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quinta-feira, 2 de julho de 2015

On quinta-feira, julho 02, 2015 by Unknown in    Sem comentários

O lugar é pequeno, entram poucas pessoas por vez e pouca gente lá fora sabe realmente o que esperar do conteúdo, mas todos continuam posicionados em uma linha de visitantes que parece não ter fim. Poderia ser uma fila de balada ou de um parque de diversões, mas estamos falando do "site mais exclusivo do mundo".
Most Exclusive Website é uma página da internet que só permite um visitante por vez. Essa pessoa tem direito a olhar o endereço por apenas 60 segundos e ir embora (ou entrar novamente na fila). Clique aqui para gerar o seu passe.
No momento de publicação desta matéria, havia 9.320 pessoas na fila na frente deste redator. O ingresso do Xinfortec é o de número 154.438, indicando o número de visitantes que já solicitaram a entrada. O número de bilhetes gerados e atendidos não bate porque nem todos têm paciência para aguardar.
O layout é minimalista, até tosco. Se você atualizar ou fechar a página, perde o ticket. Se deixá-la minimizada e se esquecer de voltar para a fila, seu tempo de acesso corre o risco de acabar.
A cada um minuto, um novo ticket é gerado para quem quiser aguardar. O conteúdo? Há quem diga que são apenas fotos aleatórias de um "famoso animal da internet", mas poucos são os que têm tempo livre para aguardar.

Qual a necessidade disso?

O criador do site exclusivo é o programador Justin Foley, que quer mostrar justamente como ele é capaz de fazer uma página que é o exato oposto da internet — que, supostamente, é algo livre, de alta capacidade de visitas e acessível sem qualquer tipo de fila. O projeto não é exatamente novo, mas voltou a surgir em cantos famosos da internet, como o Reddit, e reconquistou o destaque.
Além disso, uma mensagem no topo da página logo quando ela é aberta serve como reflexão: "Muita gente quer ser exclusiva" (ou ter exclusividade). Por qual motivo? Às vezes, isso não importa. O importante é estar lá.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

On quinta-feira, maio 21, 2015 by Unknown in , ,    Sem comentários

                Se comportar mal na escola, burlar as regras e dar um “jeitinho” de conseguir coisas proibidas não são características valorizadas durante a nossa vida estudantil, não? Contudo, foi por conta disso que o britânico Jack Cator conseguiu criar uma empresa – a Hide My Ass – que foi vendida por 40 milhões de libras (cerca de R$ 188 milhões).
A Hide My Ass é uma pioneira em VPN – uma rede privada que permite furar alguns bloqueios e navegar anonimamente pela internet – e foi vendida para a AVG, a famosa empresa de antivírus. Contudo, Jack não teve a ideia depois de estudar na universidade. O serviço internacional surgiu por conta de uma regra de sua escola, em 2005.

Burlar uma regra escolar garantiu um negócio de quase R$ 200 milhões

A escola de Jack, em Norfolk – leste da Inglaterra –, proibia o uso da rede por alunos para acessar sites de músicas e jogos, e o estudante não gostava disso. Cator tinha 16 anos de idade na época, mas já conhecia conceitos básicos de informática, que utilizou para montar uma alternativa para poder utilizar a internet da instituição de ensino para outros propósitos.
A solução mais simples era utilizar uma VPN já existente. Entretanto, o aluno não gostou da qualidade do que encontrou pela web e decidiu tentar criar o seu próprio serviço. “Eu achei que seria engraçado furar o bloqueio da escola”, disse Jack Cator, agora com 26 anos de idade e multimilionário.
Tudo o que ele precisou foi de um computador e uma tarde no sofá de seus pais para criar o cômico Hide My Ass – “Esconda o meu Traseiro” –, o seu próprio site de VPN, em que, durante dez anos, ele foi o primeiro e o único chefe.

Sucesso muito além do esperado

O que o estudante de 16 anos não esperava era que sua solução relativamente simples faria um sucesso absurdo em pouquíssimo tempo. Ele já conhecia sobre formas de fazer dinheiro na internet e as utilizou para promover seu novo serviço, como comentar sobre ele em fóruns e outros sites.
A Hide My Ass conseguiu lucros com uma forma de negócio chamada de “mercado de afiliados”. De uma maneira resumida, Jack ganhava dinheiro toda vez que um usuário comprava algo através da VPN, como uma forma de comissão.
Em menos de um mês, o Hide My Ass já tinha centenas de milhares de usuários e já arrecadava uma quantia de 15 mil libras por ano (cerca de R$ 70 mil). “Eu me surpreendi como se espalhou tão rápido. Eu nunca fiz um plano de negócios ou algo do tipo”, alegou Cator.
“Eu fiz tudo em uma tarde. Mas, se as pessoas acham que é uma boa causa, vão compartilhá-lo”, disse Jack. A empresa se tornou uma das maiores do mundo inteiro quando o assunto é VPN, sem precisar de nenhum investidor externo.

