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quinta-feira, 12 de março de 2015

On quinta-feira, março 12, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários


                 Imagina como deve ser horrível querer muito fazer uma coisa e simplesmente não conseguir. É isso o que acontece com muitos homens por aí, que, mesmo quando estão estimulados sexualmente, não conseguem ter uma ereção.
O melhor tratamento para esse grande problema surgiu há 15 anos nos EUA e, desde então, tem feito a diferença na qualidade de vida de muita gente. A popularidade do remédio é tamanha que é muito difícil encontrar alguém que nunca tenha ouvido a palavra “Viagra”. O que muita gente nem faz ideia é como um comprimido pequeno pode fazer o efeito praticamente milagroso.

Anatomicamente falando

Fonte da imagem: Shutterstock
O corpo humano, você já deve ter percebido, é uma máquina natural fascinante, cheia de mistérios e engenhocas surpreendentes. No caso da ereção peniana masculina, é fundamental que se entenda a anatomia do pênis em primeiro lugar.
O órgão sexual masculino tem duas funções básicas: eliminar urina e liberar esperma e líquido seminal por meio do que é conhecido como ejaculação. Quando está tudo bem, o processo de ejaculação envolve três passos simples: o homem precisa estar estimulado sexualmente, o pênis responde ficando ereto e a ejaculação ocorre depois que o órgão é estimulado.

Contextualizando

Fonte da imagem: Shutterstock
Em alguns casos, porém, a ereção não acontece, o que torna a ejaculação muito difícil ou até mesmo impossível. É para esses momentos que o medicamento é indicado.
Antes de querer saber tudo a respeito, você precisa entender uma coisa: o que faz seu corpo mexer são os músculos; da ponta do dedão do pé ao braço para segurar a bolsa, tudo envolve contração muscular. O pênis, por sua vez, fica ereto não por causa dos músculos, mas pela pressão que recebe.
Imagine que você tem um balão vazio e, de repente, começa a enchê-lo com ar. Logo ele vai ficar maior e mais consistente, certo? Com o pênis a coisa é bem parecida, exceto pelo fato de que, em vez de ar pressurizado, o que faz a diferença é a pressão do sangue.

Corpos cavernosos

Fonte da imagem: Reprodução/Cabuloso
O órgão sexual masculino tem duas cavidades cilíndricas bastantes importantes conhecidas como corpos cavernosos, que ficam posicionadas paralelamente ao corpo esponjoso. Imagine que esses dois corpos cavernosos são dois balões cilíndricos.
A verdade é que esses dois cilindros são constantemente inundados por sangue enviado diretamente de artérias – depois, veias levam esse sangue a outras regiões do pênis. E é basicamente isso o que garante a ereção: sangue. Com a quantidade grande de sangue entrando, os corpos cavernosos ficam esticados e o pênis ereto.

Disfunção

Fonte da imagem: Reprodução/Chasingyourfire
Se as artérias ligadas ao pênis não ficarem abertas o suficiente para exercer a pressão sobre os corpos cavernosos e as veias, fica muito difícil ou até mesmo impossível que o pênis venha a ficar ereto. Trata-se, então, do que é conhecido como disfunção erétil.
Na década de 80, um tratamento bem popular para esse problema era a injeção de fentolomina, uma substância capaz de fazer com que as artérias se abram e o sangue jorre para o órgão. O problema das injeções era o seguinte: elas faziam efeito na hora, mesmo que o homem não estivesse sexualmente excitado.

Melhoras no tratamento

Fonte da imagem: Reprodução/Iltalehti
O Viagra faz a mesma coisa, só que de forma bem mais simples, com apenas o comprimido. Além do mais, o homem que toma o medicamento vai ter ereção somente quando estiver excitado, graças a uma capacidade de enviar as mensagens corretas e exatas aos neurotransmissores responsáveis pela movimentação muscular das artérias e, consequentemente, pela ereção do pênis.
Quando o homem está sexualmente excitado, seu cérebro é capaz de mandar mensagens ao pênis que, por sua vez, produz substâncias responsáveis por pedir mais sangue às artérias. Sem o remédio, as artérias receberiam a mensagem e simplesmente não responderiam a ela. Todo mundo aqui sabe como isso é chato.

