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quinta-feira, 2 de julho de 2015

Quem é fã de robôs gigantes com certeza deve se lembrar bem do Kuratas, o primeiro mecha de verdade já criado – este, obviamente, feito no Japão. Mas ele não é o único veículo do gênero feito no mundo: enquanto a Suidobashi Heavy Industry lançava seu projeto milionário, a MegaBots estava desenvolvendo seu próprio robozão.
Agora, o que fazer quando já temos dois robozões gigantes prontos para a briga? Cair na porrada, é claro. E foi assim que o pessoal da MegaBots, com seu MegaBot Mk.II, veio desafiar o Kuratas e a Suidobashi para um duelo, no vídeo que você confere no início da matéria, em um campo de batalha a ser escolhido pela fabricante japonesa.
Briga de robôs? Só em 2016
Vendo o poder de fogo de ambos os robôs, no entanto, parece que o Kuratas está em uma clara desvantagem, não é? Não se preocupe, pois a empresa norte-americana levou isso em consideração. Assim, visto que ambos os robôs não foram criados especificamente para esse tipo de situação, as duas companhias terão um ano para adaptar seus mechas e prepará-los adequadamente para o combate.
Infelizmente, ainda não há nenhuma resposta da Suidobashi quanto ao desafio, mas, considerando que só se passou um dia desde a declaração, ainda há bastante tempo para uma reação da empresa. E torçamos que ela seja positiva – afinal, pouca coisa pode ser mais impressionante do que uma briga entre robôs em tamanho família, na vida real.
quinta-feira, 21 de maio de 2015
É uma das criações mais impressionantes da LG: um painel OLED de 55 polegadas que tem apenas 0,97 milímetros de espessura e pesa apenas 1,9 kg (£ 4,1). O painel é tão fino que ele pode ser preso à parede usando um tapete magnético, relata a agência de notícias Yonhap da Coréia.
Porém o novo display é muito mais fino do que os televisores OLED da LG, este provavelmente não incorpora o circuito que iria fazê-lo funcionar como uma TV, como a maioria dos produtos eletrônicos escondidos em algum lugar fora da tela.
Este painel “papel de parede” pode não ser um produto comercial, ele mostra a ambição da LG Display – a subsidiária LG que fabrica telas para a empresa, para avançar com a sua tecnologia OLED (diodo orgânico emissor de luz). Porque TVs OLED não precisam de retro iluminação, eles podem ser muito mais fino do que os tipos rivais de tecnologia.
No entanto, os displays OLED são difíceis de fabricar e rendimentos fracos levaram a preços exorbitantes para os consumidores. Rivais como Samsung e Sony têm mesmo escolhido se afastar da tecnologia. LG, no entanto, parece se dedicar a ela, como a empresa anunciou sete novos TVs OLED na CES no início deste ano. Com protótipos como este, é fácil ver por que eles continuam esperançosos sobre a tecnologia.
Rich Terrile poderia ser apenas mais um maluco com uma teoria a respeito do universo em que vivemos. Se esse fosse o caso, ele viraria notícia em sites de humor ou curiosidades, mas nada além. O problema é que o sujeito é diretor do Centro de Computação Evolucionária e Design Automativo no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA. Ou seja, ele pode saber do que está falando.
Qual é a teoria? Segundo Rich, vivemos em uma simulação controlada por uma espécie de "programador", em uma espécie de Matrix. Porém, nada de agentes ou Neo: o responsável pelo controle seria do futuro. A explicação é que a Lei de Moore, que cita a evolução no processamento de máquinas (ele dobra a cada dois anos) permite que isso seja teoricamente possível em algum momento.
O tal simulador seria capaz de criar a nossa realidade e simular o curso da humanidade por vários motivos, desde pura diversão até recriar momentos da História. O poder é tanto que ele seria capaz de controlar todas as bilhões de pessoas que vivem no mundo e fazer com que todas sintam, ajam e nunca desconfiem que estão sob controle. Por mais maluco que isso pareça, filósofos e outros cientistas, como Nick Bostrom, chefe do Oxford University Future of Humanity Institute, começaram a encarar esse conceito como algo possível.
Pegando a pílula azul
Em entrevista ao site VICE, Terrile afirma que nossa consciência é algo "mágico" e bem arquitetado demais para não ser fruto de uma simulação por computador. Segundo ele, a consciência pode ser passada para uma máquina em até trinta anos utilizando engenharia reversa em nosso cérebro ou evoluindo os circuitos a ponto de chegarem em nossa velocidade de sinapses.
"O mundo natural se comporta exatamente da mesma forma que o ambiente de Grand Theft Auto IV", viaja o cientista, afirmando que já estamos avançados em termos de simulação no sentido de fazer com que enxerguemos somente "o que precisamos ver quando precisamos ver". Ele ainda acredita em uma partícula fundamental e indivisível que é capaz tanto de gerar o universo de verdade quanto o simulado, criando um paralelo matemático que possibilita uma Matrix equivalente e realista.
