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quinta-feira, 21 de maio de 2015

On quinta-feira, maio 21, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários



     Você possivelmente já leu algo sobre os drives de estado sólido, não é mesmo? Sob a sigla SSD (Solid State Drive, em inglês), estes equipamentos surgiram como uma opção mais segura e veloz para os discos rígidos comuns — que contam com partes mecânicas e apresentam mais problemas relacionados à movimentação — e têm ganhado bastante espaço no mercado nestes últimos anos.
Mas, antes de instalar e configurar o SSD, é preciso saber que existem diferenças entre eles e os HDs com os quais já estamos acostumados. Por causa disso, algumas ações não devem ser tomadas com os aparelhos — para aumentar o tempo de vida útil deles e evitar que exista qualquer problema. Ficou curioso? Então confira agora mesmo o que você não deve fazer com um SSD em seu PC.

1. Desfragmentação

Uma das principais diferenças entre os HDs e o SSDs está no modo como os dados são gravados. Enquanto os discos rígidos utilizam pequenas estruturas magnéticas para informar o valor de cada informação, nos drives sólidos isso acontece de uma maneira eletrônica — conseguida graças à energia elétrica armazenada ali. E é por causa disso que desfragmentar um SSD pode ser uma péssima ideia.
Esse método de gravação faz com que os SSDs tenham um número de gravações mais limitado do que acontece nos discos rígidos. Desfragmentar um disco significa realocar arquivos e fazer com que a porção de armazenamento dele seja otimizada — o que resulta em um grande consumo de espaço durante o período da desfragmentação. Ou seja: o processo pode reduzir a vida útil dos equipamentos.
Não bastasse isso, também vale dizer que a desfragmentação é um processo inútil nos computadores com SSD. Isso porque ela foi criada para reagrupar dados espalhados em discos rígidos, para facilitar a leitura em equipamentos desse tipo. Como o SSD não utiliza leitores mecânicos — e sim processos elétricos —, a informação pode ser acessada de qualquer lugar com a mesma rapidez.

2. Limpar áreas vazias

Por muito tempo, consumidores costumaram utilizar ferramentas para “apagar áreas vazias” do disco rígido. Isso permitia que as unidades ganhassem um pouco mais de espaço e ainda evitava que os dados pudessem ser recuperados após a exclusão de arquivos. Mas os sistemas operacionais mais recentes — Windows 7 e superiores, Mac OS X 10.6 e superiores ou Linux baseado em Kernels lançados depois de 2012 — são habilitados com o TRIM.
Isto é uma “notificação do sistema para o SSD para informar que determinados arquivos foram removidos e que os blocos, onde eles estavam armazenados, devem passar por um processo de limpeza para que novos dados sejam gravados”. Esta função faz com que os arquivos deletados do computador sejam realmente excluídos — não ficando disponíveis para restauração com o uso de aplicativos especializados.
Isso tudo significa que “limpar áreas vazias” em um sistema moderno e que utilize SSDs acaba sendo um esforço completamente desnecessário. Além de gastar um tempo sem fins realmente efetivos, o processo ainda pode desgastar o SSD com uma sobrecarga de informações — que também pode causar uma redução na vida útil do dispositivo.

Verifique se o TRIM está ativo

É possível que o seu computador não possua o TRIM ativado por padrão. Para verificar isso você pode usar softwares como o TrimCheck ou então seguir alguns rápidos passos:
  • 1) Pressione as teclas Window + R e digite na caixa de diálogo “cmd.exe”;
  • 2) No prompt de comando, digite o seguinte: "fsutil behavior query DisableDeleteNotify"
  • 3) Se o sistema retornar o valor “0”, então você está com o TRIM ativado;
  • 4) Caso apareça o valor “1”, você deve digitar o seguinte para habilitar o TRIM: "fsutil behavior set disabledeletenotify 0"

3. Formatação completa

Assim como no caso anterior, aqui trazemos um exemplo de processo desnecessário para os computadores com SSD. Formatar completamente um drive de estado sólido não é uma tarefa muito interessante e isso se aplica por várias razões. Primeiro: apagar arquivos com o modo TRIM faz com que eles sejam realmente excluídos definitivamente. Segundo: isso não fará com que seu computador fique mais veloz. Sem falar que a ação ainda joga fora alguns ciclos de reescritas do dispositivo.

4. Usar Windows XP ou Vista

O Windows XP e o Windows Vista são sistemas operacionais que não possuem suporte para o TRIM. Isso significa que arquivos apagados permanecem disponíveis para a recuperação por meio de aplicativos especializados. Mais do que isso, também existe o fato de que sistemas sem TRIM acabam gerando bastante lentidão após algum tempo de uso.
Em resumo: com o passar do tempo, seu SSD passará a demorar muito para conseguir terminar a escrita de um arquivo. É claro que não é o fim do mundo usar esses outros sistemas operacionais, mas é importante usar alguns softwares de otimização criados pelas próprias fabricantes de drives — evitando problemas relacionados às já mencionadas sobreescritas.
Atenção: não é interessante usar ferramentas alternativas de manutenção, pois isso pode prejudicar ainda mais o desempenho — opte sempre pelas oficiais das fabricantes. O drive de estado sólido sabe gerenciar os dados e cuidar de sua Garbage Collection — um sistema automatizado do gerenciamento da memória disponível — , sendo que a interação do usuário apenas vai prejudicar as configurações determinadas no firmware do componente.