Resposta

Fonte da imagem: Reprodução/Huffingtonpost
O Viagra age como o corretor chato, que fica ali, estimulando a artéria a responder as mensagens que recebe. Assim que isso acontece, o pênis é irrigado com muito mais sangue e a ereção ocorre.
Homens mais velhos podem ter problemas de ereção mesmo assim, simplesmente porque as artérias não conseguem se dilatar muito mesmo quando o cérebro manda a ordem para que isso aconteça. Existem outros meios não tão populares de lidar com o problema e, se o Viagra não resolver, é importante procurar ajuda médica.
Todo medicamento pode vir acompanhado de efeitos colaterais, e com o Viagra não é diferente. Muitos pacientes já relataram mudanças na percepção das cores verde e azul, por exemplo. Isso sem falar em dores de cabeça e ataques cardíacos – é fundamental estar em dia com o cardiologista antes de tomar o remédio. Casos de ereções muito longas e ejaculações doloridas também já foram registrados.
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sábado, 7 de março de 2015

On sábado, março 07, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários



        Todo mundo tem uma noçãozinha de quais são as principais zonas erógenas em homens e mulheres, não é mesmo? Entretanto, além do basicão, existem outras áreas do corpo que, quando estimuladas com jeitinho, podem levar qualquer um às alturas.
O problema é que nem todos dão muita atenção a essas outras áreas — sem falar que nem todo mundo sabe quais são elas ou como elas funcionam! Ou você vai dizer que não se lembra da cena de Friends na qual Monica revela o “mapa dos sete” ao desinformado Chandler?





Bem, como você viu na cena acima, quando o assunto são as zonas erógenas, a coisa pode ser um pouco mais complexa do que parece. Afinal, você saberia listar — sem titubear — quais são os sete locais apontados pela Monica?
Por sorte, Emily Shoemaker do portal The Greatist pesquisou um bocado sobre o tema e publicou um verdadeiro “guia” sobre as zonas erógenas do corpo feminino e masculino — e listando os respectivos “sete” de cada um —, e nós aqui do Mega Curioso vamos explicar como tudo funciona para você. Começando com as damas...

1 – O famoso

Já que vamos falar do básico ao avançado, que tal começar pela mais famosa parte do corpo feminino associada ao prazer? O clitóris,   conta com milhares de terminações nervosas e, portanto, é extremamente sensível. Além disso, pesquisas confirmaram que a estimulação desse local — especialmente por meio de pressão leve e vibração — é a forma mais rápida e segura de levar uma mulher ao orgasmo.

2 – Ponto mítico

Você já deve ter ouvido falar sobre o mítico Ponto G, não é mesmo? Pois vira e mexe aparece um estudo comprovando sua existência — supostamente entre a vagina e a uretra, a cerca de 15 milímetros da entrada do canal vaginal —, só para ser desmentido depois por outra pesquisa que nega sua presença.
Debates a parte, os especialistas parecem concordar que o interior da vagina possui terminações nervosas, e muitas mulheres afirmam experimentar orgasmos superintensos quando recebem estimulação mais profunda. Por outro lado, a região mais próxima à entrada do canal vaginal costuma responder melhor a uma estimulação mais suave.

3 – Smack

Apesar de algumas pesquisas apontarem que o beijo parece ter um papel mais importante quando o assunto é estreitar os laços afetivos entre os casais — e nem tanto na excitação sexual —, levantamentos apontaram que muitas mulheres consideram os lábios e a boca como uma importante zona erógena. Portanto, não custa nada caprichar nas “bitocas”, não é mesmo?

4 – Pescoço

Um levantamento mundial revelou que a mulherada considera o pescoço, incluindo a nuca, como uma das principais zonas erógenas. Curiosamente, um estudo apontou que essa região do corpo é especialmente sensível ao toque suave em pessoas com baixo índice de gordura corporal, mas, no geral, ninguém gosta muito que peguem pesado com seus pescoços — nem que deixem marcas roxas horrorosas para trás.

5 – Shhhh...

Outra unanimidade quando o assunto são as zonas erógenas são as orelhas. Elas são dotadas de muitas terminações nervosas — que as tornam supersensíveis ao toque — e, apesar de não existirem muitos estudos que expliquem sua ligação com a excitação sexual, no Vietnã, por exemplo, muita gente jura de pés juntos que existe um Ponto G nas orelhas.

6 – Peitoral

É fato que homens — e também mulheres! — gostam de ficar apreciando seios femininos, e a verdade é que eles têm motivos para existir, e não estamos nos referindo apenas a razões alimentícias! De acordo com um estudo, a estimulação dos mamilos ativa a mesma região cerebral que processa as sensações percebidas pelo clitóris e pela vagina e, da mesma forma como acontece com o clitóris, os mamilos geralmente respondem bem à pressão e vibração.

7 – Colo

Localizado na parte inferior do útero, o colo também é dotado de terminações nervosas e parece responder tanto à pressão como à estimulação mais leve, o que significa que essa região deve ser tratada com cuidado. Além disso, algumas pesquisas apontaram que a vagina, o clitóris e o colo respondem de forma diferente e independente a estímulos sexuais específicos.