"Eu encontro grande inspiração nisso [a teoria] e vou contar o porquê: ela me diz que estamos à beira de construir um universo simulado e que ele pode se tornar algo vivo dentro de uma simulação. (...) E nossas simulações podem criar simulações. O que acho intrigante é que, se existe um criador para nosso mundo no futuro e ele será nós, isso também significa que há um criador para o nosso mundo e ele também é composto por nós. Isso significa que somos tanto Deus quanto servos de Deus e que fizemos tudo. O que acho inspirador é que, mesmo em uma simulação com muitas ordens de magnitude até níveis de simulação, algo no caminho escapou da "sopa primordial" para virar a gente e isso resultou nas simulações que nos fizeram. E acho que isso é muito legal", conclui.
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Drones são aparelhos simplesmente incríveis. Eles são ágeis, fáceis de controlar, estão prontos para as mais variadas funções, conseguem voar a incríveis alturas e explorar diversos lugares... Pelos 20 minutos de bateria que eles suportam. Felizmente, esses robôs têm evoluído rapidamente desde que chegaram ao mercado, e o próximo passo do processo pode muito bem ser na direção de uma maior autonomia de voo.
A solução para isso estaria em um novo sistema desenvolvido pela Horizon Unmanned Systems: um drone movido a células de combustível de hidrogênio. Segundo a empresa, a ideia surgiu ao perceberem que os drones atuais possuem uma estrutura oca. “Nós agora somos capazes de usar esse espaço para, no lugar de ar, enchê-lo com um gás útil, que é o hidrogênio”, explicou Taras Wankewycz, diretor gerente da empresa.
Com isso, a autonomia de voo de um drone poderia aumentar drasticamente. Sem peso extra algum, por exemplo, um Hycopter (um protótipo de drone apresentado pela Horizon que utiliza células de hidrogênio) é capaz de voar em torno de 4 horas com uma carga. E mesmo com até 1 kg, o aparelho ainda se mantem em voo por até duas horas e meia.
É claro que há muitos fatores a considerar aqui, no entanto, como o custo de recarga de um dispositivo que utiliza uma bateria comum e outro que utiliza tais células. Da mesma maneira, o drone da Horizon ainda está em estágio de testes e só deve ser colocado a prova no fim do ano. Ainda assim, é bom saber que os drones dos próximos anos podem ser capazes de voar por mais de meia hora (e sem precisarem de mais três horas de carga para voltarem à ativa).
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quarta-feira, 13 de maio de 2015
Por mais eficiente que sejam os drones atuais, não há como negar que eles podem ser um tanto limitados. E o principal motivo está no fato de eles, em boa parte, dependerem de você para controlar cada um de seus movimentos. Um novo drone lançado recentemente, no entanto, promete ser tudo aquilo que você espera de um desses aparelhos, no futuro: um autômato voador de verdade.
O Lily, como é chamado, consiste em o que parece ser apenas mais um simpático drone. Mas a diferença já é notável na hora de colocá-lo em ação: no lugar de precisar de controles, tudo o que você precisa fazer é ligá-lo e arremessá-lo em pleno ar. O robô entra em funcionamento automaticamente, passando a seguir você para onde quer que vá e filmando tudo com sua câmera de 12 megapixels e 1080p de resolução a 60 quadros por segundo.
Para tal, o Lily conta com a ajuda de um pequeno controle remoto, que também serve de sinalizador para sua posição. Através dele, aliás, você consegue controlar os vários modos de voo do robô, que vão simplesmente de seguir para guiar, circular e voar em diferentes ângulos.
Novamente, lembramos que a ideia é ter apenas um mínimo de preocupação ao usá-lo – mas se quiser ter certeza se suas fotos estão bem-alinhadas, basta usar o app para celular oferecido pela empresa e controlar o drone.
Para aguentar qualquer perigo
Como se tudo isso ainda não fosse impressionante o suficiente, o Lily ainda traz com um bom número de características interessantes. Ele conta, por exemplo, com uma estrutura resistente e à prova d’água, que permite que você o leve para os lugares mais inóspitos possíveis.
Além disso, ele traz um sistema de estabilização extremamente inteligente, que o protege de quedas. E embora não possua um sistema de detecção para evitar colisões, ele compensa com um software que permite a ele pousar na palma de sua mão (o que é uma ajuda e tanto quando se está em um local sem um terreno plano e seguro).
Se interessou pelo Lily? Então é melhor preparar sua carteira e investir em um o quanto antes. Isso porque o aparelho, que chegará às lojas custando US$ 999 (3 mil reais, em uma conversão simples e sem impostos), está disponível por apenas US$ 499 (R$ 1,5 mil) durante seu período de pré-venda. Ainda não há uma data oficial para o lançamento do drone, infelizmente.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Se você costuma chorar por causa da bateria do seu celular, em breve será possível que as lágrimas se tornem sorrisos. Isso porque uma equipe de cientistas da Universidade de Stanford inventou a primeira bateria de alumínio de alto desempenho. Ou seja, ela tem o carregamento muito mais rápido, possui longo tempo de duração e ainda é muito barata.