Seguindo a carreira promissora

Depois de arrecadar uma grana, Jack Cator investiu na faculdade de informática, mas a largou em 2009 para se dedicar ao Hide My Ass. No mesmo período, ele criou uma versão paga para a VPN, que agrega mais de 200 mil pessoas hoje, além das mais de 2 milhões que utilizam a versão gratuita.
Para continuar o crescimento da empresa, o fundador precisou contratar alguns funcionários, mas optou por um regime diferente. Jack vasculhou na internet para encontrar pessoas que trabalhassem com um modelo de freelance para contribuir no site. Portanto, ele tinha funcionários na Ucrânia e na Sérvia, sendo que nunca os havia visto pessoalmente.
“Uma das coisas que me arrependo é de não ter aberto um escritório físico e tornado o Hide My Ass de fato uma empresa antes”, segundo Jack Cator, que percebeu as limitações deste sistema.
“Quando você cresce rapidamente, contratar pessoas de fora não é o ideal por conta de problemas de confiança. Em certo momento, eu tinha pessoas trabalhando para mim de até oito países diferentes, e você realmente não as conhece”, desabafa o CEO da Hide My Ass.
A gota d’água foi quando um dos freelancers quis criar uma companhia rival. Foi aí que Jack resolveu trazer todos os seus funcionários para o mesmo local físico, em Londres, com filiais em Kiev e Belgrado. A empresa tem quase 100 funcionários hoje, número que deve aumentar ainda mais nos próximos anos com a compra da AVG.

Empresas de VPN: bom ou ruim?

Uma das vantagens de se navegar através de uma VPN é a possibilidade de furar bloqueios como os que certos países impõem sobre a internet nacional, bloqueando muito conteúdo exterior. Além disso, quando você navega anonimamente, se protege também contra hackers e outras pessoas com má intenção.
Contudo, há um lado ruim também. Da mesma maneira que ela pode protegê-lo contra hackers, a VPN também pode mascarar atividades ilegais de outras pessoas. Jack defende que a empresa dele não beneficia essas atividades mais do que outras, sendo apenas algo que não pode ser controlado.
Com a visão de crescimento no horizonte por conta da compra pelo AVG, o fundador diz que o nome jocoso foi um excelente aliado para o sucesso. “Assim que as pessoas ouvem, não esquecem mais”, alega Cator.
On quinta-feira, maio 21, 2015 by Unknown in , ,    Sem comentários

        WhatsApp... Este nome já não é novidade para ninguém, pois se trata de um dos aplicativos mais utilizados em todo o mundo — sendo sucesso absoluto também nos smartphones brasileiros, independente do sistema operacional utilizado. Mas é claro que você deve saber que ele é também um dos aplicativos que mais chama a atenção dos curiosos de plantão, não é mesmo?
Felizmente, existem muitas formas de fazer com que bisbilhoteiros fiquem distantes de todas as informações trocadas no seu WhatsApp. Pois é, com alguns rápidos passos é possível fazer com que a privacidade do WhatsApp seja aumentada em muitos níveis. Está curioso para saber como? Então confira nossas dicas agora mesmo e torne seu aparelho imune aos olhos dos enxeridos.

1. Esconda as fotos da galeria

Se você participa de grupos no mensageiro, certamente não quer que ninguém saiba o que se passa na sua galeria de imagens, não é mesmo? Pois é muito fácil fazer com que os arquivos salvos no smartphone fiquem invisíveis para os olhos dos amigos que estão por perto — ou mesmo que estejam usando o seu aparelho por qualquer que seja a razão. E isso pode ser feito em qualquer aparelho Android.
Tudo o que você precisa fazer é acessar a pasta de imagens do WhatsApp e criar um arquivo com qualquer nome e que esteja com a extensão “.nomedia” — “galeria.nomedia”, por exemplo. Isso pode ser feito por meio de um computador ou mesmo pelo smartphone, desde que você possua algum gerenciador de arquivos instalado, como o ASTRO ou o ES File Manager.
De qualquer modo, você só precisará localizar o diretório correto. Para isso, acesse a raiz do aparelho e navegue até “WhatsApp\Media\WhatsApp Images”. Caso você tenha um cartão de memória externa em seu dispositivo, é possível que o processo deva ser repetido nos dois diretórios existentes — um da memória interna e outro no cartão.