Agora, que tal desvendar o “mapa dos sete” masculino?

1 – Pescoço

Embora de maneira uma geral a estimulação do pescoço — e da nuca — não tenha um resultado tão intenso como o descrito pelas mulheres, os homens também consideram essa região como uma das principais zonas erógenas. Essa área apresenta grande sensibilidade a vibrações de baixa frequência, o que significa que, assim como a mulherada, os rapazes preferem que peguem leve com seus pescoços.

2 – Smack... também!

Tal como ocorre com as mulheres, os lábios e a boca são considerados como uma importante zona erógena pelos homens. E essa região é especialmente sensível e responde tanto ao toque como à pressão e à temperatura.
Além disso, a ação de beijar desencadeia a liberação da oxitocina, um hormônio associado com as sensações de intimidade e proximidade, ou seja, aquilo que falamos no item 3 das mulheres, sobre o beijo ter um importante papel no estreitamento de relações afetivas.

3 – Mamilossss

Não pense você que apenas os mamilos femininos têm poder! Embora os masculinos não possuam qualquer utilidade... prática, assim como nas mulheres, eles contam com numerosas terminações nervosas — e muitos rapazes apreciam bastante a estimulação cuidadosa de seus mamilos.

4 – Areazinha nervosa

Sabe aquela areazinha localizada entre o escroto e o ânus? Então, ela se chama períneo, e está conectada a uma porção de nervos pra lá de importantes para os homens, já que eles são os responsáveis por transmitir as sensações de prazer dos genitais ao cérebro. Portando, não é a toa que essa seja uma das mais importantes zonas erógenas do corpo masculino.

5 – Psiu

Assim como acontece com as mulheres — veja o item 5 do “mapa dos sete” feminino —, as orelhas são uma das zonas erógenas favoritas dos homens. Aliás, de acordo com alguns levantamentos, elas ficam apenas atrás pênis e dos testículos quando o assunto é votar em quais são as partes do corpo que mais ajudam os homens a chegar lá. E por falar em testículos...

6 – Testículos

Quem tem sabe que essa parte do corpo é repleta de terminações nervosas e, portanto, é extremamente sensível — a pancadas e — ao toque. Portanto, não é a toa que os testículos estão entre as principais zonas erógenas masculinas. No entanto, infelizmente não existem pesquisas científicas que atestem sobre o melhor método de estimulação dessa região, mas, como qualquer rapaz pode alegar, o manuseio deve ser realizado com cuidado.

7 – O grande protagonista!

Bem, deixamos o pênis por último por que, obviamente, esta é a região favorita do corpo masculino quando o assunto é obter prazer sexual. E tanto experimentos realizados em laboratório como fora dele parecem comprovar que a estimulação peniana contribui significativamente para a satisfação masculina.

***

Apesar de as sete regiões do corpo que descrevemos acima serem consideradas como as principais zonas erógenas de homens e mulheres, vale destacar que cada indivíduo pode contar com lugarezinhos secretos — e inusitados — que, quando estimulados, podem provocar reações de excitação e prazer sexual. A melhor forma de descobrir quais são eles? Através da experimentação individual e de uma boa comunicação com o seu parceiro.

quinta-feira, 5 de março de 2015

On quinta-feira, março 05, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários




     Lola Benvenutti é uma ex-garota de programa que ficou famosa no Brasil por ter um blog em que conta a maioria de suas experiências sexuais — posteriormente, ainda lançou o livro "O prazer é todo nosso". Além disso, a mulher também chama atenção por seu visual "fofinho", que remonta às pin-ups da década de 50.
Nos EUA, uma série de vídeos chamada Hysterical Literature fez bastante sucesso por convidar atrizes pornô para lerem um livro enquanto são filmadas. A pegadinha está no que acontece durante a leitura: elas são estimuladas sexualmente por um vibrador.
Seguindo a mesma linha, o canal brasileiro Puro Êxtase convidou Lola para um almoço. A diferença é que Benvenutti precisa comer um prato de macarrão, ou penne, para os mais íntimos, enquanto é estimulada. Dessa vez, em vez de um vibrador, quem causou orgasmos na moça foi o namorado dela.
Segundo o canal, "cada episódio contará sempre com um convidado encarando o desafio de ser estimulado lá embaixo — e sem perder a compostura — enquanto pratica uma atividade do dia a dia".
Atenção: o vídeo é NSFW (Not Safe for Work). Então, caso você esteja no trabalho, olhe bem se é o momento certo de dar play lá em cima.
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