"Nós desenvolvemos uma bateria recarregável de alumínio que pode substituir as existentes em muitos dispositivos, como as alcalinas, que fazem mal ao meio ambiente, e as de íon-lítio, que podem explodir", disse Hongjie Dai, professor de química na universidade. "Agora, as nossas baterias não pegam fogo, mesmo que você queira que isso aconteça".
A descoberta foi relatada no jornal científico Nature. Há várias décadas os pesquisadores tentam utilizar o alumínio como material de baterias, principalmente pelo seu custo baixo e capacidade alta de armazenamento. O desafio era encontrar materiais capazes de produzir voltagens suficientes após ciclos repetidos de carregamento e descarregamento.
Como ela funciona?
Essa "nova" bateria possui dois eletrodos: um ânodo carregado negativamente feito de alumínio e um cátodo carregado positivamente. A diferença, segundo Dai, é que eles "acidentalmente descobriram que uma simples solução seria usar grafite para o cátodo, que é basicamente carbono".
Para fazer a bateria funcionar, os pesquisadores uniram o ânodo de alumínio, o cátodo de grafite e um eletrólito líquido iônico dentro de uma “bolsa” revestida por polímero flexível. Em números, ela pode suportar mais de 7,5 mil ciclos de recarregamentos, enquanto uma típica de íon-lítio dura cerca de mil ciclos.
"Milhões de consumidores usam baterias AA e AAA de 1.5 volt. Nossa bateria de alumínio recarregável gera em torno de 2 volts de eletricidade. Isso é maior que qualquer pessoa já alcançou com este tipo de material antes", finalizou Dai.
Se você quiser acompanhar o anúncio da descoberta, clique aqui.
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terça-feira, 7 de abril de 2015
De acordo com um novo estudo publicado na Nature, pesquisadores nos EUA descobriram uma maneira de aperfeiçoar a maneira de andar dos humanos: um exoesqueleto. Ele reduziria a fadiga e ainda poderia melhorar a postura de quem fosse usar o aparato.
Acoplado na perna como uma bota de cano alto, o exoesqueleto reduz o custo energético de andar em cerca de 7% — isso sem utilizar uma bateria ou motor. Os usos para um aparelho como esse são bem variados. Ele pode servir tanto para pessoas que têm dificuldades para se locomover até militares que precisam andar em terrenos acidentados.
Gregory Sawicki, um dos autores do estudo e fisiologista da North Carolina State University, comentou: "Nosso estudo mostra que o ato de andar, uma tarefa comum ao humano, pode ser melhorado com tecnologia e engenharia".
Contudo, essa não é a primeira vez que algo similar foi criado. Há dois anos, outro grupo de pesquisadores construiu um sistema de ar comprimido que reduz o custo de energia em até 6%. Outros exoesqueletos também tiveram sucesso nesta tarefa. Porém, todos usavam algum tipo de bateria ou motor.
O dispositivo criado por Sawicki é muito leve, pesando entre 300 e 500 gramas, quase nada para a força de nossas pernas. Ele funciona replicando os movimentos musculares que saem do tendão de Aquiles. A redução do custo de energia é feita por meio de molas e "embreagens".
Se você ficou interessado em saber mais sobre o dispositivo, este é o link do estudo. Acima, você pode ver um vídeo mostrando como ele funciona quando acoplado em uma perna.
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A inteligência artificial e a construção de robôs estão cada vez mais sofisticadas. Os benefícios disso são extensos e inegáveis. Porém, alguém deve sair perdendo nessa história, e, ao que parece, isso inclui uma grande parte de nós.
Segundo uma pesquisa de Michael Osborne, professor da Universidade de Oxford, 47% dos empregados hoje nos EUA vão ser substituídos por robôs nos próximos 20 anos — principalmente aqueles que exigem foco repetitivo e em setores de automação.
A descoberta feita por Osborne veio por meio de uma análise de 702 profissões no país. As mais propensas a trocarem a força humana por robôs são as relacionadas aos serviços de comida, hospitalidade e saúde. Motoristas também entram na lista, já que a tecnologia de carros autônomos está batendo na porta.
Contudo, os funcionários de TI são os que menos devem sentir medo de perder o emprego. Há apenas uma chance de 19% de eles perderem o emprego. "É muito fácil desenvolver um algoritmo que faz pinturas ou peças musicais infinitamente. Porém, é muito difícil que um algoritmo saiba diferenciar as músicas boas das ruins", disse Osborne.