2. Bloqueie o WhatsApp com padrões

O WhatsApp não possui um sistema de bloqueio autônomo. Isso significa que, assim que os aparelhos têm a tela desbloqueada, qualquer pessoa pode ver tudo o que se passa no mensageiro instantâneo. Mas existem alguns aplicativos de terceiros — como visto aqui — que fazem um trabalho bem interessante, adicionando uma camada extra de proteção para o programa de conversas.
Um bom exemplo disponível atualmente é o “Bloquear Whats Messenger”, que permite a criação de senhas adicionais para a utilização de qualquer aplicativo — o que inclui o WhatsApp, é claro. Depois de instalar este app e habilitar a proteção, você precisará sempre inserir os códigos para que seja possível ter acesso às conversas e aos grupos criados no WhatsApp.

3. Esconda sua foto de perfil

Se alguém adicionar o seu telefone por engano na lista de contatos, poderá ver sua foto de perfil no WhatsApp sem qualquer dificuldade. Mas existe um modo muito simples de esconder essa informação de pessoas não autorizadas, garantindo que sua privacidade seja garantida facilmente — afinal de contas, você não quer que estranhos tenham acesso às suas imagens, não é mesmo?
Impedir a visualização disso é bem simples. Tudo o que você precisa fazer é acessar as configurações do aplicativo e então escolher “Conta > Privacidade”. Após isso pressione a opção “Foto do perfil” e escolha quem pode visualizar a sua imagem. Além de “Todos”, também existe a opção “Meus contatos” (ficando disponível apenas para quem está na sua lista) e “Nenhum” (que bloqueia a fotografia para qualquer pessoa).

4. Envie suas conversas por email

O WhatsApp realiza backups automáticos das suas conversas, mas isso acontece localmente — no seu próprio aparelho. Para fazer com que algumas delas possam ser salvas com mais segurança, você pode fazer o envio delas para o seu próprio email. Isso permite ainda que as conversas sejam apagadas do smartphone e não sejam acessadas por alguém que teve acesso a ele.
Há dois modos de fazer isso. Um deles é por meio do caminho “Configurações > Opções de conversa > Enviar conversa por email”, mas também é possível apenas manter o ícone de conversa pressionado e então escolher a opção “Enviar por email”. Depois disso você será questionado acerca da anexação de mídias e o backup será realizado rapidamente.

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Você já conhecia todas essas formas de aumentar a privacidade do WhatsApp no seu smartphone? Com essas dicas, você certamente está mais seguro ao usar o aplicativo e também ficará mais longe dos olhos dos bisbilhoteiros de plantão. Será que existe mais alguma forma de fazer com que o aplicativo fique imune a eles?
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quarta-feira, 8 de abril de 2015

On quarta-feira, abril 08, 2015 by Unknown in    Sem comentários



                  Ele tem apenas 16 anos. Vai para a escola como um garoto normal, mas seu rendimento é muito menor do que o de outros alunos da mesma faixa etária. O professor chama a sua atenção frequentemente, mas as broncas não funcionam: ele está sempre aéreo, no mundo da Lua, desatento em relação ao que acontece ao seu redor. As notas estão cada vez piores.
No intervalo, ele não tem amigos. Procura pelo canto mais vazio do pátio e fica por ali mesmo viajando em seu universo perfeito. Em casa, os pais já começam a demonstrar certa preocupação. Passou a se alimentar mal e quase não interage com os outros membros da família, permanecendo trancado em seu quarto durante toda a sua estadia na residência.
Atividades ao ar livre que antigamente o divertiam – jogar bola, soltar pipa, andar de bicicleta – não interessam mais. Chegou a hora de buscar ajuda profissional. Você se enganou caso tenha pensado que estivéssemos descrevendo um caso de dependência química – o problema aqui não é o álcool, o cigarro, a maconha ou a cocaína. Desta vez, estamos falando do vício em internet.
O quão perigosa pode ser a dependência em internet?