On segunda-feira, fevereiro 23, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários


    HA  pouco tempo, falamos aqui no Mega Curioso sobre como metade dos japoneses adultos simplesmente deixaram de fazer sexo e como seus jovens vêm demonstrando um crescente desinteresse pelo assunto – Ao que parece, no entanto, a assexualidade é uma realidade que vai muito além da Terra do Sol Nascente e envolve cada vez mais pessoas, espalhadas pelo mundo inteiro.
De acordo com o Wired, esse é o caso de três estudantes da Universidade de Tennessee, nos EUA, chamados Rae, Sean e Genevieve, cada um representando um tipo diferente de pessoa que explora a incomum ideia da vida sem sexo – ou quase sem sexo. Enquanto a primeira se descreve como uma assexual arromântica, os outros dois definem-se respectivamente como um demissexual heterorromântico e uma assexual-cinza panromântica.
Se esses nomes não fizerem sentido algum para você, não é preciso se preocupar. Como a identidade sexual que descreve as pessoas que não se interessam pelo bom e velho coito ainda não foi muito estudada, as nomenclaturas, subdivisões e classificações atualmente disponíveis acabaram sendo criadas no fértil e obscuro terreno dos fóruns, blogs, Tumblrs e subreddits espalhados pela internet.

Mas o que isso quer dizer?

Embora essas definições ainda sejam consideravelmente mutáveis, elas podem ser definidas em linhas gerais com base no que encontramos na rede. Atualmente, um demissexual é uma pessoa que raramente sente desejo físico por outra, e mesmo isso só acontece dentro de um relacionamento com altíssimo nível de intimidade.
Já os assexuais-cinzas são aqueles que vagam pelos “tons de cinza” entre a completa e absoluta assexualidade e os níveis mais comuns de interesse sexual. Além disso, há ainda uma ampla gama de definições para especificar os tipos de atrações que os assexuais sentem por outros seres humanos.
No caso dos estudantes citados acima, um arromântico não se atrai por ninguém, enquanto um heterorromântico pode gostar não sexualmente de pessoas do gênero oposto – homens gostando de mulheres e vice-versa. Por fim, um panromântico é alguém que pode se apaixonar por pessoas de qualquer tipo ou sexo, mas também sem sentir atração sexual.

Tudo pode mudar

Se toda essa taxonomia parece algo genérico e confuso, isso se deve ao fato de que a falta de estudos sérios sobre a assexualidade fez com que essas pessoas tivessem que criar esses nomes por conta própria. Dessa forma, as nomenclaturas não descrevem necessariamente identidades fixas, mas servem como sinalizadores para que os assexuais consigam encontrar pessoas com “condições” similares na internet.
Assim sendo, os próprios demissexuais e assexuais-cinzas não costumam se prender muito ao “rótulo” que escolhem para si mesmos e tendem a aceitar confortavelmente a possibilidade de que podem mudar. “Absolutamente todos os assexuais que já conheci abraçam a ideia de fluidez – eu posso ser cinza ou assexual ou demissexual. Nós não nos importamos muito”, diz Claudia, uma estudante de 24 anos de Las Vegas.
Embora isso certamente facilite suas vidas na hora em que eles pensam sobre si mesmos, as cosias certamente não são tão simples no que diz respeito a seus amigos e parentes, que costumam achar tudo muito estranho. Enquanto alguns pensam se tratar apenas de uma fase, outros chegam a achar que há algo seriamente errado na psique ou com relação aos hormônios dos assexuais, o que não é necessariamente verdade.

Sem traumas

“[A assexualidade] é um conceito tão estranho para a maioria das pessoas que elas acabam acreditando que deve haver alguma explicação patológica”, diz Lori Brotto, psicóloga e professora de ginecologia da Universidade da Columbia Britânica. Embora não haja provas definitivas de que os hormônios não têm relação com a questão, a maioria dos assexuais teve uma puberdade normal e não apresentou problemas psicológicos.
Os afetados pelo conhecido distúrbio de desejo sexual hipoativo – a famosa perda de libido – costumam se sentir mal pela condição devido ao fato de conhecerem e sentirem falta de seu desejo sexual. Por outro lado, a maioria dos assexuais nunca possuiu uma libido muito forte ou, mesmo quando teve, isso foi só em momentos muito específicos, de forma que essa questão dificilmente os incomoda.
Ainda assim, por mais que a assexualidade não seja causada por problemas psicológicos, ela pode muitas vezes ser a origem de alguns deles. Segundo um estudo de Brotto, as pessoas assexuais costumam ser mais propensas a problemas de saúde mental, o que provavelmente é decorrente do isolamento e da tensão que sentem por parte de seus parentes e amigos.