Apesar das notícias um tanto negativas, o professor relembra algo importante. O que vivemos hoje ainda é uma indústria antiga e com moldes seculares. Isso significa que, com a introdução da inteligência artificial e robôs, uma nova indústria vai ser formada, e novos empregos também vão surgir.
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segunda-feira, 30 de março de 2015
On segunda-feira, março 30, 2015 by Unknown in TECNOLOGIA Sem comentários
Tecnologia. Informação. Mundo conectado. A evolução não pára e o ano de 2015 apresenta boas perspectivas para a frenética indústria de TI. Dentre as tantas novidades que estão por vir, assistiremos, por exemplo, a uma corrida de desenvolvedores (e seus aplicativos), a ampliação da oferta de soluções e a abrangência da Internet das Coisas. Dentro desse dinamismo, destaco algumas tecnologias que julgo serem promissoras para o ano, colaborando ainda mais com a transformação do mercado.
A primeira delas é o Arduino, placa de prototipagem rápida para iniciantes em eletrônica. Presente no mercado há cerca de dez anos, ela permite o desenvolvimento de projetos que vão desde a programação do acender de uma lâmpada até a complexidade de uma casa inteligente (Internet das Coisas). Ainda, integrada à internet, funciona com arquivos de som e imagem. Sua utilização tem crescido bastante e ganhado evidência no que diz respeito à eletrônica caseira devido à simplicidade e à facilidade que oferece para o desenvolvedor.
Ainda, ganharão espaço no mercado tecnologias que promovam a flexibilidade. O Windows Azure, por exemplo, é uma plataforma de desenvolvimento na nuvem que permite hospedar banco de dados e máquinas virtuais fazendo com que toda a infraestrutura esteja fora da empresa. Os grandes benefícios que a tecnologia oferece são a disponibilidade e a escalabilidade – utilização da solução conforme demanda – e, ainda, sem a responsabilidade pela estrutura, gerenciamento do tamanho ou segurança dos dados.
As ferramentas de Big Data, como o IBM Cognos, também terão destaque no ano vindouro. De acordo com a International Data Corporation (IDC)¹, Big Data e Analytics responderão por um mercado de 125 bilhões de dólares, em 2015. Tais soluções agrupam um volume gigantesco de dados - geralmente proveniente da internet ou interação humana em redes sociais – e permitem o cruzamento inteligente dessas informações de forma a gerarem valor ao cliente. Desta forma, permitem sua utilização alinhada aos objetivos estratégicos da empresa.
O crescimento do uso de dispositivos e aplicações móveis seguirá demandando plataformas de desenvolvimento que comportem os principais sistemas operacionais do mercado (IOS, Windows e Android). Para este fim, existem diversas ferramentas que auxiliam a criação de “multiplataformas”, como o Xamarin, que otimiza o tempo de desenvolvimento das aplicações, tornando-as, ainda, compatíveis com diferentes dispositivos. Outra ferramenta disponível é a nova versão do Visual Studio, da Microsoft, que utiliza a plataforma Apache Cordova para essa mesma finalidade.
?Além das soluções abordadas, no próximo ano muito será falado sobre a novidade que vem para ficar: tecnologias que proporcionam interação homem-máquina por meio de realidade aumentada e óculos de realidade virtual (3D). Elas podem ser integradas com Internet das Coisas e o ganho em experiência do usuário é riquíssimo, podendo ser aplicado em: medicina, simulações de voo e laboratórios de pesquisa & desenvolvimento, por exemplo. A partir da evolução dessa tendência e tecnologia, presenciaremos o surgimento de ferramentas inovadoras.
Isso é apenas uma pequena parte de tudo o que está por vir. Para o próximo ano, podemos esperar grandes avanços nos mais diferentes setores, que certamente serão apoiados pela tecnologia e as inúmeras possibilidades que ela permite. Aos profissionais da área, bom trabalho!
Artigo escrito por Carlos Rafael, professor de programação web da BandTec.
segunda-feira, 23 de março de 2015
A Boeing é uma empresa muito conhecida por causa de suas aeronaves. Entretanto, poucos sabem que ela também investe na criação de sistemas pensados na defesa de seus veículos aéreos. Uma das últimas patentes registradas pela companhia mostra essa preocupação e também sugere que alguém está assistindo muitos filmes de ficção científica por lá.
O documento, intitulado “Método e sistema para atenuação de ondas de choque através de arco eletromagnético”, possui uma descrição que parece ter sido tirada do roteiro de Star Wars. A tecnologia parece bastante promissora, mas ainda não saiu do papel.
“Um veículo armado em uma região dominada pela guerra precisa estar protegido das ondas de choque. Um explosivo que detone perto dele vai liberar fragmentos e ondas de choque. Sensores que o equipam vão detectar a explosão e determinar a sua direção de origem baseado nas luzes emitidas pela explosão.
