebook, mostrando que a rede social está encarando o YouTube de forma mais séria. Além disso, a empresa introduziu uma seção de vídeos reformulada para que donos de páginas possam destacar esse tipo de conteúdo mais facilmente.
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terça-feira, 17 de março de 2015
Muita gente adora usar o Facebook para ver as atualizações das outras pessoas, mas detesta receber notificações ou, pior, saber que há estranhos (ou até amigos) vendo tudo o que é postado na sua conta.
Pensando nesse tipo de gente que valoriza a privacidade virtual mais que tudo, mas não quer apagar a conta, o site Business Insider montou um passo a passo para tornar qualquer um "invisível" no Facebook.
Quem seguir todo o tutorial ficará com a conta nas seguintes condições: ninguém poderá conferir as suas fotos, ver as novas atividades ou saber os pontos de check-in. Amigos podem ainda checar informações básicas do perfil — e esse é o máximo de dados disponíveis.
1. Ninguém vê o que você posta
Acesse a janela de opções do Facebook (clique em "Configurações" na seta ao lado da aba de notificações ou acesse este link). No item "Privacidade", vá até "Quem pode ver minhas coisas?" e selecione "Somente eu".
Depois, vá em "Limitar publicações passadas" e confirme a operação clicando no botão mostrado na imagem acima. Isso fará com que todas as postagens anteriores à alteração da configuração só fiquem disponíveis para você mesmo.
2. Menos amigos e recados
Ainda em "Privacidade", vá para a opção "Quem pode entrar em contato comigo?" e deixe a caixa em "Amigos de amigos". Isso não acabará com todos os pedidos de amizade, mas limitará o número de solicitações.
Logo abaixo, em "De quem desejo filtrar as mensagens na minha caixa de entrada?", coloque "Filtragem restrita". Todos os recados recebidos de estranhos serão automaticamente enviados para a aba "Outros".
Para diminuir o número de pessoas que encontram você pelo email, seja o cadastrado na conta ou o @facebook.com, vá em "Quem pode me procurar". No primeiro item, troque a caixa de "Todos" para o item "Amigos". Faça o mesmo procedimento na questão abaixo, relativa ao número de telefone.
No último item da janela, "Você deseja que outros mecanismos de busca exibam um link da sua linha do tempo?", selecione "Não". Com isso, ninguém será capaz de achar o seu perfil no Facebook se jogar o seu nome no Google, por exemplo.
3. Limitando a Linha do tempo
Ainda na janela de configurações, vá para a aba "Linha do tempo e configurações de marcações". Clique em todas as opções "Editar" e selecione os itens "Somente Eu" em todos os locais possíveis.
Mantenha também o segundo e quinto itens em "Ativado" e o útlimo em "Ninguém", como mostra a imagem. Isso faz com que você possa revisar o que as pessoas postam ou quem elas marcam na sua Linha do tempo antes que o conteúdo se torne público, evitando constrangimentos.
4. Só amigos como seguidores
Na aba "Seguidores", vá até o primeiro item, "Quem pode me seguir". Selecione a opção "Amigos" para que somente seus contatos adicionados sigam as suas atividades.
5. Sem nome vinculado a anúncios
Para impedir que seu nome ou a sua foto sejam utilizados em anúncios (seja publicidade ou páginas que você curtiu, por exemplo), vá até a aba "Anúncios" das configurações. No item "Sites de terceiros, mude a configuração para "Ninguém". Salve as alterações e repita o mesmo procedimento em "Anúncios e amigos".
6. Restrinja aplicativos
Por fim, na aba "Aplicativos", é hora de mudar as informações disponíveis para serviços de terceiros que usam a sua conta do Facebook. Em "Aplicativos, sites e plug-ins", vá em "Editar" e desative a plataforma. Em "Versões antigas do Facebook para dispositivos móveis", troque de "Amigos" para "Somente Eu". Essa última alteração diz respeito a postagens feitas por versões antigas do Facebook em celulares antigos.
...