5. Usar toda a capacidade

Essa lição já foi ensinada pelos HDs comuns em outros momentos — quem usa os PCs há mais tempo deve se lembrar do quanto era difícil reservar espaço em computadores que tinham menos de 1 GB para o armazenamento —, mas precisa ser relembrada. É essencial que você nunca preencha toda a capacidade do seu SSD, sempre deixando um espaço de sobra na unidade.
Isso se deve ao fato de que novos arquivos e carregamentos exigem espaço livre para que funcionem corretamente. Logo, sem ele o seu sistema ficará muito lento e apresentando falhas constantes. O site AnandTech afirma que pelo menos 25% do espaço total devem ser mantidos livres para evitar problemas — algo parecido com o que era indicado para os HDs comuns.

6. Realizar escritas constantes

Essa dica é bem importante, mas deve ser melhor aproveitada somente por quem utiliza SSDs em conjunto com HDs comuns. Um dos métodos mais eficientes de fazer com que a vida útil dos drives de estado sólido seja prolongada está em evitar as escritas nele. Ou seja, fazer com que menos arquivos sejam gravados nos drives e os mantendo como unidades de leitura.
As recomendações mais comuns são de que o SSD deve ser usado para a gravação dos arquivos de sistema operacional, softwares, jogos e outros dados que precisam ser acessados frequentemente e com rapidez. Em resumo: grave os arquivos que precisam ser acessados para que a sua utilização se torne mais confortável.
Ao mesmo tempo, não é indicado armazenar arquivos de mídia nos SSDs — uma vez que o espaço seria desperdiçado e o carregamento deles pode ser feito a partir de um HD sem qualquer problema ou lentidão. Ou seja... Nada de salvar o seu filme favorito em 4K nos drives de estado sólido.

Evite arquivos de paginação

Quando a sua memória RAM está toda ocupada, o Windows utiliza um setor do seu HD para fazer com que mais aplicativos e processos possam ser carregados ou mantidos. O problema é que se estivermos falando sobre um computador com SSD, esse setor de memória será sobreescrito com muita frequência e causará danos à estabilidade e à vida útil do equipamento.
Ou seja... Desative a opção de paginação nas configurações do sistema operacional — ou use um disco rígido comum para isso. Se você só possui um SSD, recomenda-se que sua máquina tenha pelo menos 8 GB de RAM para que o sistema não exija a paginação da memória virtual.

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Você conhecia essas recomendações? É claro que, se você optar por não segui-las, conseguirá usar o seu computador normalmente — afinal de contas, ele não vai explodir por causa disso. Mesmo assim, vale a pena ficar ligado em tudo isso para fazer com que os seus equipamentos possam ser usados por mais tempo e sem apresentar falhas.
On quinta-feira, maio 21, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários
   

       Ha um bom tempo, o site Tecmundo criou  um artigo indagando se os discos rígidos (HDs) teriam seu destino comprometido devido à chegada dos drives de estado sólido (SSDs).
Agora, temos a certeza de que o SSD — mesmo estando mais acessível — não matou a tradicional tecnologia dos drives mecânicos, mas dá para dizer que ele está se popularizando aos poucos.
Os componentes de estado sólido com grandes capacidades de armazenamento ainda não têm preços convincentes (principalmente no Brasil), mas muitos usuários estão optando por modelos mais modestos para instalar o sistema e executar games.
Há também algumas pessoas que estão optando por modelos híbridos, que trazem uma memória cache de estado sólido que garante um bom ganho em desempenho. Seja qual for o caso, existem diversos pormenores a serem observados na hora da compra de um SSD.
Além disso, é preciso realizar algumas configurações na sua máquina para obter o máximo desempenho do componente. Pensando nisso, resolvemos trazer uma série de dicas para você aproveitar ainda mais seu drive de estado sólido no Windows 8. A maioria das dicas aqui apresentadas devem funcionar perfeitamente no Windows 7.

1) SATA 1, SATA 2 ou SATA 3

A primeira coisa que você deve verificar é o tipo do padrão SATA do seu computador. De nada adianta você adquirir um SSD moderno com uma incrível velocidade de escrita e leitura, se a sua placa-mãe não conta com os recursos necessários para garantir que a transferência de dados ocorra da melhor forma.
Assim, a primeira coisa que você deve fazer é conferir se a placa-mãe é do tipo SATA 1, SATA 2 ou SATA 3. Como fazer isso? Não existem diferenças físicas que possibilitem essa distinção de um padrão para outro, portanto não adianta abrir o gabinete, pois os conectores na placa não vão dizer nada.
Todavia, algumas placas trazem essa informação impressa no próprio chassi. É claro que você pode evitar um trabalho desnecessário se tiver o manual da placa-mãe ou o modelo (com essa informação, basta buscar no Google e descobrir qual o padrão SATA).
Saber isso não é tão relevante na hora da compra de um SSD, visto que o mais recomendado é sempre comprar um componente compatível com o padrão mais recente. É provável que você nem consiga encontrar mais SSDs do tipo SATA 1.
Também é interessante pensar que, às vezes, não compensa adquirir um drive do padrão SATA 2, visto que ele não vai oferecer benefícios a longo prazo. Calma, você não perdeu tempo ao buscar essa informação sobre sua placa-mãe.
É recomendado saber esse tipo de detalhe para ter uma noção sobre o limite de transferência de dados do seu computador e, assim, não acabar passando raiva ao perceber que seu SSD do tipo SATA 3 está trabalhando como se fosse um SATA 2.