Imediatamente, o sistema anti-ondas de choque é ativado e fontes de laser criam pulsos de alta intensidade na direção da explosão, ionizando o ar e formando o que é chamado de Canal de Plasma por Indução a Laser. Esse componente difere do ar ambiente em densidade, temperatura e composição, e é capaz de fazer com que parte das ondas de choque reflitam, refratam e sejam absorvidas.
Assim, o veículo fica a salvo de sofrer danos consideráveis. A técnica também pode ser usada para proteger estruturas fixas, como prédios, veículos marinhos e aeronaves."
.....
Apesar de surpreendente, a Boeing não informa quando pretende colocar em prática essa patente. Será que no futuro teremos escudos de força que nem os vistos nos filmes de George Lucas?
quinta-feira, 19 de março de 2015
On quinta-feira, março 19, 2015 by Unknown in TECNOLOGIA Sem comentários
A tecnologia de segurança a partir da biometria é tida como uma das mais avançadas da atualidade. Já presente em computadores e até mesmo em smartphones, os leitores de digitais dispensam o uso de senhas quilométricas para a proteção dos aparelhos. Contudo, nem todos os usuários têm acesso aos sensores; digitar sequências de letras e números para o desbloqueio de telas, acesso a contas de email e a redes sociais é exercício cotidiano dos internautas.
Mas um dispositivo USB promete colocar fim aos exercícios de memorização. Idealizado pela iTouch ID, o dispositivo homônimo é tipo como o menor acessório do mundo capaz de realizar a autenticação por meio da leitura da ponta dos dedos de seus usuários. O dispositivo possui padrão AES-256 e, segundo Alexey Kim, seu código de segurança é “inquebrável” .
Compatível com Windows e Mac, o periférico conta também com um design diferenciado: forjado em corpo de alumínio, o iTouch ID é resistente e pode ficar acoplado em uma porta USB “para sempre”. É que, diferente de outros acessórios que executam função semelhante, as dimensões do aparelho são reduzidas – não é preciso remover a extensão quando, por exemplo, o transporte do notebook é feito.
Além de travar a tela inicial do computador, o acessório pode ser configurado de modo que as senhas para login junto de serviços online sejam dispensados (basta configurar o iTouch ID para que Facebook, Outlook, Twitter e demais contas passem a ser acessadas por meio da leitura de digitais; até mesmo pastas podem ser protegidas pela encriptografia do aparelho).
Não é possível, porém, ainda comprar o equipamento. É que a produção do iTouch ID só poderá ser massificada se o montante de US$ 67 mil for emplacado via Kickstarter – até este dia 19/03, pouco mais de US$ 7 mil já tinham sido arrecadados. A campanha fica aberta para os próximos 30 dias (saiba mais sobre o projeto nesta página, em inglês).
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On quinta-feira, março 19, 2015 by Unknown in ARMAS DE FOGO, TECNOLOGIA, TECNOLOGIA MILITAR Sem comentários
Se você costuma assistir a filmes de ação, já deve ter visto a famosa Winchester Model 12 em ação. Essa arma, comumente referenciada como “shotgun” (ou “12”, no Brasil), é bastante lembrada por causa do movimento realizado para carregar uma nova bala em seu complexo mecanismo. Se você cresceu imitando o seu ator preferido empunhando essa icônica arma, provavelmente vai curtir o vídeo que abre esta matéria.
Na reprodução, Larry Potterfield, fundador e CEO da MidwayUSA, faz um corte em uma Winchester Model 12 para mostrar o funcionamento da arma de dentro para fora. Segundo ele, essa é uma das espingardas mais populares que existe, aspecto que provavelmente o motivou para realizar essa façanha.
Mesmo que você não entenda nada do que é dito no vídeo, vê-lo vale a pena. Afinal, não é todo dia que temos a oportunidade de ver como uma das armas mais usadas nos em filmes e seriados funciona por dentro.
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terça-feira, 17 de março de 2015
Você já viu drones inspirados na Millenium Falcon de Han Solo e também nas Tie-Fighters dos soldados imperiais. Agora, a grande estrela dos voadores é a Speeder Bike — aquela mesma que ficou famosa nas perseguições entre soldados e também pelos irmãos Organa-Skywalker pelas florestas de Endor. E, para deixar tudo ainda mais legal, estes drones ainda são equipados com os Scout Troopers.
O drone Speeder Bike foi montado sobra uma estrutura de um quadricóptero e pode voar com bastante estabilidade. Ele ainda traz uma câmera integrada para gravar todas as manobras que forem realizadas e também para mostrar ao piloto o que está no caminho — uma vez que o controle é feito remotamente, é claro. Vale dizer que o criador usou uma Speeder Bike de brinquedo para o projeto, e é daí que o “Piloto” foi retirado.