A brincadeira que virou um pesadelo

Acredite ou não: o conceito de dependência em internet começou como uma piada. Em 1995, o psiquiatra norte-americano Ivan Goldberg publicou um artigo satírico em seu site pessoal no qual ele descrevia um problema recém-descoberto e batizado como IAD (sigla para Internet Addiction Disorder, ou Desordem do Vício em Internet).
O que Goldberg não imaginava era que a imprensa e a comunidade científica passariam a tratar o IAD como um problema real, usando como gancho os rápidos avanços tecnológicos ocorridos na década de 90. Com o advento dos navegadores, buscadores e computadores pessoais, era natural que tal assunto chamasse atenção até mesmo dos leigos.
Ainda que não seja mencionado na versão mais recente do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5, datado de 2013), os profissionais de psiquiatria e psicologia do mundo inteiro são unânimes: o vício em internet existe e é uma doença bastante perigosa. Hoje em dia temos milhares de casos em todo o planeta, incluindo no Brasil, onde ainda é bastante difícil encontrar tratamento especializado para quem sofre desse mal.
O vício em internet começou como uma brincadeira e logo se tornou um problema real

Fugindo dos problemas

Assim como outros transtornos psicológicos, a dependência em internet pode afetar qualquer pessoa, mas alguns indivíduos possuem maior predisposição a desenvolverem a doença. De acordo com a psicóloga Daniela Faertes, especialista em mudança de comportamento, pessoas introvertidas e que têm dificuldades em manter relações interpessoais são as que possuem maior tendência a se tornarem viciadas.
“A faixa etária mais atingida é a de adolescentes, embora adultos, jovens e crianças também aparecem com frequência”, afirma. Daniela ressalta ainda que a condição está mais associada à classe média, que possui maiores recursos para acessar a internet. Contudo, a explosão das lan houses e a democratização dos dispositivos móveis têm mudado esse cenário, expandindo o problema também às classes mais baixas.
Os fanáticos pela internet geralmente são afetados por problemas pessoais ou familiares, incluindo bullying, exclusão social, frustrações profissionais, conturbações no casamento e até mesmo dificuldades financeiras. Tendo isso em mente, o acesso frenético à internet pode ser entendido como uma válvula de escape desse indivíduo – um local confortável que acaba tomando o lugar do mundo real.
Um estudo realizado em 2014 pela agência estadunidense A. T. Kearney mostrou que o Brasil é o país com maior número de viciados em internet: 51% dos entrevistados afirmaram permanecer online por mais de 12 horas por dia. Desse montante, 32% tinham entre 26 e 35 anos, enquanto 21% possuíam de 16 a 25 anos de idade. Os homens são a maioria: 53%, contra 47% de mulheres viciadas.

O diagnóstico

Ainda que esses dados sejam claramente alarmantes, o Brasil dispõe de poucos recursos para lidar com o IAD de forma rápida e eficiente. É muito raro, por exemplo, encontrar profissionais e redes ambulatoriais capazes de lidar com essa condição. A Clínica Terapêutica Viva – que possui mais de 15 unidades espalhadas pelo país – é uma das poucas instituições que contam com um quadro de psicólogos preparados para tratar esse tipo de vício.
Em entrevista ao TecMundo, Ana Laura Parlato, diretora da clínica, nos contou um pouco sobre os métodos utilizados para diagnosticar o quadro de dependência em internet e separá-lo de um perfil normal de uso da web. De acordo com Ana Laura, os profissionais da saúde observam critérios como tolerância (a necessidade de se manter conectado o tempo todo para se satisfazer ou diminuir a ansiedade) e abstinência (sonhar sobre o assunto ou ficar agitado ao ser privado de acesso).
Fachada de umas das unidades da Clínica Viva
Outro critério importante é o uso contínuo de internet até mesmo quando se tem um persistente ou recorrente problema físico, social, ocupacional ou psicológico que parece ser causado ou exacerbado por esse uso da web. “Essas mudanças de hábitos podem ser discretas, como mudanças nos horários das refeições, até mudanças em escalas de trabalho ou diminuição da jornada para poder ficar mais tempo no computador”, explica.
Irritabilidade e depressão também são sintomas comuns dos doentes. No mês passado, o caso de uma estadunidense de 12 anos que foi detida após tentar envenenar a própria mãe. O motivo? A jovem teria sido impedida de utilizar seu fiel smartphone. É até difícil não relacionar esse comportamento ao apresentado por dependentes químicos: usuários de substâncias ilícitas também demonstram violência caso permaneçam por muito tempo sem sua válvula de escape.
Por resultar em irritabilidade e comportamento violento, vício em internet pode afetar os relacionamentos sociais