2) Qual é o tipo de unidade de armazenamento?

Bom, depois que você já sabe o padrão SATA do seu PC, é preciso pensar em qual tipo de drive vai adquirir. Além do clássico SSD, você pode encontrar dispositivos do tipo SSHD (um híbrido que combina a tecnologia do HD com a do SSD).
O SSD comum é o mais caro de todos, mas também é um drive que vai garantir o melhor desempenho em todas as situações. Esses componentes trazem apenas chips de memória flash, o que garante as mais altas taxas de transferência de dados em quaisquer situações. É uma boa ideia associar um SSD de 128 GB para armazenar jogos e o sistema, por exemplo, com um disco rígido de 1 TB para guardar seus arquivos pessoais.
O SSD híbrido é, basicamente, um disco rígido combinado com módulos de memórias flash. Há um grande disco para armazenar as principais informações, e uma pequena porção de memória flash para salvar apenas os arquivos mais importantes que ajudam na inicialização do sistema e dos softwares.
Esses componentes geralmente costumam ser mais rápidos do que os discos rígidos, mas não são os mais recomendados para quem pretende ter um ganho significativo de desempenho. O SSHD é uma boa solução por ser mais barato, mas certamente não é a melhor ideia para quem joga muito ou trabalha com softwares que exigem muito do drive de armazenamento.

3) Devo reinstalar o sistema?

Se você está migrando de um disco rígido para um drive de estado sólido, existe alguma chance que você fique com preguiça de instalar o sistema operacional do zero e tenha a brilhante ideia de continuar usando o Windows no seu HD.
Nossa recomendação para quem está migrando para um SSD é sempre reinstalar o sistema e todos os drivers para que seja possível atingir o melhor desempenho possível. Não adianta nada adquirir um componente desse tipo e continuar patinando com um HD.

4) Configure o AHCI

A tecnologia AHCI (Advanced Host Controller Interface) foi criada pela Intel para garantir o aproveitamento de todos os recursos das unidades que trabalham com o barramento SATA.  Ela está presente na maioria das placas-mãe mais modernas, sendo que normalmente é uma opção que já vem ativada por padrão na BIOS.
Ao ter esse recurso ativado e devidamente operante, você poderá ter um ganho de 10 ou 15% de desempenho. Para poder usar o AHCI, você vai precisar de um driver especial. Geralmente, é interessante instalá-lo junto ao sistema operacional (com o uso de um pendrive, você pode inserir o driver e habilitar a configuração já na instalação do Windows).
Caso você já tenha instalado o sistema operacional, mas não tenha fornecido o driver no momento apropriado, o Windows deve ter usado um driver genérico. De qualquer forma, você pode instalar outro driver se desejar. Às vezes, o software fornecido pela fabricante da placa-mãe pode garantir melhores resultados.
Para conferir qual driver está instalado e realizar atualizações, você pode acessar o “Gerenciador de Dispositivos” do computador e encontrar os controladores IDE/ATA ATAPI. Clique com o botão direito sobre eles e abra as “Propriedades”. Haverá informações sobre a versão do driver e outros detalhes.

5) Verifique se os drivers estão atualizados

Manter os drivers do seu computador sempre atualizados é algo fundamental para que o sistema rode com o melhor desempenho possível e não apresente falhas. Normalmente, ao instalar o Windows com os drivers básicos, não costumamos estar conectados à internet e acabamos usando uma versão genérica de driver para o SSD.
O Windows 8 costuma atualizar todos os drivers sozinho, mas pode ser que o software apropriado para o seu drive de estado sólido não tenha sido baixado pelo sistema da Microsoft. Nesses casos, você pode acessar o “Gerenciador de Dispositivos” e verificar tanto nas propriedades do SSD quanto nas do Controlador AHCI se as versões mais recentes dos drivers estão instaladas.
É claro que você precisará verificar no site da sua placa-mãe e da marca do seu SSD qual é o driver mais recomendado e a versão mais recente. Atualizar o driver é moleza e pode lhe garantir um bom ganho na velocidade de escrita e leitura dos dados.

6) Configure o computador para “Alto Desempenho”

Esta é uma configuração bem simples que normalmente não é modificada, visto que as pessoas não suspeitam que as “Configurações de Energia” possam impactar diretamente no desempenho da máquina. Bom, a verdade é que o PC pode sim limitar a performance dos dispositivos de armazenamentos para economizar energia.
Para configurar essas opções, você deve abrir o Menu Iniciar e abrir o item “Opções de Energia” (basta digitar essas palavras diretamente no menu para que o Windows efetue a busca). Geralmente, o Windows define o modo “Equilibrado” como padrão. Todavia, nossa recomendação é que você ative o modo “Alto desempenho”.
Depois, clique em “Alterar configurações do plano” e, em seguida, “Alterar configurações de energia avançadas”. Agora, abra a opção “Disco rígido” e defina o tempo de desligamento para “Nunca”. Pronto, agora o Windows não deixará a unidade de armazenamento descansar, o que significa que ele ficará sempre ativo e pronto para o trabalho. Vale ressaltar que essa configuração diminui a vida útil do componente.