Além do vídeo que está no topo desta notícia, você também pode acessar a página do projeto para conferir todos os detalhes que foram organizados pelo criador. Se você é um fã de Guerra nas Estrelas, certamente vai ficar com vontade de criar a sua própria Speeder Bike Imperial para pilotar pelas florestas de Endor — ou pelo quintal da casa do seu avô.
quinta-feira, 12 de março de 2015

O nome “DJI” pode não ser muito conhecido para você, mas o drone Phantom, fabricado por essa marca, muito provavelmente já cruzou seu olhar no mundo real ou virtual. Essa empresa e seu icônico drone têm chamado muita atenção nos últimos dois anos. A DJI se tornou a maior fabricante desse tipo de equipamento no mundo e, em 2014, arrecadou cerca de US$ 500 milhões, quatro vezes mais que em 2013.
A expectativa da empresa seria alcançar a marca de US$ 1 bilhão em 2015, se tornando então a primeira fabricante de drones no mundo a chegar a esse número em suas receitas anuais. De acordo com o The Verge, até o momento, a DJI está no caminho para conseguir esse feito neste ano.
Para manter sua liderança de mercado, a empresa estaria pela primeira vez tentando levantar capital em grande quantidade no Vale do Silício, EUA, para investir em criação e novos produtos. A companhia poderia expandir ainda mais suas atividades e se tornar mais conhecida. Ainda não há números concretos sobre esse possível levantamento de investimentos nem de quais companhias da região a DJI conseguiria os valores que precisa.
Contudo, essa jogada parece minimamente lógica, uma vez que as principais concorrentes estão fazendo o mesmo para tentar alcançar a DJI. A marca de drones foi criada em 2006 e, hoje, tem mais de 2,8 mil colaboradores em sedes de seis cidades diferentes espalhadas pelo globo.
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Finalmente, sabemos os preços e as datas de lançamento do Apple Watch. Por isso, alguns dos futuros donos têm certas perguntas na cabeça que podem parecer óbvias. Porém, elas não são. E a principal delas é: "O que vai acontecer com o relógio inteligente quando acabar a bateria do meu iPhoneque está pareado?".
Segundo a Apple, o Watch vai ter 18 horas de autonomia — e este número pode ser bem superior ao do seu iPhone. E, ainda de acordo com a fabricante, a pergunta sobre o que vai acontecer com o relógio inteligente quando a bateria do smartphone acabar tem uma resposta simples: todas as funcionalidades que são baseadas em conexão de rede não vão funcionar.
Especificamente, o que acontece?
- O Watch não vai ser capaz de fazer ou receber ligações
- Apps como o Facebook e Twitter não vão ser atualizados — vão ficar estáticos
- Você não vai receber email ou outras mensagens
- O recurso Sketch, que permite enviar desenhos para amigos, vai parar de funcionar
- O recurso que permite que você envie os seus batimentos cardíacos também vai parar de funcionar
Contudo, outros recursos vão continuar ativos, como o Apple Pay, ouvir músicas na memória interna, apps de exercícios e medidas biométricas. Outros smartwatches também exigem conexão com um smartphone para realizar a maioria das funções. Contudo, já existem gadgets que funcionam sozinhos para realizar ligações e conexões, como o Samsung Gear S (R$ 1,3 mil) e o LG Watch Urbane LTE.
O Apple Watch, na sua versão mais barata, custa US$ 349 — um pouco mais de mil reais, em conversão direta e sem impostos ou taxas; no Brasil, deve chegar com um preço bem mais alto.
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segunda-feira, 9 de março de 2015
Foi no início de setembro do ano passado que a Apple decidiu apresentar os relógios inteligentes Apple Watch. Três modelos diferentes — Watch, Watch Sport e Watch Edition (com ouro 18 quilates) — foram apresentados na ocasião, sendo que todos eles contam com design bem similar, havendo diferenças visíveis no acabamento. Um dos destaques do aparelho está na Digital Crown, que prometia revolucionar os conceitos presentes no mercado.
Mas muita coisa ficou em aberto na ocasião. Quais seriam os preços de cada modelo apresentado? Quando eles realmente vão ficar disponíveis para o consumidor? Tudo isso demorou seis meses para ser respondido, mas a verdade é que as respostas acabam de chegar para todos. Pois é, a Apple finalmente trouxe as respostas para tudo o que os consumidores mais esperavam.
E não será preciso esperar muito, pois os primeiros relógios Apple Watch vão chegar às lojas já no dia 24 de abril (com pré-venda a partir de 10 de abril). Além dos Estados Unidos, também serão levadas as novidades para Austrália, Canadá, China, França, Alemanha, Hong Kong, Japão e Reino Unido — outros mercados, como brasileiro, devem demorar mais alguns meses para receberem o aparelho. Confira agora mesmo os preços de cada um dos modelos disponíveis.