Pronto! Assim, você fica fora do radar de Mark Zuckerberg e de pessoas indesejadas. Se você preferir, é possível selecionar somente alguns dos passos acima para uma filtragem mais seletiva. Bom sumiço!
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Um bug recentemente corrigido no Facebook poderia ter comprometido milhares – e até milhões – de fotos hospedadas na rede social do Mark Zuckerberg.
O problema, descoberto por um analista de segurança indiano chamado Laxman Muthiyah, permitia que qualquer imagem ou álbum público/visível escolhido fosse apagado sem maiores restrições utilizando a própria API do sistema.
No seu blog, o hacker explica que conseguiu descobrir a brecha utilizando uma requisição da Graph API para dispositivos móveis e um token de acesso interceptado. Com apenas quatro linhas de código, seria possível então mandar para o limbo as imagens públicas/visíveis de qualquer perfil.
A falha, extremamente perigosa, foi reportada ao time de segurança do Facebook, que reagiu imediatamente e, em menos de duas horas, já havia encontrado uma forma de evitar que a brecha fosse novamente explorada.
O Facebook ofereceu uma recompensa de US $12.500 (aproximadamente R$ 35 mil) ao analista que encontrou o problema, já que o bug não foi utilizado de forma maliciosa para causar danos.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Quem está de olho no mundo tecnológico já sabe, há algum tempo, que o WhatsApp agora é propriedade do Facebook. Porém, até o momento nada foi mencionado sobre algum tipo de integração entre os dois serviços, mas um endereço descoberto recentemente dá uma pista do que está por vir.
Ao clicar neste link, você é direcionado para o site alpha.whatsapp.com. Nele, é solicitado que o usuário conceda uma autorização para acessar o WhatsApp utilizando a conta do Facebook – entretanto, ainda não é possível fazer uso do serviço em questão.
Apesar de ainda não haver uma menção de como os dois serviços vão se conectar, uma ideia possível seria a opção de utilizar o bate-papo do Facebook em conjunto com o WhatsApp. Como esse dado é apenas uma especulação, o jeito é esperar que a empresa criada por Mark Zuckerberg faça algum tipo de pronunciamento oficial para explicar melhor quais são os planos para o futuro.
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
O Hospital Geral de San Francisco recebeu a generosa doação de US$ 75 milhões na última sexta-feira (06). E os responsáveis pelo ato solidário foram ninguém menos que Mark Zuckerberg e Priscilla Chan, esposa do fundador do Facebook. Em homenagem a ambos os “padrinhos”, o centro médico será batizado de “Priscilla and Mark Zuckerberg San Francisco General Hospital and Trauma Center”, segundo informa o periódico San Francisco Chronicle.
“A doação é fundamental à conclusão [das obras] e abertura de um novo prédio, em dezembro”, disse Amanda Heier, diretora da instituição. Esta é a maior doação recebida pelo hospital desde 1994, data de sua fundação. “É incrivelmente gracioso o reconhecimento por parte de ambos da importância do hospital para a cidade”, comentou também Ed Lee, prefeito de San Francisco.
Em sua página no Facebook, Zuckerberg fez um breve e objetivo comentário sobre a doação. “Este é o principal hospital de San Francisco, e é uma importante rede de segurança para nossa comunidade. Mais de 70% das famílias que são atendidas pelo centro médico não têm seguro ou são desassistidas. Está aberto a que vivem, trabalham ou visitam a cidade”, observou o figurão.
O hospital irá quadruplicar seu número de leitos e duplicar a ala de emergência. Vale lembrar que o a esposa do CEO do Facebook fez sua residência médica justamente no Hospital Geral de San Francisco antes de se formar como pediatra. No ano passado, Zuckerberg doou US$ 25 milhões aos Centros Americanos de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) durante o surto de ebola .
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Você sente saudade do Orkut, dos velhos amigos e das divertidas comunidades que participava? Então você deve conhecer o Orkuti, uma nova rede social anunciada em outubro do ano passado e que promete trazer a tona sentimentos nostálgicos do antigo produto da Google.