7) Desative a proteção do Sistema

A proteção do Sistema é muito útil em casos de emergência. É graças a esse recurso que o Windows efetua backups automáticos e cria pontos de restauração para que você possa recuperar o conteúdo da sua máquina quando algum erro grave acontece.
Apesar de ter sua utilidade, essa configuração consome muitos recursos do computador, causando grande impacto negativo no desempenho geral. Desabilitá-la garante um ganho significativo em performance, mas é claro que você acaba ficando vulnerável em algumas situações.
Essa mudança pode ser importante principalmente para evitar que escritas desnecessárias sejam realizadas na memória flash do SSD. Claro, se você não se sentir seguro e optar por manter a proteção ativa, não precisa desabilitar essa configuração.
1) Use o atalho Window + Pause/Break e clique no item “Proteção do Sistema” (que fica ao lado esquerdo da janela);
2) Depois, clique em “Configurar”;
3) Marque a opção “Desativar a proteção do sistema” e exclua os dados temporários;
4) Clique em “Aplicar”, confirme a mensagem do Windows e feche a janela.

8) O arquivo de paginação pode ser desabilitado

O arquivo de paginação foi criado para garantir que as antigas versões do Windows pudessem ter um espaço adicional para guardar arquivos temporários que não cabiam na memória RAM. Agora, que os computadores já trazem configurações de hardware aprimoradas, manter essa opção ativa apenas vai deixar o seu sistema mais lento.
Se o seu computador tem 4 GB de memória RAM (ou mais) e se você está usando um drive de estado sólido, desligar essa opção deve resultar em um ganho de desempenho incrível. Normalmente, você não deve ter problemas por falta de memória, mas se você costuma manter usar muitos softwares, então o desligamento dessa função pode resultar em erros.
De qualquer forma, assim como todas as sugestões deste artigo, quaisquer configurações podem ser revertidas. Vale você sempre testar e experimentar para conferir se o ganho de performance vale a pena e se não aparece nenhum erro.
Bom, para realizar esse procedimento, faça o seguinte:
1) Use o atalho Window + Pause/Break e clique no item “Configurações Avançadas do Sistema” (que fica ao lado esquerdo da janela);
2) Depois, acesse a aba “Avançado” e entre em “Configurações” na seção “Desempenho”;
3) Abra a aba “Avançado” e clique em “Alterar...” no campo “Memória Virtual”;
4) Desmarque a caixa “Gerenciar automaticamente o tamanho do arquivo de paginação de todas as unidades”;
5) Selecione o SSD, marque a opção “Sem arquivo de paginação” e pressione o botão “Definir”.

9) O serviço de Busca do Windows pode ser um problema

O sistema de busca do Windows melhorou muito nos últimos anos, mas ele também aumentou consideravelmente o uso do dispositivo de armazenamento. Para agilizar as pesquisas, o sistema cria um índice com as informações necessárias para que todos os arquivos fiquem acessíveis rapidamente. Isso é bom, mas pode impactar no desempenho geral e reduzir a vida útil do SSD, visto que muitos dados serão gravados.
É importante ressaltar que ao desabilitar esse serviço, você não vai desativar a busca (fique tranquilo, ainda será possível realizar pesquisas normalmente), mas apenas a configuração de indexação da Busca. Para realizar essa alteração, você vai precisar alterar os serviços do sistema, veja como:
1) Pressione as teclas Window + R e digite na caixa de diálogo “services.msc”;
2) Role a tela até encontrar o item “Windows Search”;
3) Clique em “Parar” para que o serviço seja interrompido;
4) Agora, na área “Tipo de inicialização” escolha a opção “Desativado”;
5) Clique em “Aplicar” e feche a janela.

10) A indexação de conteúdo deixa o PC lento

Desativar a Busca do Windows não é suficiente para que o sistema de indexação seja interrompido, pois o sistema tem outra configuração que força a adição dos arquivos a um índice. Você não precisa mais dessa configuração, portanto efetue o seguinte procedimento para melhorar ainda mais o desempenho:
1) Abra o “Meu Computador”;
2) Clique com o botão direito sobre a unidade desejada e escolha “Propriedades”;
3) Desmarque a caixa “Permitir que os arquivos desta unidade tenham o conteúdo indexado junto com as propriedades do arquivo”;
4) Aplique as opções e feche a janela.

11) Desabilite a gravação em cache do dispositivo

O Windows relata que existe uma melhoria de desempenho com essa opção habilitada, mas a verdade é que tudo depende do SSD que você utiliza. Há modelos que funcionam melhor com essa configuração, outros podem apresentar melhores resultados com ela desabilitada.
Assim, a melhor forma de você saber se ela deve ser desabilitada é realizar um teste. Vale ressaltar que ao deixar tal configuração habilitada, pode ser que alguns dados sejam perdidos ou corrompidos caso haja mau funcionamento do computador ou falta de energia. Veja como desabilitar:
1) Abra o “Gerenciador de Dispositivos”;
2) Clique com o botão direito sobre o seu SSD e entre nas “Propriedades”;
3) Vá na aba “Políticas” e desmarque a caixa “Habilitar gravação em cache no dispositivo”;
4) Clique em OK para fechar a janela.