Desintoxicação tecnológica

É um consenso entre profissionais da saúde que a forma mais eficaz de controlar o IAD é usando a terapia cognitivo-comportamental (TCC), forma de psicoterapia também utilizado em outras compulsões e transtornos variados – incluindo fobia social, bipolaridade, anorexia nervosa e ludomania. Geralmente, também é necessário o uso de remédios. “A equipe técnica propõe as técnicas psicoterápicas a serem utilizadas, e o médico psiquiatra faz a indicação dos medicamentos, incluindo a possibilidade de utilizar os fitoterápicos”, informa Ana Laura.
Mas o tratamento nem sempre é tão simples assim. No final do ano passado, por exemplo, a China esteve sob os holofotes da comunidade científica internacional depois que o premiado fotógrafo Fernando Moleres divulgou algumas imagens retratando o cotidiano dos jovens internados no Daxing Internet Addiction Treatment Centre, um “retiro” em Pequim no qual adolescentes viciados precisam seguir uma rígida disciplina militar. Uniformizados, os pacientes trabalham, se exercitam e se enturmam para restaurar suas capacidades sociais.
Embora esse tipo de detox tecnológico – ou digital detox, como é conhecido em inglês – não seja muito popular por aqui, já são conhecidos casos de brasileiros que precisaram ser internados em clínicas para dependentes químicos. A aposentada Helena Ferreira, de 54 anos, é um excelente exemplo disso: ficou privada de qualquer acesso à internet por mais de quatro meses. Seus parentes decidiram tomar essa atitude radical depois que ela ficou anos sem sair de casa, não conseguindo largar o computador. O caso ocorreu no interior de São Paulo.
No Daxing Internet Addiction Treatment Centre, em Pequim, jovens viciados precisam respeitar uma rígida disciplina militar

Estou viciado?

Vivemos em um mundo cada vez mais conectado, e ninguém pode negar que é extremamente difícil se manter longe de computadores, tablets, telefones celulares e outros sistemas inteligentes projetados para facilitar a nossa vida. Por isso, os profissionais de psicologia alertam para algumas práticas que precisam ser seguidas por qualquer pessoa a fim de evitar um eventual quadro clínico.
Para Daniela Faertes, é necessário que haja um autocontrole dos horários em que se acessa a internet e utiliza o telefone celular. “Uma das grandes questões é que, mesmo não sendo dependente, a internet provoca uma percepção distorcida da passagem do tempo e, como a gama de assuntos que pode ser acessada por ela é infinita, é necessário colocar um limite pessoal”, observa.
Já Ana Laura aconselha que o indivíduo faça uma análise de si mesmo para confirmar se não está indo longe demais. “Responda perguntas como quantas horas por dia você fica na internet, quais sites acessa com mais frequência e se o uso da web está trazendo consequências negativas nas principais áreas da vida, como relacionamentos e trabalho”, explica. Dependendo do resultado do autodiagnóstico, é essencial procurar ajuda profissional o mais rápido possível.
On quarta-feira, abril 08, 2015 by Unknown in    Sem comentários


          A aualização: o Walmart prorrogou as ofertas até às 20 horas desta quarta-feira (8). Além disso, inclui algumas outras na lista. Novamente, sabemos que os preços não estão tão baixos quanto já estiveram no passado, mas ainda assim é possível encontrar boas oportunidades. 
O site Walmart promove na noite de hoje um evento de descontos chamado Blackout. Segundo a loja, o consumidor poderá encontrar ofertas com descontos de até 70% em diversos setores da loja.
O TecMundo listou algumas ofertas disponíveis na noite de hoje e que apresentam descontos relativamente bons. Os preços não chegam a ser tão baixos quanto os de datas especiais como a Black Friday, mas vale a pena ficar de olho em algumas opções. E, é claro, se você encontrar outra oportunidades que valham a pena não deixe de mencioná-las nos comentários.
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On quarta-feira, abril 08, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários

               O comportamento é comum na internet: o usuário vê apenas a imagem ou só lê o começo do texto e já tem um posicionamento completo sobre o assunto. Após isso, é só “xingar” ou “elogiar” muito, sem nem se dar conta do contexto completo.
Pensando nisso, Nelson Felippe publicou uma imagem em seu Facebook na qual duas meninas aparecem se beijando em primeiro plano. Na legenda da foto, ele escreve: “Não sou preconceituoso, mas acho um absurdo eu ser obrigado a presenciar uma cena como essa”.
É provável que muita gente tenha lido apenas essa frase e visualizado a imagem, que se tornou viral: foram mais de 13 mil compartilhamentos e 40 mil curtidas. As inúmeras mensagens homofóbicas estavam apoiando e “concordando” com Felippe.
Quem continuou lendo a publicação e pensa da maneira acima, deve ter adorado os argumentos. “Estão desafiando as convenções sociais, e isso pode ser perigoso. Como vai ficar a cabeça de uma criança que vê essa cena todo dia?”, questionou o rapaz.
Publicação se tornou viral no Facebook

A verdade do post

Nelson Felippe, entretanto, não estava se referindo ao casal homoafetivo em primeiro plano. Ele falava do rapaz com o pé na faixa amarela – sendo que o metrô avisa para esperar o transporte atrás dessa marcação. O texto de Nelson deixa bem claro isso nas últimas linhas.
“As crianças vão achar que é normal esperar o metrô em cima da faixa amarela. Então, não faça como aquele cara ali. Siga o exemplo das meninas. Espere o metrô antes da faixa amarela”, advertiu o rapaz.
Real motivo da postagem é alertar para a segurança no metrô
O circo estava armado! “Pessoas que leem x Pessoas que não leem”. “Grupos LGBTs x Preconceituosos”. “Zoeiros x Grandes Pensadores”. E a internet teve mais um dia “normal” entre aqueles que comentam as publicações.
Via EmResumo

terça-feira, 7 de abril de 2015

On terça-feira, abril 07, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários
              Kim Dotcom (Reuters / Nigel Marple)

             Depois de seu principal programador no extinto site de compartilhamento Megaupload ter sido preso há alguns meses e de ter seus bens em território americano confiscados, o magnata alemão Kim Dotcom agora corre o risco de ser extraditado da Nova Zelândia, onde reside, para os EUA. Lá, acontecerá em junho uma importante audiência para decidir os cursos da ação criminal que as industrias fonográfica e audiovisual americanas estão movendo contra ele.

Se condenado, Dotcom pode ter que ressarcir aos seus acusadores valores na casa dos US$ 500 milhões (mais de R$ 1,5 bilhão) e cumprir pena de até 55 anos de reclusão por prática de estelionato, lavagem de dinheiro, fraude virtual, pirataria e quebra de direitos autorais. Sócios e outros funcionários do Megaupload também devem comparecer forçosamente à audiência. Ele fez uma requisição para que a audiência fosse adiada, mas o pedido foi negado.
Esse é mais um duro golpe que o empresário leva em pouco tempo. Além de suas posses confiscadas (que incluíam propriedades, carros, jet-skis e obras de arte), antes ele já havia perdido seus advogados no ano passado por não ter dinheiro para pagá-los. E a mulher dele, a modelo filipina Mona Dotcom, pediu o divórcio e uma fatia de US$ 17 milhões da minguante fortuna do alemão, que já foi avaliada em US$ 200 milhões antes de todos os problemas começarem, em 2012.
Parece não haver nenhuma luz no fim do túnel para Kim.
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On terça-feira, abril 07, 2015 by Unknown in , ,    Sem comentários






       Desde que o Facebook comprou o WhatsApp, muitos consumidores esperam pela chegada das funções integradas entre os dois serviços. Pois agora, mais de um ano depois da aquisição, parece que isso vai finalmente acontecer. O site GeekTime publicou alguns screenshots da Build 31.0.0.7.13 do app do Facebook para Android e mostrou a chegada de um botão bem interessante no sistema.
Como você pode ver na imagem que está logo abaixo deste parágrafo, além haver as opções “Curtir”, “Comentar” e “Compartilhar” junto com as postagens, também existe a “Enviar” (Send). Este atalho é acompanhado por um ícone igual ao do WhatsApp, deixando bem claro qual é a função dele: enviar o item rapidamente para algum amigo ou grupo pelo mensageiro instantâneo.
À esquerda, versão com o novo botão. À direita, a versão sem o recurso.
Aparentemente, um número bem restrito de consumidores está podendo contar com a novidade por enquanto. Agora, espera-se que o Facebook libere a funcionalidade aos poucos para os usuários de todo o mundo, mas ainda é bem difícil saber quando isso vai acontecer exatamente. Você acha que essa nova função pode facilitar o compartilhamento de itens? Será que vai ser mesmo útil ou há outras formas mais interessantes de integrar os serviços?
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quarta-feira, 1 de abril de 2015