Com aproximadamente quatro meses de existência, o Orkuti já conta com 150 mil adeptos. Mas o brasileiro Alex Becher, dono da nova rede social, tem pretensões maiores. "Minha meta é bater a marca de 1 milhão de usuários cadastrados até dezembro", contou o empresário em entrevista para a revista Exame.
Parecido, mas não igual
As similaridades dos sites de relacionamento não estão só no nome. Além de traços da interface remeterem ao visual do serviço tirado do ar no dia 30 de setembro de 2014 , o Orkuti permite que os internautas acessem jogos online e usem temas para alterar o plano de fundo do seu perfil.
Mas os destaques mesmo ficam por conta das comunidades, sendo que já existem cerca de 7 mil criadas — algumas já com 2 mil participantes —, e da saudosa página de “scraps”, a qual foi reformulada para apresentar no seu perfil somente as mensagens deixadas por amigos.
"Não tem nada que seja 100% idêntico, mas tentei manter layout e funcionalidades parecidas", explicou Becher. Apesar das semelhanças, o criador do Orkuti informou que até o momento não teve qualquer problema com a Gigante das Buscas por estar claramente desenvolvendo um serviço inspirado no Orkut.
Migração impossível
Como era de se esperar, muitos internautas gostariam de reaver informações, fotos e publicações feitas no Orkut. Contudo, Alex Becher já deixa bem claro que isso é inviável. "Os usuários entram em contato comigo tentando migrar conteúdo, mas é impossível: o Google não libera", argumentou ele.
Embora a ideia seja reviver a extinta rede social da Google, o Orkuti tem suas características próprias, como uma página de notificações com as interações de seus contatos — algo na linha do que acontece no Facebook. Além disso, por hora, a nova rede social não possui publicidade. Porém, isso deve mudar em breve com a implementação de uma loja online e da disponibilização de temas patrocinados.
Pensando no futuro do Orkuti, Becher informou que pretende incorporar até junho deste ano um recurso para a exibição da sua “sorte do dia” e uma função para reproduzir playlists de músicas obtidas a partir do YouTube. A rede social deve ganhar também apps para iOS e Android ao longo do segundo semestre de 2015.
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
O Facebook revelou ontem (28) algumas estatísticas sobre os acessos de seus usuários e, surpreendentemente, metade das 1,39 bilhão de pessoas cadastradas na rede social a acessaram apenas através de dispositivos mobile no último trimestre.
Isso representa um aumento de 26% na média anual. 37,8% dos usuários do Facebook nunca fazem uso dele por meio do desktop. No total, são 1,19 bilhão dos usuários mensais e 890 milhões de usuários diários ativos.
Esses acessos em celulares e tablets renderam uma receita de US$ 2,47 bilhões (69% de todo o ganho do site com publicidade). Se a companhia mantém seu foco nos dispositivos móveis, é possível que esses números subam bastante no futuro.
Fonte(s)
sábado, 17 de janeiro de 2015
Quanto tempo por dia você passa navegando pelas páginas do Facebook? O tempo em que ficamos ligados à rede social é bem grande em todas as faixas etárias, mas será que não estamos desperdiçando oportunidades preciosas de fazer outras coisas? Vai dizer que você nunca ficou rolando a tela para baixo com a ansiedade de encontrar algo interessante, com o corpo inerte e apenas o dedo mexendo no botão de Scroll?
Pois hoje existe mais de 1 bilhão de pessoas fazendo o mesmo! O Facebook é uma ótima ferramenta de entretenimento e comunicação, mas há relatos de que ele pode realmente atrapalhar a produtividade — seja profissional ou acadêmica. Pois Leyla Abdullayeva do site LifeHack enumerou sete motivos pelos quais abandonar o Facebook pode ser uma ótima ideia para o seu futuro.
São sete motivos relativamente simples e que, segundo o site, devem se mostrar muito mais importantes no decorrer dos próximos anos. Confira agora mesmo quais são os motivos apresentados e aproveite para pensar se vale realmente a pena encerrar a conta ou reduzir o tempo gasto na rede social durante os seus dias.
