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quarta-feira, 22 de abril de 2015

On quarta-feira, abril 22, 2015 by Unknown in    Sem comentários




       Smartphones piratas não são uma novidade no mercado de dispositivos móveis. Essa “praga” existe há anos e tem enganado os consumidores mais desavisados e que não conseguem distinguir entre uma cópia e a variante original. Porém, há casos em que a réplica é tão bem feita que pode iludir até mesmo os mais entendidos no assunto.
Esse é o caso da cópia quase “perfeita” do Galaxy S6, uma variante chinesa do smartphone recentemente lançado pela Samsung. Ao menos considerando o design, o dispositivo é praticamente idêntico ao original e provavelmente enganaria muita gente. Mas como ter certeza de que você não está levando “gato por lebre” na hora de comprar um novo aparelho?
AnTuTu Officer: a forma correta de descobrir se um smartphone é pirata.

AnTuTu Officer: descobrindo se um aparelho é pirata

A empresa que disponibiliza o famoso AnTuTu Benchmark, um dos testes de benchmark mais conhecidos para dispositivos móveis, também oferece oAnTuTu Officer, aplicativo que promete identificar com precisão absoluta se um aparelho é ou não é pirata. O seu funcionamento é simples:
  • Instale o AnTuTu Officer e inicie-o pela primeira vez;
  • Pode ser que seja necessário permitir que o aplicativo baixe arquivos de fontes desconhecidas, opção que deve ser configurada manualmente;
  • Depois, acesse o site http://y.antutu.com e leia o código QR exibido na página com o AnTuTu Officer;
  • Espere e confira se o seu aparelho é ou não é pirata.
É simples: instale o AnTuTu Officer, leia o código QR e aguarde a resposta.

É ou não é?

A partir desse teste, duas respostas podem ser dadas pelo serviço online. As imagens abaixo destacam os dois casos: quando o aparelho é original, a marca e o modelo são exibidos.
Resposta dada caso o smartphone seja original.
Quando o dispositivo é pirata, a marca e o modelo que ele tentou imitar também são mostrados, mas com um risco horizontal entregando a farsa.
Resposta dada caso o smartphone não seja original.
.....
Muito bacana esse teste, não é mesmo? A empresa infelizmente não informa quais são os critérios levados em consideração para julgar os smartphones. Mas, pelo menos para nós, a avaliação funcionou muito bem - testamos um Galaxy Note 2 (original, modelo GT-N7100) e um Galaxy Note 3 (pirata, modelo SM-N900). E aí, qual foi o resultado do seu aparelho?

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

On segunda-feira, fevereiro 09, 2015 by Unknown in    Sem comentários


       A Pirataria é crime, e contra fatos não há argumentos. Cada país tem suas próprias maneiras de lidar com esse problema incômodo para a indústria audiovisual, e uma campanha governamental veiculada na TV aberta japonesa está causando polêmica por se focar diretamente em um público que pratica a pirataria com frequência: os otakus.
No vídeo de 15 segundos, vemos um homem de meia-idade sendo interrogado por um detetive, que inicia o diálogo de forma direta: “Você sabe que não devia fazer upload de programas televisivos? Eu entendo. Aquele anime não vai mais ser reprisado”. O otaku responde seu inquisidor dizendo que “é uma vergonha” o fato de que tal obra-prima não será mais exibida na TV, mas é duramente criticado pelo executivo. “Isso é ilegal”, conclui.
O cidadão – que no comercial parece estar sendo preso – é claramente baseado no estereótipo de otaku mantido pela própria sociedade japonesa: um sujeito obeso, que se alimenta mal e vive em um quarto escuro entupido de produtos que remetem aos seriados que ele tanto ama.




As críticas

Vale observar que o governo japonês mantém uma forte campanha em parceria com 15 grandes estúdios para deter a pirataria no país desde o segundo semestre de 2014. O compartilhamento ilegal de animes e mangás é uma prática muito comum no Japão, e, visto que esse tipo de arte vem sendo difundida para ao redor do globo (inclusive no Brasil), as autoridades nipônicas estão cada vez mais empenhadas em colocar rédeas na situação.
Contudo, esse último comercial tem sido alvo de duras críticas – especialmente por parte do público ao qual ele se destina. É sempre bom lembrar que a imagem dos otakus no Japão não é tão positiva quanto a do Brasil – esse estilo de vida é inclusive frequentemente descrito como um problema social do país. Muitos internautas defendem que o vídeo “demoniza” a cultura otaku e deixa de lado outras formas de pirataria, como o compartilhamento de músicas. E você, o que achou da campanha?
FONTE(S)
IMAGENS
On segunda-feira, fevereiro 09, 2015 by Unknown in    Sem comentários



     A pirataria é um mal que assola vários segmentos do mercado há muito tempo. No entanto, parece que essa prática acaba de chegar a uma categoria pouco provável e que dificilmente imaginaríamos ser possível:processadores para computadores dekstop.
Segundo relata o site WCCFTech, chip antigos da AMD estão sendo comercializados como se fossem novos, enganando vários consumidores com preços atraentes e ótimas condições de pagamento. A aparência, infelizmente, não consegue entregar a fraude, mas a quantidade de pinos e o tipo de encaixe – também chamado de socket –, detalhes que geralmente só são verificados depois da entrega do produto, acabam denunciado a pirataria.
Processador original e falsificado e a diferença nos pinos.

Como são os processadores piratas?

Ao contrário do que alguns podem pensar, os casos de pirataria envolvendo processadores não é fruto de mal entendido na hora compra. Os consumidores realmente escolhem determinado modelo conscientes de suas necessidades, mas recebem algo que apenas “parece ser” o que precisam.
Toda a carcaça do chip, inclusive o dissipador de calor, é confeccionada para imitar o modelo escolhido pelo consumidor. Além disso, até mesmo o selo holográfico impresso no processador está sendo imitado, o que passa ainda mais a impressão de ser um produto original.
A fraude pode ser identificada por causa da diferença no socket, o encaixe do processador.

Como identificar a fraude?

Segundo a fonte, por enquanto os processadores piratas podem ser identificados por causa da incompatibilidade de socket e quantidade de pinos. No final das contas, o chip falso simplesmente não vai encaixar na placa-mãe do consumidor, revelando imediatamente a inconsistência. Nesses casos, a recomendação é não forçar o encaixe para evitar possíveis danos nos componentes envolvidos.
A AMD já foi informada, mas ainda não se manifestou sobre o assunto. Portanto, se você estiver pensando em comprar processadores pela internet, recomendamos o máximo de cuidado.