12) Desative o superfetch

Ao longo dos anos, a Microsoft bolou muitas maneiras de acelerar o desempenho do sistema. Várias configurações surgiram em decorrência de novas tecnologias que apareceram, mas a verdade é que nem todas elas são benéficas.
O superfetch, por exemplo, é um recurso que apareceu lá no Windows Vista. A função dele é garantir o melhor gerenciamento da memória do sistema para oferecer uma atividade mais suave do sistema.
A verdade é que com o uso de um SSD, você deve ter melhores resultados com o superfetch desabilitado. Aprenda a desabilitar e veja se o seu sistema fica um pouco mais rápido:
1) Pressione as teclas Window + R e digite na caixa de diálogo “services.msc”;
2) Role a tela até encontrar o item “Propriedades do Superfetch”;
3) Clique em “Parar” para que o serviço seja interrompido;
4) Agora, na área “Tipo de inicialização” escolha a opção “Desativado”;
5) Clique em “Aplicar” e feche a janela.

13) Verifique se o TRIM está funcionando

O TRIM, para você que não sabe, é uma notificação do sistema para o SSD para informar que determinados arquivos foram removidos e que os blocos, onde eles estavam armazenados, devem passar por um processo de limpeza para que novos dados sejam gravados.
Se essa opção estiver desabilitada, seu computador vai funcionar normalmente, mas vai demorar muito mais para limpar os blocos, o que causa lentidão no sistema. Veja como você pode conferir esse recurso e ativá-lo se necessário:
1) Pressione as teclas Window + R e digite na caixa de diálogo “cmd.exe”;
2) No prompt de comando, digite o seguinte:
fsutil behavior query DisableDeleteNotify
3) Se o sistema retornar o valor “0”, então você está com o TRIM ativado;
4) Caso apareça o valor “1”, você deve digitar o seguinte para habilitar o TRIM:
fsutil behavior set disabledeletenotify 0

14) Desligue a hibernação

Para finalizar nossas configurações, resta apenas conferir se o computador está preparado para hibernar. É importante manter a hibernação desativada, pois ela consome um bocado de espaço e não oferece tantos benefícios, considerando que o SSD pode inicializar o Windows em apenas 5 ou 10 segundos. Veja como proceder:
1) Vá até o Menu Iniciar e digite “Prompt de Comando”;
2) Clique com o botão direito sobre o ícone do programa e escolha “Executar como Administrador”;
3) No prompt de comando, digite o seguinte:
powercfg -h off
Pronto! Agora, seu sistema não vai mais hibernar e uma boa quantidade de espaço será poupado.

Qual será o ganho de desempenho?

Como você pode ver, há muitas configurações que podem resultar em melhorias significativas para a performance do seu computador e do SSD. Entretanto, não há como dizer o quanto sua máquina ficará mais rápida. Em alguns casos, pode ser que os apps e o sistema carreguem na metade do tempo, em outros o impacto pode ser insignificante.
De qualquer forma, é importante testar cada uma dessas dicas e tentar deixar o PC mais rápido, afinal, de nada adianta manter essas opções executando se elas vão acabar atrapalhando no desempenho do computador.
O Windows 8 tem outros recursos escondidos, mas acreditamos que esses citados em nosso artigo já devem dar uma boa ajuda. É claro que você sempre pode colaborar com suas dicas, portanto aproveite a seção de comentários para compartilhar suas experiências.
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LEITOR COLABORADOR Raphael Begalli
On quinta-feira, maio 21, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários


        Você já deve saber que os drives de estado sólido (SSD) possuem um tempo de vida útil limitado, de acordo com a quantidade de informações que são armazenadas em cada unidade. Em alguns casos eles podem ser usados por vários e vários anos, mas há alguns consumidores que podem encontrar falhas nos equipamentos em menos tempo.
Isso tudo acontece porque as memórias Flash utilizadas perdem a capacidade de salvar dados depois de uma grande quantidade deles ter sido acionada. Mas quantos TB de informações podem ser salvos em um SSD antes que ele sucumba às limitações da memória? O site TechReport fez a análise com vários SSDs para responder a essas perguntas para nós. São eles: Corsair Neutron GTX 240GB, Intel 335 Series 240GB, Samsung 840 Series 250GB, Samsung 840 Pro 256GB e dois Kingston HyperX 3K 240GB.
Os primeiros a serem eliminados do combate por apresentarem falhas críticas foram o Intel 335 Series e um dos dois Kingston HyperX 3K 240GB. Ambos tiveram esse problema pouco após ultrapassarem a marca dos 700 TB de informações e pararam de operar totalmente pouco depois. O primeiro (Intel) falhou totalmente aos 750 TB, enquanto o segundo (Kingston) aos 728 TB.
Na outra ponta do ranking, os aparelhos que mais foram longe foram o Corsair Neutron GTX, o Samsung 840 Pro e o outro Kingston HyperX 3K 240GB — desta vez com dados compressíveis. Todos eles passaram da marca de 1 Petabyte sem apresentar nenhuma falha, o que é ótimo para qualquer consumidor que optar por comprar esses equipamentos. 
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sábado, 16 de maio de 2015