On quarta-feira, abril 01, 2015 by Unknown in , ,    Sem comentários

         Recentemente, os usuários do WhatsApp foram surpreendidos com uma notícia incrível: o recurso de chamadas por voz está liberado para todos os dispositivos equipados com Android. Essa função, que proporciona algumas mudanças na interface do aplicativo, permite realizar ligações sem custo para um contato da agenda, oferecendo uma alternativa para as tradicionais conversas de texto.
Essa era uma notícia bastante aguardada por todos, uma vez que a funcionalidade estava sendo distribuída aos poucos através de convites enviados aos usuários. Em fevereiro, os primeiros sortudos puderam testar o recurso; no mês seguinte, um novo pacote de convites foi distribuído e agora a “festa está liberada” para todo mundo.
Chamadas de voz no WhatsApp.

A “BOMBA”: videochamadas ao estilo “Skype”

Porém, o motivo pelo qual essa matéria está sendo redigida é outro, mas igualmente surpreendente: o WhatsApp está implementando o recurso de videochamadas no mensageiro, funcionalidade que já está disponível para alguns usuários seletos e vai ser distribuído através do mesmo esquema de convites.
O TecMundo conseguiu colocar as mãos nesse update “secreto” do WhatsApp e viemos trazer, em primeira mão, as nossas primeiras impressões sobre esse recurso e oferecer um “surpresinha” para os leitores. Mas acalmem-se, uma coisa de cada vez.
Botão de videochamadas no WhatsApp.

Videochamadas no WhatsApp: como elas funcionam

Quem já testou as ligações por voz no mensageiro, não vai se assustar com o funcionamento das videochamadas. O GIF abaixo ilustra bem como ficou a nova interface do WhatsApp.
Ao lado do novo ícone de chamadas por voz, aquela tradicional imagem de uma câmera tomou o lugar do clipe que era usado para adicionar anexos na conversa. Clicando sobre esse botão, a videochamada é iniciada, habilitando a câmera frontal do aparelho para que o destinatário possa ver o rosto de quem está ligando ao atender a ligação.
Videochamada em andamento no WhatsApp.

Surpresinha do TecMundo

Assim como as ligações por voz, as videochamadas só estão habilitadas para quem recebeu um convite. Porém, aqueles que estão com esse recurso funcionando, podem realizar chamadas em vídeo para os contatos para habilitar a funcionalidade em outros dispositivos. E é aqui que entra a surpresinha do TecMundo.
Como vocês puderam ver, nós estamos com as videochamadas habilitadas no WhatsApp de vários aparelhos. Nós gostaríamos muito de poder distribuir essa nova funcionalidade para todos os leitores, mas vamos priorizar aqueles que fizerem um “pedido”.
Quer experimentar as videochamadas do WhatsApp?
O pedido – muito simples, diga-se de passagem – consiste em compartilhar esta matéria através do Facebook. Como muitos devem saber, os compartilhamentos ficam registrados na rede social, permitindo-nos saber quais usuários realmente realizaram tal ação.
O TecMundo vai escolher, de forma aleatória, mil usuários por semana (durante o próximo mês) para fazer uma videochamada e habilitar o recuso nesses aparelhos. Entraremos em contato por inbox pedindo o número dessas pessoas, dispensando a necessidade de informá-los para nós.
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O período de seleção dos leitores começará a partir da publicação dessa matéria. Portanto, se você está lendo esse texto, saiba que a chance de testar o recurso de videochamadas antes de todo mundo está a um “compartilhamento” de distância. Corre lá!



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terça-feira, 31 de março de 2015