1. Tempo gasto é sempre maior do que o desejado
Ao fazer login no Facebook, os usuários geralmente estão dispostos a passar um curto período de tempo conferindo o que os outros estão fazendo. O problema é que um link leva a outro, uma foto leva a um álbum e de repente se passaram horas. É muito fácil se perder em meio às enormes quantidades de conteúdo que estão sendo compartilhadas diariamente e isso faz com que os “cinco minutinhos” se transformem em muito mais.
2. Ele pode desmotivar você
O LifeHack relembra alguns estudos realizados por psicólogos nos Estados Unidos e cita a insegurança que o Facebook pode causar nas pessoas. Ter contato direto com fotos e postagens sobre festas, viagens e outras situações parecidas pode fazer com que algumas pessoas se sintam desmotivadas e insatisfeitas com a própria vida — além de cultivar uma certa inveja dos outros contatos.
3. Muitos contatos, poucas amizades
A quantidade de amigos ligados ao seu perfil no Facebook certamente é muito maior do que a quantidade deles que você chamaria para uma festa na sua casa. Pois isso acontece porque o Facebook é um grande ponto de encontro de ideias e às vezes as “amizades” são criadas apenas por impulso — concordância em um grupo, por exemplo. Além disso, há pessoas que querem compartilhar tudo o que pensam ou fazem para um número maior de contatos.
4. Muita informação inútil
A quantidade de conteúdos compartilhados diariamente é imensa, mas o que realmente interessa para você é uma pequena parcela. Como o compartilhamento é simples, torna-se bem comum vermos fotografias com pouco conteúdo e também muitos links com informações duvidosas sendo enviados. Parte disso se deve ao fato de que há muitos links que são compartilhados sem serem realmente abertos.
5. Danifica suas habilidades de comunicação
Por causa do tempo que cada usuário passa em frente à tela enquanto utiliza o Facebook, há muitos usuários que interagem mais pela rede social do que pessoalmente. Segundo LifeHack, isso está prejudicando as habilidades de comunicação das pessoas. Isso se dá também pela dificuldade de entendimento de entonação durante a utilização da rede.
6. Quase tudo é maquiado
Postagens comuns não conseguem “likes” e não agradar ao público pode fazer com que muitos usuários fiquem com a autoestima prejudicada. Por isso muitos acabam maquiando tudo o que vão publicar, sempre tentando deixar as histórias mais engraçadas ou divertidas do que realmente foram.
7. Ele se torna sua vida
Para finalizar, a publicação diz que a estratégia de marketing do Facebook consiste em fazer com que os usuários passem cada vez mais tempo conectados. Somando tudo o que foi dito nos outros fatores, a autora Leyla Abdullayeva diz que o Facebook pode se tornar a própria vida dos consumidores — uma vez que na rede social é possível ser uma versão melhorada do que realmente se é.
Viu algum erro ou gostaria de adicionar uma sugestão para atualizarmos esta matéria?
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Se você é o tipo de pessoa que não tem estômago para os vídeos de violência explícita que muitas vezes circulam pelos feeds do Facebook, vai gostar de saber que a rede social começou a aplicar avisos sobre esse tipo de postagem na rede social. Os alertas impedem que as gravações sejam reproduzidas automaticamente e informam aos usuários que o conteúdo compartilhado pode “chocar, ofender e indispor” pessoas mais sensíveis.
O Facebook confirmou que a medida vem sendo implantada desde dezembro e que ela inclui também a introdução de um filtro que impede que vídeos e fotos visualmente impressionantes sejam exibidos para qualquer usuário que tenha se identificado como menos de 18 anos. A ação é consequência de uma controvérsia de longa data, reforçada em agosto de 2014 – quando circularam na rede imagens mostrando cabeças espetadas em varetas na Síria.