Pressão e visibilidade

“Todo mundo pressiona você: ‘por que não está namorando? Você precisa transar. Por que não está prestando atenção nessas mulheres?’”, conta Mike, um canadense de 27 anos. De forma geral, os assexuais não costumam ser atacados pelos demais, mas frequentemente são deixados de lado ou se tornam alvo de brincadeiras. “Não somos demonizados – viramos motivo de risada”, diz Genevieve.
Embora não se importem muito com o que pensam deles, Era, Sean e Genevieve lamentam o fato de que a assexualidade e suas variações sejam assuntos quase invisíveis na cultura mainstream. Ainda assim, o tema vem surgindo com uma frequência crescente, como foi o caso de um ebook publicado pela assexual Julie Sondra Deckers, chamado “The Invisible Orientation: Na Introduction to Asexuality”.
Na cultura pop, o assunto causou certo barulho quando foi ligado a Daryl Dixon, um dos mais queridos personagens do seriado de zumbis The Walking Dead. Respondendo a especulações sobre a possibilidade de o herói ser gay, o criador Robert Kirkman descreveu Daryl como “meio assexual” – levando a comunidade a explodir de alegria. “Sim, é só um programa de TV, mas esse tipo de coisa simplesmente não costuma acontecer”, comenta Genevieve.

Questão de identidade

Ainda que não tenham sido oficialmente reconhecidos pela sociedade, o assexuais, demissexuais e outros subgrupos vêm para mostrar que nossa visão a respeito de amor e relacionamentos ainda é algo muito limitado, independentemente de qual seja a nossa orientação sexual. Até mesmo as definições mais progressistas de sexualidade não costumam considerar a assexualidade como uma realidade séria.
Casos como o de Rae, Sean, Genevieve e muitos outros ainda são algo que choca e confunde a maioria das pessoas que entram em contato com o tema, e provavelmente será necessário que muito tempo passe para que eles sejam totalmente compreendidos. Ainda assim, os jovens se sentem alegres por finalmente poderem se identificar. “Eu passei 15 anos me sentindo envergonhado sobre tudo e agora não faço mais isso”, conclui Rae.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

On sexta-feira, fevereiro 20, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários
      Quando o assunto é sexo, a conversa vai longe, já reparou? Parece até que o tema está grudado em nossa mente e, na verdade, se pensarmos de uma maneira mais científica, é exatamente isso que acontece mesmo. O sexo afeta nosso cérebro das mais diversas maneiras, e muitos cientistas em todo o mundo pesquisam sobre o assunto constantemente. A seguir, conheça algumas descobertas já feitas sobre os efeitos do sexo no cérebro humano:

1 – Sexo é como uma droga

A sensação de bem estar que sentimos depois do sexo faz com que tenhamos vontade de fazer de novo, de novo e de novo. O prazer sexual libera o neurotransmissor dopamina, que ativa o centro de recompensa em nosso cérebro. O mesmo mecanismo acontece com pessoas que usam drogas, ou seja...
De acordo com Timothy Fong, professor de psiquiatria, fazer sexo e usar cocaína não é a mesma coisa nem proporciona sensações iguais, mas as duas atividades estimulam várias regiões cerebrais e, no quesito “recompensa”, agem no mesmo lugar. Cafeína, nicotina e chocolate também atuam nessa região responsável por nos deixar com vontade de mais.

2 – O sêmen tem componentes que agem como antidepressivos

A verdade é que sexo pode atuar como um antidepressivo natural, digamos assim. Lógico que isso não significa que alguém que usa esse tipo de medicamento pode interromper o tratamento e apostar apenas em boas rodadas de sexo.
A relação entre sexo e antidepressivo foi comprovada em um estudo publicado em 2002, pela Universidade da Albânia. Na ocasião, pesquisadores avaliaram a vida sexual e emocional de 300 mulheres. Aquelas que fizeram sexo com camisinha apresentaram alguns sintomas de depressão, o que levou os pesquisadores a supor que componentes presentes no sêmen – como estrogênio e prostaglandina – têm propriedades antidepressivas.
Vale ressaltar que as mulheres que fizeram sexo sem camisinha tinham parceiros fixos há algum tempo e tomavam outros tipos de contraceptivos. O uso da camisinha é recomendado sempre, hein!

3 – Mas sexo também pode deixar você deprimido

Se um estudo encontrou relação entre fazer sexo e não ficar deprimido, outro descobriu a existência de uma espécie de síndrome chamada de “disforia pós-coito” – uma em cada três mulheres relataram sentir uma sensação de tristeza profunda depois do sexo. Entre as explicações para isso estão sensações de arrependimento ou culpa, mas a Ciência ainda não sabe explicar exatamente por que esse sentimento de tristeza aparece.