On terça-feira, março 31, 2015 by Unknown in , ,    Sem comentários



     Um crime bárbaro acontecido na comunidade de Pedreira, em São Paulo, ganhou detalhes ainda mais chocantes. Na última quinta-feira (26), José Ramos dos Santos, de 23 anos, decapitou a namorada Shirley Souza, de 16, que estava grávida de sete meses. No sábado, ele colocou a cabeça da adolescente dentro de uma mochila e se dirigiu a uma delegacia, onde confessou o crime.
Agora, descobriu-se que a brutalidade chegou de José Ramos chegou também às redes sociais: em seu perfil no Facebook (que já foi deletado), ele havia publicado uma foto da cabeça decepada de Shirley acompanhada da legenda “mim traiu na vespera de natal”, indicando que a motivação do crime teria sido uma suposta infidelidade.
Deixando tudo ainda mais macabro, José Ramos se identificava na rede social como “Zél Past Troubled” (algo como “Zél Passado Perturbado”). Como fotos de perfil e de capa, ele utilizava uma imagem de Jigsaw, o assassino dos filmes “Jogos Mortais” (acima).
Reprodução/Facebook
Um printscreen de uma conversa por inbox entre José Ramos e uma amiga de Shirley, também de 16 anos, foi divulgada pelo G1. Na troca de mensagens, quando indagado sobre o paradeiro da namorada, o criminoso responde que a matou, justificando que “ninguem mandou ela mim trair”.
Reprodução/Facebook
Ainda de acordo com o G1, uma amiga próxima de Shirley descreveu José Ramos dos Santos como “muito ciumento e doente”, tanto que ele havia proibido a vítima de manter um perfil no Facebook. Ainda, o assassino já havia agredido fisicamente a namorada, além de ter ameaçado cortar a cabeça dela “para que todos vissem”.

Detalhes cruéis do assassinato

José Ramos e Shirley se conheciam desde criança, pois o pai dele havia se casado com a mãe dela, até que os dois iniciaram um relacionamento amoroso.
Na noite do crime, eles haviam se encontrado na casa do irmão do rapaz, onde tiveram relações sexuais. Em seguida, José aplicou uma “gravata” em Shirley até deixá-la inconsciente, cortou a cabeça dela com uma faca de cozinha, enrolou seu corpo em um edredom e o escondeu atrás de um botijão de gás. Algum tempo depois, quando já se podia notar odor de decomposição, José levou o corpo da vítima para a rua.
Reprodução/Facebook
À polícia, José Ramos disse desconfiar de uma traição porque, pela data da última menstruação de Shirley, que estava anotada em uma carteirinha de saúde, a namorada teria engravidado enquanto eles estavam separados. Os vizinhos do casal não acreditam que ela tivesse sido infiel.
On terça-feira, março 31, 2015 by Unknown in , ,    Sem comentários


                           O aplicativo de troca de mensagens via tablet ou smartphone WhatsApp acaba de ficar mais interessante. Finalmente, ele liberou para todos os usuários do Android a função de realizar chamadas de voz entre você e um de seus contatos, gerando uma nova alternativa (ainda sem qualquer custo) para as tradicionais conversas de texto.
Você vai notar que a interface do WhatsApp no Android ficou um pouco diferente. Uma aba "Ligações" foi adicionada ao lado de "Conversas" para separar chamadas de voz e de texto. Há outra forma de começar uma ligação: nos chats envolvendo mensagens com contatos que estão adicionados na lista de amigos, é só clicar no ícone do telefone.
Em fevereiro, os primeiros sortudos a receberem o recurso já puderam testar a função. No mês seguinte, um novo pacote de convites foi enviado. Na nova atualização, entretanto, não há mais testes a serem feitos e todos os usuários foram agraciados com as chamadas de voz.
Vale lembrar que o recurso só está disponível para dispositivos Android, ao menos até o momento, e não requer gastos adicionais — exceto uma conexão estável com a internet. Recentemente, o criador do WhatsApp afirmou que a função chega ao iOS em breve, o que deve significar daqui a algumas semanas, quando a estabilidade das chamadas no sistema operacional da Google for atingida.
A versão do WhatsApp que permite as chamadas por voz é a 2.12.5. Se você ainda não tem o mensageiro instalado no seu Android, clique aqui para baixar.
FONTE(S)
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quarta-feira, 25 de março de 2015

On quarta-feira, março 25, 2015 by Unknown in , ,    Sem comentários
   
    Seguindo os passos de concorrentes como o YouTube e o Vimeo, agora o Facebook permite que você integre os vídeos publicados na rede social a outros sites. A novidade foi anunciada pela empresa de Mark Zuckerberg durante a conferência F8 nesta quarta-feira (25).
Já disponível a partir de hoje, a novidade oferece um código HTML para você disponibilizar conteúdos em páginas compatíveis. Anteriormente, a única maneira de compartilhar vídeos publicados no serviço era através de links diretos para ele — algo um tanto inconveniente para os donos de sites e blogs.
A mudança tem como objetivo melhorar a experiência oferecida pelo Facebook, mostrando que a rede social está encarando o YouTube de forma mais séria. Além disso, a empresa introduziu uma seção de vídeos reformulada para que donos de páginas possam destacar esse tipo de conteúdo mais facilmente.