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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

On quinta-feira, fevereiro 19, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários

     Você acha a sua conexão WiFi ou mesmo via cabo rápida o suficiente? Cientistas da Universidade de Oxford, na Inglaterra, quebraram um recorde na velocidade de transmissão de dados em rede capaz de deixar até o consumidor mais satisfeito do mundo com o queixo caído: a transmissão de teste atingiu bidirecionalmente 224 Gbps (gigabits por segundo).
A tecnologia utilizada para que essa velocidade absurda seja atingida é a LiFi, uma espécie de sucessora do WiFi que utiliza o espectro da luz para transporte de dados. No teste, a ligação foi realizada com um alcance de até 3 metros em 224 Gbps. Essa foi a primeira vez que essa técnica foi testada em um ambiente totalmente coberto pela rede.
Por enquanto, a LiFi está em fase de testes e não tem aplicação comercial, mas a tecnologia não para de avançar. Para efeito de comparação, as mais rápidas conexões WiFi atuais chegam a 600 Mbps, enquanto a fibra óptica é capaz de enviar 100 Gbps (só recentemente e sob determinadas condições). Quer mais um motivo para que ela chegue logo às operadoras? A velocidade atingida no teste permite que 18 filmes de alta definição (cerca de 1,5 GB) sejam baixados em um segundo cada.
Fora o baixo custo, uma das maiores qualidades da internet LiFi é a sua possibilidade de existir em qualquer fonte artificial de iluminação: basta uma delas com um microchip para que o sinal possa ser transmitido por todo um cômodo — criando ponto de acesso para cada uma das bilhões de lâmpadas existentes no mundo.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

On sexta-feira, janeiro 09, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários


A Akamai divulgou seu relatório periódico "State of the Internet", que avalia a infraestrutura de rede em mais de 200 países. Sobre velocidade de acesso, é possível ver que o Brasil ainda está longe de outros países desenvolvidos, contudo, quando comparado com outros países parelhos na América, ele não se sai tão mal.
De acordo com a Akamai, 0,5% das conexões brasileiras oferecem largura de banda suficiente para streaming 4K. Na América do Sul, os únicos países que têm uma taxa melhor são Uruguai (2,2%), Argentina (1%) e Chile (0,8%). Os campeões globais são os EUA (19%), seguidos pelo Canadá (14%).
Do outro lado da tabela, as piores conexões estão no Paraguai, com menos de 0,1%; e Bolívia e Venezuela, empatadas com 0,1%.
Os dados foram colhidos pela Akami no terceiro trimestre de 2014, e seu método de quantificação considera apropriada para o 4K qualquer conexão com velocidade de 15 Mb/s ou superior.

Aumento na velocidade

Já sobre velocidade média, a do Brasil no começo de 2014 era de 2,6 Mb/s, ficando atrás de países como Uruguai (5,5), Argentina (4,2), Chile (4,1), Peru (3,6) e Colômbia (3,4). EUA e Canadá lideram com 11,5 Mb/s e 10,3 Mb/s, respectivamente.
Mas há um pingo de sucesso para se comemorar. No final do ano, a média subiu para 2,9 Mb/s, o que significa que a infraestrutura de rede no Brasil está caminhando ao avanço — mesmo que a curtos passos. Vale também lembrar que a média global é de 4,5 Mb/s.
No topo do mundo em rapidez, a Ásia é expoente. A Coreia do Sul está em primeiro lugar, com uma média de 25,3 Mb/s, sendo que Hong Kong (16,3) e Japão (15) fecham o top 3. No ranking global, o Brasil ocupa a 90° posição.
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