4 – É dor? Sexo!

Aquela dorzinha chata de cabeça já não é motivo para que você deixe de fazer sexo. Na verdade, muito pelo contrário: o sexo alivia as dores de cabeça, e isso vale até mesmo para quem sofre dos casos mais severos, como a migrânia, que é um tipo de enxaqueca.
Só para você ter ideia, um estudo revelou que 30% das pessoas que resolveram fazer sexo durante uma crise de enxaqueca afirmaram que a dor aliviou muito ou passou completamente.
Outra pesquisa já comprovou que quando têm seu ponto G estimulado, o limiar de dor das mulheres aumenta. De acordo com o pesquisador Beverly Whipple, da Universidade de Rutgers, nessas condições é preciso que as mulheres recebam estímulos de dor muito maiores para que sintam a dor de fato. Alguns cientistas acreditam que isso tem a ver com os níveis do hormônio oxitocina, que aumentam durante o sexo e têm propriedades analgésicas.

5 – Fazer sexo pode deixar você com amnésia

Pesquisas já relataram as experiências de pessoas que, depois do sexo, tiveram episódios de amnésia. Isso, claro, pode ser atribuído a outras condições neurológicas, e acontece depois de episódios de sexo intenso, acompanhados de fatores como stress emocional, dor, lesões na cabeça, procedimentos médicos e até mesmo mudanças bruscas de temperatura.
O esquecimento, nesses casos, dura poucos minutos ou, no máximo, algumas horas. Nesse período, a pessoa fica incapacitada de formar novas memórias ou de se lembrar de acontecimentos recentes.

6 – Mas sexo também pode melhorar a sua memória

O corpo humano e essa mania de ser tão complexo... Se já se sabe de casos raros de pessoas que sofrem amnésia depois de fazer sexo, a ciência já sabe também que, para alguns felizardos, a prática sexual pode melhorar a memória. Pelo menos em roedores.
Um estudo realizado em 2010 avaliou a memória de ratinhos que copularam pelo menos uma vez por dia durante 14 dias seguidos. O resultado? Ficaram com a memória tinindo e conseguiram produzir mais neurônios no hipocampo, região cerebral ligada à memória. Outro estudo foi feito mais tarde para provar a relação entre sexo e memória e, de fato, ela parece mesmo existir, ainda que isso não tenha sido comprovado em humanos.

7 – Sexo deixa você relaxado e sonolento

Não que isso seja uma grande novidade, mas é interessante observar como o ato sexual pode deixar a mais insone das pessoas com uma vontade absurda de tirar um cochilo. O mesmo estudo citado no item anterior descobriu também que os ratinhos que fizeram sexo ficaram menos estressados.
Isso, sem dúvidas, funciona com nós, seres humanos, também. Um estudo comprovou que pessoas que tiveram relações sexuais recentemente lidam melhor com situações de stress. Isso tem a ver com o fato de que a pressão sanguínea diminui quando fazemos sexo. Olha só que coisa boa!
Com relação ao sono, a verdade é que os homens é que sentem mais vontade de dormir depois do orgasmo, e a razão para isso pode estar no fato de que a região cerebral conhecida como córtex frontal é parcialmente desligada depois da ejaculação. Além disso, o corpo libera oxitocina e serotonina, que deixam os cuecas sonolentos.

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E aí, você já sabia disso tudo? Qual dessas informações mais faz sentido para você? Conte para a gente nos comentários!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

On quinta-feira, fevereiro 19, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários


   Em épocas de Tinder e baladas open bar os rituais de sexo modernos parecem seguir um padrão já bem definido: troca de olhares, conversas, bebida e, se tudo correr bem, uma noite de sexo. Ainda que esse padrão seja um dos mais praticados, há, em todo o planeta, alguns rituais um pouco mais peculiares – alguns ainda não extintos. Confira:

1 – No Havaí

Que algumas pessoas têm o costume de dar nomes a seus órgãos sexuais, não é exatamente uma novidade, mas e se isso fosse uma espécie de obrigação? Pois é. Essa prática já foi bastante comum no Havaí, onde tanto populares quanto membros da realeza tinham o costume de dar nome a suas genitálias e divulgar esses nomes publicamente. Já imaginou?

2 – Na Nova Guiné

Na tribo Sambian, na Nova Guiné, há uma tradição sexual bastante incomum. Primeiro que os homens da tribo crescem sem qualquer tipo de contato com as mulheres e segundo que, para garantir sua masculinidade, eles engolem o sêmen dos guerreiros mais velhos e mais valentões da tribo.