- Apple Watch (38 mm): de US$ 549 a US$ 1.049 (valor varia de acordo com as pulseiras)
- Apple Watch (42 mm): de US$ 599 a US$ 1.099 (valor varia de acordo com as pulseiras)
- Apple Watch Sport (38 mm): US$ 349
- Apple Watch Sport (42 mm): US$ 399
- Apple Watch Edition: a partir de US$ 10 mil
Vale dizer que o modelo tradicional será finalizado com aço inoxidável, enquanto o Sport conta com a leveza e a resistência do alumínio. Por fim, o Watch Edition terá acabamento em ouro — o que explica o preço cobrado pela fabricante — e estará disponível em um número bem reduzido de lojas ao redor do mundo.
Pulseiras
Também foram anunciados os preços das pulseiras do sistema. Há modelos "Band" com pulseira plástica, "Loop" com feixo magnético e "Bunckle", que conta com fivelas para a fixação.
- Sport band: US$ 49
- Milanese loop: US$ 149
- Leather loop: US$ 149
- Classic buckle: US$ 149
- Modern buckle: US$ 249
- Link bracelet: US$ 449
Novidades
Já se sabia que Watch e Watch Edition seriam criados com tela revestida com painéis de cristal Safira, mas o Sport foi mesmo confirmado com um material menos resistente, sendo o mesmo encontrado nos iPhones 6 e 6 Plus. Assim como já era conhecido o Digital Crown e os sensores integrados. O que ainda estava em questão era a duração da bateria do aparelho, uma vez que a própria fabricante fez mistério sobre isso.
Hoje, a Apple revelou que o Watch conta com bateria bem potente, o que pode garantir autonomia de até 18 horas de utilização sem qualquer problema. Ou seja, em sincronia com os smartphones, os consumidores poderão desfrutar de um bom período de utilização e de distância das tomadas e dos carregadores.
Precisão e personalização
Tim Cook afirma que a precisão do aparelho é extrema e totalmente capaz de deixar os consumidores sem nenhum atraso em seus compromissos. Vale dizer que isso não precisa ser mostrado de modos únicos, pois são diversas formas diferentes de mostrar os horários, desde os digitais até os simuladores relógios analógicos, que ainda assim trazem muita interatividade.
Também é preciso dizer que a Apple promete total personalização das interfaces — com adição de mostradores de diversas naturezas na interface principal. Além de tudo isso, também há muita funcionalidade, pois ele é capaz de receber mensagens, atender a ligações no iPhone conectado, ler emails e acessar conteúdos multimídia. Tudo isso — e todas as notificações — diretamente pela tela do acessório.
Esporte e saúde
Como era esperado, a Apple trouxe também diversos recursos de medição de atividades físicas para o Watch. É possível ter acesso a gráficos completos das atividades, assim como criar relatórios semanais e montar escalas de objetivos. Com a ajuda do medidor de batimentos cardíacos ainda é possível ter acesso ao número de calorias gastas em cada atividade.
Hora da ação
Todos esperavam pela demonstração de aplicativos exclusivos para o Watch e isso aconteceu no evento de hoje. Depois de falar brevemente sobre o SDK do aparelho, a empresa mostrou um pouco mais sobre como é utilizar ele de verdade — isso é, em situações reais. A fabricante mostrou a integração com o Apple Pay e com diversos serviços online, incluindo a assistente pessoal Siri.
Outra demonstração bem legal foi sobre as ligações. Ao contrário do que se imaginava, o “atender a ligações” não é apenas sobre pressionar algum botão e retirar o telefone do bolso. Isso porque o Watch possui sensores integrados que permitem que as conversas sejam feitas diretamente por ele.
E não para por aí! Com o relógio torna-se possível utilizar aplicativos de caronas, realizar check-in em viagens aéreas ou hotéis, enviar mensagens para os contatos e ter acesso a informações completas sobre os mais diversos assuntos — dependendo apenas dos desenvolvedores para que isso se torne cada vez mais presente.
Vale lembrar que ele tem integração com o Shazam. No evento, a Apple mostrou que isso permite não apenas a identificação das canções que estão sendo tocadas, mas também traz a sincronização das letras para que os usuários possam acompanhar a cantoria.
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Enfim, a Apple revelou as novidades que faltavam para que os consumidores pudessem ter certeza se desejam adquirir o modelo da Apple ou se vão optar por outros competidores. Ainda falta ver os apps de terceiros em funcionamento, mas certamente o mercado vai voltar a se agitar. Será que vale a pena investir nos novos dispositivos?
sábado, 7 de março de 2015
On sábado, março 07, 2015 by Unknown in TECNOLOGIA Sem comentários
Se você sempre quis ter um amigo robô, mas nunca foi muito fã daquelas caras medonhas dos Furbys, essa é sua chance: o projeto Ringo está no Kickstarter. “Ótimo, mas o que é o Ringo?”, você deve estar se perguntando. A pequena máquina funciona como se fosse um animal de estimação robótico.
O bichinho parece um besouro e possui uma variedade de hardwares que permitem que ele pareça estar vivo, incluindo um processador Arduino UNO. Além disso, o pequenino está equipado com um acelerômetro, um giroscópio (ambos de três eixos), um sensor de linhas e bordas, três sensores de luz ambiente, seis LEDs RGB e um alto-falante para produzir sons.