On sábado, maio 16, 2015 by Unknown in    Sem comentários


                               Todos os anos, os smartphones são atualizados e recebem melhorias de hardware para que possam ser sempre mais eficientes em relação aos sistemas operacionais e recursos existentes. E um dos componentes que mais influencia na qualidade de execução dos aparelhos é a memoria RAM — responsável, entre outras coisas, pela qualidade do sistema multitarefas dos portáteis.
Não é à toa que grandes fabricantes têm investido cada vez mais neste setor, sendo que algumas já colocam aparelhos com 3 GB ou 4 GB de memória RAM para os seus consumidores. Pois hoje não falaremos tanto sobre a capacidade, mas sim sobre a tecnologia dos chips. Você sabia que já existem vários aparelhos no mercado e que contam com tecnologia DDR4?
Como você pode ver, as grandes vantagens do DDR4 estão na frequência de trabalho com que podem agir, que são mais eficientes do que as vistas no DDR4 — o que é vital para aumentar o tempo de autonomia das baterias, por exemplo. Mais do que isso, esses chips também devem aumentar bastante o desempenho e a vida útil dos componentes. Confira alguns smartphones que já contam com a novidade.

1. Xiaomi Mi Note Pro

Xiaomi é uma fabricante chinesa e ainda não está trabalhando no mercado brasileiro, mas vem conquistando muitos consumidores em todo o mundo. Um dos motivos para isso está no investimento em hardware de alta qualidade, como acontece no Mi Note Pro. Além da memória, ele ainda conta com processador Snapdragon 810 para a execução das tarefas.
Vale dizer que este é o primeiro aparelho do mundo a contar com 4 GB de memória RAM disposta em chips DDR4 — que conta com maior taxa de frequência e largura de banda avançada para a troca de informações. Ele ainda traz bateria com 3.090 mAh e câmera Sony de 13 megapixels. Na China, ele custa cerca de R$ 1.420.

2. LG G Flex 2

Este aparelho de tela curva da LG também está sendo vendido com memória RAM de alta capacidade. São 2 GB utilizados para ampliar as possibilidades dos consumidores, que podem aproveitar melhor o display do aparelho com uma série de funções multitarefas e aplicativos mais exigentes.
O smartphone ainda conta com processador Qualcomm Snapdragon 810 octa-core para a execução das tarefas. Vale lembrar que o LG G Flex 2 já está à venda no Brasil e pode ser encontrado por preços que giram em torno dos R$ 3.299.

3. HTC One M9

HTC é uma das empresas mais respeitadas no segmento de smartphones — mesmo sem o sucesso comercial de outras fabricantes, como Samsung e LG. O aparelho One M9 é um dos motivos para isso, pois ele foi lançado com design metálico elegante e hardware de alto nível. Nos Estados Unidos, cada unidade custa cerca de US$ 849.
O processador Qualcomm Snapdragon 810 e os 32 GB de memória de armazenamento são apenas uma mostra disso. Para a memória RAM, a HTC investiu em chips DDR4 que somam 3 GB de alta frequência — usados em uma série de carregamentos e funções multitarefas.  Vale lembrar também que ele conta com câmera de 20 MP e tecnologia avançada de captura.

4. Galaxy S6 / S6 Edge

Os principais aparelhos da Samsung para 2015 não poderiam ficar de fora desta lista. Galaxy S6 e S6 Edge chegaram no começo do ano e mostram que a empresa coreana decidiu investir pesado em inovação — não apenas de hardware, mas também com ótimas melhorias de design. No interior, são 3 GB de memória com o padrão DDR4 e até 128 GB de armazenamento.
Um dos destaques fica no processador do aparelho. Em vez de chips da Qualcomm (como os vistos nos outros aparelhos), o S6 surge com Exynos 7420 produzido pela própria Samsung — sendo considerado um dos mais velozes da atualidade. No Brasil, o S6 pode ser encontrado por R$ 3.299 e o S6 Edge por R$ 4.299.

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Estes são os principais aparelhos disponíveis atualmente com memória DDR4. Certamente, nos próximos meses veremos ainda mais aparelhos surgindo com essa capacidade e o padrão deve se tornar muito comum nos próximos anos. Será que o seu próximo aparelho vai contar com essa tecnologia?
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LEITOR COLABORADOR Armando Santana

sexta-feira, 15 de maio de 2015

On sexta-feira, maio 15, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários

           Os computadores evoluíram muito nos últimos anos. É difícil imaginar que há apenas algumas décadas tínhamos PCs que ocupavam o andar inteiro de um prédio. Hoje, essas máquinas estão muito mais poderosas e compactas, sendo que um smartphone convencional – que cabe na palma da mão – é infinitamente mais potente que um computador daquela época.
Mas se eles passaram por uma evolução tão grande, por que ainda precisamos usar aquelas pequenas pilhas nas placas-mãe dos PCs? Afinal, as máquinas – especialmente os desktops – não ficam a maior parte do tempo conectadas a uma rede elétrica?
Por que ainda usamos uma pilha na placa-mãe?