3 – Na Papua-Nova-Guiné

Os membros da tribo Trobriander, agora da Papua-Nova-Guiné, são conhecidos por começarem suas atividades sexuais muito cedo: há crianças que são iniciadas na vida sexual desde os seis anos de idade, por exemplo. Lá, tanto homens quanto mulheres são muito ativos, sexualmente falando, sem qualquer estigma relacionado a isso.

4 – O que era o rio Nilo para os antigos egípcios

Sabia que a galera do antigo Egito acreditava que o fluxo do rio Nilo era causado pela ejaculação do deus Atum? Essa crença bizarra foi a responsável pelo costume adotado por alguns faraós de se masturbarem às margens do rio. Imagina a cena...

5 – Na Colômbia

O povoado Guajiro tem um costume bastante peculiar: se em uma festa de casamento uma mulher tropeçar em um homem, os dois devem fazer sexo.

6 – No Egito

Olha só como é tudo uma questão de ponto de vista: na tribo Siwa, no Egito, é comum que pessoas do mesmo sexo se casem. Lá, se um homem não age como se fosse gay, ele é malvisto pela sociedade.

7 – Na ilha de Inis Beag

Inis Beag é uma das ilhas da Irlanda, e os moradores de lá enxergam o sexo de uma forma completamente repressiva. Só para você ter ideia, as pessoas fazem sexo lá sem tirar suas roupas íntimas. O sexo, por lá, é visto como prejudicial à saúde.

8 – Em Mangaia

Nessa pequena ilha no Pacífico é culturalmente comum que, a partir dos 13 anos, os garotos sejam submetidos a aulas de sexo com mulheres mais velhas, com quem começam a ter relações e aprendem como proporcionar prazer às mulheres e como “durar mais”.

9 – No grupo indígena Meinacos

Nessa tribo, que fica aqui no Brasil, os homens seduzem as mulheres entregando a elas peixes como presente.

10 – Na Idade Média

De acordo com as regras da igreja, na época da Idade Média, era considerado apropriado fazer sexo somente no tradicional papai e mamãe. As outras posições sexuais eram consideradas vergonhosas, ofensivas e inapropriadas.

11 – Na tribo Aweikoma

Mais uma tribo brasileira nessa lista. Olha só que curioso: como comer e fazer sexo são práticas que envolvem alguma coisa entrando em um corpo, a tribo usa apenas uma palavra tanto para se referir a “comer” quanto para “sexo”.

12 – Algumas tribos nos Himalaias

Por lá, é muito comum que irmãos dividam uma mesma parceira sexual, no que é conhecido como poliandria. Isso acontece como uma medida contra a superpopulação das tribos.

13 – Costume perturbador

Nas Ilhas Marquesas era considerado supernormal que as pessoas vissem seus pais fazendo sexo.

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E aí, você já tinha ouvido falar sobre essas tradições sexuais? Qual delas é a mais estranha para você? Divida seu espanto conosco nos comentários!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

On segunda-feira, fevereiro 16, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários
         
          Vamos combinar que existe uma grande diferença entre sexo e uma boa educação sexual. Raramente temos a oportunidade de conversar seriamente sobre o tema com outro adulto. Aí é que entra a pornografia, uma forma de acharmos que estamos nos educando sexualmente, mas que nada mais é do que puramente sexo.
Você deve estar se perguntando o motivo pelo qual os filmes pornográficos não podem servir de espelho para a vida real. Simples: nem tudo o que vemos nesse tipo de material sexual condiz com o nosso cotidiano. Muita gente espera que aconteça de verdade aquilo que é visto nas telas, mas não é bem essa a realidade. Normalmente, não.
É claro que existem algumas exceções, mas convenhamos que a pornografia comercial, aquela encontrada em filmes eróticos e que é criada por grandes ou pequenas produtoras, não representa a vida sexual da maioria das pessoas. Isso não quer dizer que assistir a esses filmes seja errado, longe disso.
Alguns terapeutas e educadores até mesmo acreditam que é saudável para a vida sexual de um adulto ver esse tipo de conteúdo. Mas misturar as ideias e esperar que as películas pornográficas correspondam às suas experiências na cama é a mesma coisa que assistir a um filme de ficção científica e tentar sair voando pelo espaço. Ou seja, não vai rolar.