Dê uma olhadinha no que ele pode fazer:
Como se não fosse o suficiente, há também um controle remoto para que você possa comandá-lo diretamente. Ringo vem com 10 comportamentos pré-carregados, mas você pode programar outros e adicioná-los ao robozinho. Plum Geek, criador da obra, diz que é muito simples moldar a personalidade de sua invenção, tanto que seus filhos fazem isso com frequência.
O idealizador de Ringo pretendia levantar cerca de US$ 12 mil (R$ 36 mil) no Kickstarter, mas já passou muito disso e atualmente conta com mais de US$ 42 mil (R$128 mil) para tocar o projeto, sendo que ainda faltam 14 dias para encerrar os investimentos. Cada robô está sendo vendido por US$ 89 (R$ 272), e eles começarão a ser enviados em maio.
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sexta-feira, 6 de março de 2015
Que a realidade virtual é o futuro, todos nós já sabemos. Contudo, apesar de algumas tecnologias já serem disponibilizadas ao público — como a Samsung Gear VR e o Google Cardboard —, o presente é apenas um flerte à VR. O conteúdo é escasso, e muitas pessoas relatam problemas como náuseas ao utilizar os gadgets existentes.
Igual a todo passo evolutivo, quando os gadgets Oculus Rift e Sony Morpheus chegarem ao mercado, provavelmente muitos pontos negativos já estarão eliminados. A ideia é libertar cada vez mais as mãos dos usuários das correntes de teclados, mouses e controles — tudo para aumentar a sensação de imersão.
Algumas empresas já se encontram neste patamar de desenvolvimento, mirando apenas o futuro da realidade virtual. Uma delas é a Roto, que está desenvolvendo um produto homônimo: uma cadeira motorizada voltada para pareamento com dispositivos VR.
Como ela funciona
A Roto possui uma plataforma base com controles acionados pelos pés do usuário. Assim, é possível controlar a direção e a velocidade do assento giratório. Apesar de ainda ser um "controle", o fato de ficar nos pés e causar a sensação de movimento no corpo é um grande avanço quando comparado aos mouses e teclados.
De acordo com os desenvolvedores, a Roto dá a sensação de liberdade que ainda não alcançamos por causa dos fios. Além disso, ela não causaria náuseas nos usuários, pois o movimento ajudaria a minimizar a vertigem.
Contudo, a equipe por trás da cadeira precisa de fundos para fazer o negócio virar. Por isso, a Roto vai ser lançada no Kickstarter, com a sua campanha indo para site no dia 12 de março. O plano é vender a plataforma e a cadeira por menos de US$ 130 (R$ 400). Outros planos também vão ser colocados e o valor será aumentado. Por exemplo, será possível adicionar câmeras como Oculus DK2 e outros periféricos.
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quinta-feira, 5 de março de 2015
Se você assistia a filmes como Star Wars e imaginava com o dia em que armas laser teriam utilidade prática nos campos de batalha, então saiba que isso está muito mais perto de se tornar real do que você imaginava. A fabricante de produtos aeroespaciais Lockheed Martin vem trabalhando com uma tecnologia do tipo que é capaz de parar veículos sem utilizar armas de força letal.
O novo laser de fibra óptica da empresa, chamado ATHENA, recentemente vem passando por exames práticos e demonstrou ser capaz de perfurar o capô e o tubo de distribuição do motor de uma caminhonete que estava a mais de 1,6 quilômetro de distância. Para o propósito do teste, o automóvel estava com o motor e transmissão em funcionamento, mas foi erguido por meio de um aparato para que ficasse parado.
Eficiência sem explosões
Diferentemente do que vemos nos filmes norte-americanos, o disparo do laser simplesmente fez um buraco incandescente no ponto atingido e causou parada total do funcionamento do veículo. Os lasers são atrativos para os militares por conta de seu longo alcance, possibilidade de atingir alvos em solo ou no ar e munição extremamente barata – a eletricidade – em comparação com os armamentos mais tradicionais.
Um possível uso para a novidade seria a proteção de pontos de infraestrutura e bases militares, impedindo veículos explosivos que estejam se aproximando em alta velocidade sem a necessidade do uso de força letal. O ATHENA é baseado em outro sistema da Lockheed chamado ADAM, que foi desenvolvido para derrubar foguetes inimigos em pleno ar.
A novidade usa a tecnologia de Combinação Espectral de Feixes, que envolve apontar múltiplos módulos de laser e apontá-los na mesma direção – o que resulta em um raio laser único, com grande poder destrutivo. Se você continua com a referência a Star Wars na cabeça, há de concordar que a técnica soa muito parecida com o funcionamento da Estrela da Morte, o que serve para exemplificar que a teoria usada no ATHENA já é razoavelmente datada.
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