Entre as primeiras postagens afetadas pela nova política então os arquivos enviados que contém gravações da morte do policial Ahmed Merabet em Paris. No vídeo em questão, é possível ver o momento em que o oficial é atingido por tiros disparados por um dos envolvidos nos desdobramentos dos ataques à revista Charlie Hebdo.
Um passo pelas crianças
As regras do Facebook proíbem a postagem de material “compartilhado por prazer sádico ou para celebrar ou glorificar a violência”, mas também permitem que sejam mantidas online notícias e “imagens informativas” contendo decapitações e outros tipos de assassinado. Como a empresa permite que crianças a partir de 13 anos de idade se cadastrem na rede social, a questão da violência vem gerando vários debates nos últimos anos.
A companhia informou que as medidas se aplicam a materiais visuais que tenham sido reportados pelos usuários e cuja postagem seja considerada irresponsável. “Quando as pessoas compartilham coisas no Facebook, esperamos que elas o façam responsavelmente – inclusive escolhendo quem vai ver o conteúdo. Também pedimos que os usuários avisem o seu público sobre o que estão prestes a ver”, afirmou uma representante da empresa à BBC.
Segundo Will Gardner, chefe da Childnet International – organização que faz parte do quadro conselheiro do Facebook –, a atitude é um bom passo para ajudar a proteger o público. “Temos que reconhecer que as pessoas nem sempre se inscreve com sua idade verdadeira, e devemos estar atentos a isso. Mas é importante que medidas sejam tomadas para defender as pessoas de ter que ver conteúdos incômodos a que não desejariam se expor”, disse.
Achou pouco?
Ainda assim, o psicólogo Arthur Cassidy, da organização de prevenção de suicídios Yellow Ribbon Program, afirma que a rede social deveria implementar uma eliminação completa de vídeos e fotos com violência extrema. “No fim das contas, mensagens de alerta não vão impedir que os jovens vejam materiais desagradáveis e psicologicamente danosos. Sabemos que, se falarmos ‘não faça isso’, eles ainda vão querer fazê-lo”, ressalta.
Para ele, a disponibilidade desse tipo de conteúdo pode inclusive disseminar uma aceitação das práticas violentas entre os jovens suscetíveis. “Isso tem o potencial de influenciar comportamentos inapropriados naqueles que tiverem tendências a se tornarem agressores”, pontuou.
De acordo com a representante do Facebook, os engenheiros da empresa continuam buscando métodos para melhorar as medidas implantadas. Entre novidades vindouras podem estar o acréscimo de alertas a vídeos relevantes vindos do YouTube, o que ainda não foi possível fazer, além da inserção de avisos sobre fotos perturbadores que ainda estão disponíveis para usuários adultos.
Para tentar controlar ações ilegais na internet, tramita um projeto na Câmara dos deputados para punir quem utiliza perfis falsos em redes sociais. O Projeto de Lei 7.758/14 visa criminalizar o uso de falsa identidade na internet.
A proposta do deputado Nelson Marchezan Junior (PSDB-RS) é para modificar o artigo 307 do Código Penal que fala sobre atribuir falsa identidade para obter vantagem, prejudicar, intimidar ou causar danos a outras pessoas, em proveito próprio ou alheio.
A ideia é alterar o texto de maneira que inclua também crimes da mesma natureza que acontecem na internet ou qualquer outro meio eletrônico, especialmente em redes sociais. A pena, detenção, de três meses a um ano, ou multa, não seria alterada.
Tramitação
O Projeto de Lei ainda deve demorar um pouco para ser votado por conta de empecilhos burocráticos do fim da legislatura. Ele será arquivado dia 31 de janeiro, mas o autor foi reeleito e pode desarquivá-lo. Assim que o deputado fizer isso, o PL deve ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania para só então seguir para votação no Plenário.
Internet não é terra de ninguém
A Lei Carolina Dieckmann, nome pelo qual ficou conhecida a Lei de Crimes Cibernéticos (12.737/12), que entrou em vigor no começo de 2013, criminaliza a invasão de computadores ou roubo de senhas e arquivos. A pena prevista é de 3 meses a 1 ano de detenção.