Para que serve aquela pilha?

Ao contrário do que muitos podem imaginar, a pilha que está na placa-mãe não serve para fornecer energia para o computador enquanto ele está em funcionamento. Aquela bateria, na verdade, é usada para alimentar dois pequenos componentes muito importantes para o PC: o semicondutor complementar de óxido metálico, mais conhecido pela sigla em inglês CMOS, e o relógio de tempo real.

CMOS

Em sistemas antigos, esse chip tinha como função primária armazenar parâmetros sobre a inicialização da máquina. Assim como a memória RAM, ele é volátil, o que significa que seu conteúdo é perdido caso a alimentação elétrica seja interrompida. Hoje, essas informações são armazenadas em memória flash – ou seja, permanente –, o que dispensa a necessidade de alimentação constante para manter os dados.
A bateria alimenta o CMOS, ou semicondutor complementar de óxido metálico.

Relógio de tempo real

Porém, como já mencionamos, a pilha da placa-mãe também tem a função essencial de alimentar o relógio de tempo real. Esse mecanismo – um simples relógio digital – é o que faz com que a máquina saiba qual é a hora mesmo quando o computador não está conectado à tomada.
Sem essa pilha, o seu computador teria a data e a hora reiniciadas todas as vezes que você o ligasse. Pense nela como se fosse a bateria de carro: quando ela é desconectada, o seu rádio perde todas as informações de hora que você havia configurado.
Bateria da placa-mãe.

Mas por que o CMOS precisa da bateria?

Se hoje as informações de boot são armazenadas em uma memória permanente, por que antes precisávamos guardar esses dados no CMOS, uma memória volátil? O motivo é simples: para permitir ao usuário zerar as informações de inicialização caso seja necessário.
Já que a remoção da bateria “limpa” o CMOS, essa era encarada como uma solução caso a inicialização estivesse apresentando algum problema. O inconveniente era ter que reiniciar o relógio também – já que a pilha alimenta o relógio de tempo real –, o que poderia ser facilmente contornado com um novo ajuste na hora quando o sistema finalmente se iniciasse.
No final das contas, a bateria ainda é muito importante em um computador.
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Portanto, na próxima vez que você olhar a bateria da sua placa-mãe, saiba que ela tem um papel muito importante para a sua máquina: manter o relógio em tempo real alimentado e com a hora correta. E você, já sabia disso?

segunda-feira, 11 de maio de 2015

On segunda-feira, maio 11, 2015 by Unknown in    Sem comentários


     A indústria de SSDs constatou recentemente que esse tipo de dispositivo para armazenamento de dados pode não ser tão interessante para guardar informações por longos períodos de tempo como se imaginava no início da sua popularização. De acordo com Alvin Cox, da Seagate, SSDs podem começar a perder dados depois de apenas uma semana desconectados de um computador.

O que determina essa vida útil das informações tão baixa é a deterioração do dispositivo, que sofre com a variação na temperatura do ambiente em que é armazenado. A temperatura de funcionamento dentro do computador também influencia no tempo de início da perda de dados.
Cox disse em uma apresentação sobre SSDs que, a cada aumento de 5°C na temperatura do ambiente em que aparelho se encontra, o tempo de retenção das informações é cortado pela metade. Esse tempo de retenção é contado apenas quando o SSD é desconectado de um computador, ficando, portanto, sem energia.

Domésticos vs. Empresariais

O padrão para a indústria de SSDs domésticos é manter informações retidas por pelo menos dois anos sem que o aparelho precise de energia. Fora isso, a corrupção dos dados não acontece toda de uma vez, mas sim de forma gradual. Se o local de armazenamento de um HD como esse ficar muito quente, passando da temperatura média (20° - 30°), o aparelho já começa a ser danificado.
Essa situação é ainda mais crítica em SSDs feitos para grandes companhias. O tempo de redenção deles é muito menor e, por isso, acabam sofrendo ainda mais com a temperatura ambiente. Nesses casos, depois de uma semana desconectados, as primeiras falhas começam a acontecer.

quarta-feira, 4 de março de 2015

On quarta-feira, março 04, 2015 by Unknown in    Sem comentários

      Ninguém está livre de ter um notebook molhado. Claro, estas coisas não costumam acontecer de propósito – são acidentes muito desagradáveis que podem ocorrer com qualquer pessoa que tenha um computador portátil e uma caneca cheia d’água ao lado dele. Também não podemos adivinhar que aquela chuva ia ser tão forte a ponto de permear a sua mochila impermeável.

Então, a não ser que você coloque o seu notebook em uma bolha isolada de toda atividade do mundo, ele não estará a salvo e pode ser molhado a qualquer momento. Pensando nisso, o Baixaki decidiu dar algumas dicas sobre o que fazer caso o seu notebook decida se hidratar um pouco.
Molhou? Tem que secar!