Verdadeiros deuses gregos

E aí um homem — ou mulher, por que não? — assiste a um filme desse gênero e, quando chega na hora H, encontra na cama o(a) companheiro(a) com um corpo bem diferente daquele visto na película. E então rola a decepção. Uma grande lição é que nunca se deve comparar o seu corpo — ou o da outra pessoa — com o que você vê na pornografia.
Isso porque os atores e atrizes são escolhidos a dedo, de acordo com os seus atributos físicos. Você sabia, por exemplo, que o tamanho médio do pênis de uma estrela pornô não condiz com a realidade da maioria esmagadora dos homens? E que quase 100% das atrizes já passaram por cirurgias plásticas e procedimentos estéticos intrusivos?

Baseados no que há de melhor

Além dos corpos perfeitos dos atores, ainda encontramos, nos filmes pornôs, posições dignas dos artistas do Cirque du Soleil, orgasmos extremos e tudo o que há de melhor quando se trata de sexo puro. Tudo ali é perfeitamente filmado para que você fique em estado de choque e muito excitado.
Nada é feito por acaso. Cada mínimo detalhe é para que você consuma cada vez mais esse tipo de conteúdo. A menos que estejamos falando de sites de compartilhamentos de vídeos pornográficos, nos quais é possível achar de tudo, dificilmente você vai encontrar um casal que faz uma posição normalzinha de cinco minutos, vira para o lado e dorme.

Vidas diferentes em cada história

A nossa vida é um pacote de experiências e fatos ocorridos em algum lugar do passado e que nos marcaram para sempre. Portanto, cada nova prática sexual é contextualizada com o que já passamos e o que tiramos de lição: o que foi bom ou ruim, seus valores, enfim... Isso não acontece em um filme pornográfico, mesmo que ele seja parte de uma franquia ou série.
Algumas pessoas costumam dizer que esse tipo de conteúdo nem ao menos entrega uma história por trás das cenas. E vamos combinar que isso é o que menos tem importância para quem está em busca de diversão. A indústria de entretenimento adulto é composta de atores e atrizes que, após o trabalho, voltam para suas casas e tudo é esquecido.

Luzes, câmeras, ação!

Você acha que aquela posição sexual que você viu no filme vai ser um arraso na vida real, mas, quando finalmente tem a oportunidade de realizá-la, acaba constatando que ela é, na verdade, incômoda e nem um pouco excitante. Então, por que ela foi tão gostosa de ser vista e reinou absoluta na sua imaginação até o momento?
Como foi dito, tudo na indústria do entretenimento adulto é detalhadamente pensado para que seja estimulante para você. Até mesmo as posições sexuais têm que ser favorecidas perante as câmeras, mostrando tudo o que a gente imagina. Portanto, não se iluda com o que é visto nas telas.

Atenção! Profissionais em cena

Qual é o objetivo da maioria das pessoas que assiste a vídeos pornográficos? Elas procuram por prazer e excitação... E por que os atores fazem esse tipo de material? Na maioria das vezes, dinheiro puro e simples. Esses artistas são pagos para transmitir aos milhões de expectadores o que eles buscam e para fazer com que se sintam satisfeitos e excitados.
É claro que muitos deles, em entrevistas, dizem que juntam o útil ao agradável, mas o cachê pago para esse tipo de profissional não é dos mais baixos. E isso é o que fala mais alto, sem sombra de dúvidas. É preciso que as pessoas se atentem ao fato de que eles não fizeram ali o que elas procuram. As luzes se apagam e os personagens são deixados para trás.

Quase truques de ilusionismo

E novamente voltamos ao fato de que nem tudo o que se vê nos filmes pornográficos é o que realmente acontece por trás das câmeras ou até mesmo na frente delas quando estão desligadas. Além das cirurgias plásticas e cuidados extremos que os atores e atrizes precisam  ter praticamente todos os dias, os cineastas também têm seus truques.
Quase como mágicos, eles usam artifícios para suavizar as curvas das atrizes, parecer com que o ator seja mais másculo, que as pessoas sejam mais bonitas; e, para isso, contam com iluminação, ângulos de câmera e até mesmo produtos nos corpos dos artistas. Você sabia que, por exemplo, o design dos pelos pubianos muda o que se vê na tela?

Dos editores para a realidade

E, por fim, mas não menos importante, inocente é quem acha que aquilo que se vê é o que realmente aconteceu durante todo o tempo de filmagem. É óbvio que inúmeras edições foram feitas para que as pessoas envolvidas chegassem ao resultado final. Se o ângulo não ficou bom, ele foi limado. Se aquela posição favoreceu, ela ganhou destaque.
Durante todo o tempo em que os atores estavam em cena, inúmeras interrupções, quebras e cortes foram feitos. Depois que as filmagens foram finalizadas, os editores começaram seu trabalho, colocando as partes até mesmo fora de ordem. E o filme chega até o público do jeito que eles querem, e não como você imagina que realmente aconteceu.