Porém, segundo o deputado, apenas essa lei não é suficiente para qualificar todos os crimes ocorridos na rede mundial de computadores e é necessário complementar a legislação penal, tipificando o uso de falsa identidade.
O Projeto de Lei só visa punir pessoas que usam a identidade falsa para prejudicar outras pessoas, então, se você só usa algum nome engraçadinho no Twitter, provavelmente não tem motivo para se preocupar.
FONTE(S)
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Um programa de computador que analisa as "curtidas" no Facebook pode julgar a personalidade de um usuário melhor do que seus amigos ou sua família - segundo um estudo divulgado nesta segunda-feira.
A pesquisa, publicada nos Anais da Academia Nacional de Ciências, foi conduzido por investigadores da Universidade de Cambridge e da Universidade de Stanford. Analisando informações, os computadores podem ser melhores "juízes" das personalidades das pessoas e seus aspectos psicológicos, disseram os autores.
"No futuro, os computadores poderão ser capazes de inferir nossos traços psicológicos e de reagir em consequência, levando ao surgimento de máquinas com habilidades sociais e inteligência emocional", disse o principal autor do estudo, Wu Youyou, do Centro de Psicometria de Cambridge.
As descobertas também levantam preocupações acerca da privacidade, levando os autores que conduziram o estudo a pedir políticas que garantam aos usuários o controle total de seu rastro digital.
O estudo utilizou uma amostragem de 86.220 voluntários no Facebook que fizeram um teste de personalidade de 100 perguntas usando um programa chamado "myPersonality" (minhaPersonalidade). Também permitiram aos pesquisadores o acesso a seus "Likes" no Facebook.
No teste, os sujeitos se definiram a si mesmos em termos de abertura, escrúpulos, extroversão, agradabilidade e grau de neurose, os cinco maiores traços psicológicos.
Mas os investigadores encontraram que o perfil psicológico de uma pessoa também pode ser descoberto através das páginas que ele curte. Por exemplo, dar um "Curti" em opções como "Salvador Dalí" ou "meditação" pode sugerir um alto nível de abertura, explicaram.
O programa "myPersonality" também permite que os usuários convidem amigos e família a julgar características psicológicas completando um breve teste de personalidade de dez pontos. Mais de 17.000 pessoas do grupo original foram avaliadas por um membro da família ou um amigo, para efeitos de análise, e mais de 14.000 foram julgadas por duas pessoas.
O estudo demonstrou que um computador pode prever a personalidade de um usuário melhor que um colega de trabalho, baseado apenas em dez "Likes", aqueles ícones de um polegar para cima que os usuários do Facebook pressionam quando veem uma página ou um grupo que captam sua simpatia.
Em média, um usuário do Facebook marca "Curti" em 227 páginas, disse o estudo.
Miami, Estados Unidos
Via EmResumo
FONTE(S)
IMAGENS
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
O Instagram é o local onde muitas pessoas postam fotos do seu dia a dia: comidas, passeios, baladas, viagens etc. Mesmo assim, grande parte delas não quer que esses registros sejam acessados por qualquer usuário da rede. Para isso, existe a função de deixar o próprio perfil privado e inacessível por "não amigos". Contudo, de acordo com uma investigação, é possível acessar as tais fotos bloqueadas com apenas um link: o da própria foto.
Quem descobriu essa falha no Instagram foi a Quartz. O bug apresentou que as fotos postadas enquanto o perfil de um usuário estava público, antes de seu bloqueio, continuam sendo visíveis. Para acessar alguma delas, basta conseguir seu link público, pois ele não será desativado.
Caso você esteja pensando que isso viola os direitos de sua conta, você está enganado. Segundo os termos do Instagram, não há qualquer negativa sobre isso.
As opções de compartilhamento de fotos da rede social são um pouco complicadas. Outros serviços, como o Twitter, não permitem indexação de fotos privadas — e isso obriga que os usuários tornem uma foto pública para twittá-la.
FONTE(S)
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