Como qualquer dispositivo eletrônico que acabe sendo molhado, é preciso secá-lo o mais rápido o possível. Se você é bom com ferramentas como chaves de fenda e chaves phillips, tente abrir o seu notebook e seque-o cuidadosamente com um secador de cabelos. É preciso ter muito cuidado ao secar seu computador com um secador de cabelos porque este aparelho pode acabar derretendo ou entortando as peças feitas de plástico que desempenham um papel muito importante no seu notebook.

Como sabemos, a água não é desprovida de minerais. Não interessa a origem, a água contém micro partículas de sedimentos de pedras e outras formações. Por isso, você deve evitar que a água seque sobre as placas do seu notebook. Especialmente se for água do mar. Por conter uma alta concentração de sal, a água do mar, depois de seca no seu computador portátil tende a formar placas deste sal sobre os componentes – o que pode ser letal para o funcionamento do notebook.
Por isso, sempre que cair algum líquido sobre o seu laptop, desligue-o (caso ele não desligue sozinho), remova a bateria e não ligue até que a água tenha secado por completo e as peças estejam limpas. Procure limpá-las com líquidos antioxidantes ou álcool isopropílico para que a água não termine por enferrujar as placas do seu notebook.

Levar à assistência técnica ou não?
Esta dúvida é muito comum entre os usuários, porém é igualmente fácil de ser resolvida. Caso o plano de garantia do seu notebook inclua a assistência inclusive em casos que caia água no seu notebook, o melhor a fazer é levá-lo para que um técnico possa analisar a situação e tomar os devidos cuidados. Mas se a sua garantia não cobre casos como este e você não tem muita segurança para abrir o computador, é melhor levá-lo para uma assistência técnica.
Se o derramamento de líquidos não estiver incluído na sua garantia (o que dificilmente estará, salvo em algumas exceções), você terá de desembolsar uma boa quantia com o técnico, porém terá o retorno de um computador funcionando e em bom estado. Contudo, se a água invadir o monitor, o melhor a fazer em qualquer caso é levar ao assistente autorizado. Afinal ele possui equipamentos próprios para secagem e dificilmente acontecerá algum problema mais sério.

Portanto, se você não tem afinidade com a parte de hardware ou eletrônica, não tente desmontar o seu computador em casa. Os danos podem ser irreversíveis a ponto de estragar o seu notebook de vez! Assim, leve-o a uma assistência técnica da sua confiança e peça que o técnico dê bastante atenção ao fato de o notebook ter sido molhado.
Fique esperto e tente, ao máximo, evitar que o seu notebook se molhe. Até a próxima dica!









fonte:Tecmundo

sábado, 21 de fevereiro de 2015

On sábado, fevereiro 21, 2015 by Unknown in ,    Sem comentários

      Não há como negar que o computador realmente facilitou nossas vidas. Ele é nossa fonte de informação, de entretenimento, de interação e de comunicação.
Bom, pelo menos podemos dizer isso quando nossa máquina está bem. Agora, se o PC resolve pifar, não há quem consiga ficar de bem com a vida e não perder as estribeiras.
O pior é que há inúmeras possibilidades quanto ao mau funcionamento do computador. A combinação de software e hardware nem sempre é amigável e identificar possíveis problemas pode ser uma tarefa árdua.
Entretanto, há um componente em específico que quando começa a falhar deixa muita gente preocupada. É claro que estamos falando do disco rígido. Este item tem papel fundamental para a operação geral do sistema, porém seu conteúdo é algo vital para os usuários.
É no HD que você guarda fotos (da festa que ficaram ótimas), vídeos, músicas, documentos, trabalhos, jogos e outros tantos arquivos que são de suma importância para sua vida pessoal. Assim, não há como não ficar de cabelo em pé ao perceber que o drive está “dando pau”.
Pensando nesta problemática, nós resolvemos bolar um artigo com alguns passos básicos para você identificar o atual estado de saúde do seu disco rígido e saber, de antemão, algumas atividades que podem prevenir danos ainda maiores.

Arquivos não abrem

  • Preocupação: Baixa
  • Estado do HD: Aparentemente normal
  • Dica: Faça um backup o mais breve possível
Detectar problemas no disco rígido não é tarefa fácil, até porque muita gente acaba confundindo alguns erros com ações comuns presenciadas na atuação de alguns vírus. Um possível indicativo de que seu disco está com alguma falha são erros recorrentes na abertura de arquivos.
Pode acontecer com um documento de texto, com uma música ou até mesmo com um vídeo. Quando um disco apresenta problemas desse tipo, ele nem sempre corrompe um único tipo de arquivo, tampouco itens de uma mesma pasta.
Tais problemas podem aparecer por alguma falha do sistema, descuido no manuseio da peça (isso pode acontecer principalmente em notebooks, quando, ao transportar, pequenos riscos podem surgir na superfície do disco) ou por defeitos decorrentes do uso prolongado do componente (um HD muito velho tem propensões maiores a esse tipo de falha).
Nesse tipo de situação, um simples backup dos seus arquivos pessoais (dê preferência ao que é mais importante primeiro) deve ser suficiente para evitar futuras dores de cabeça. Obviamente, após salvar os itens mais preciosos, vale fazer uma cópia de todo o conteúdo.
Após efetuar o backup, vale fazer uma varredura com o antivírus. Caso os problemas persistam, talvez uma formatação resolva as falhas. Em último caso, uma troca breve do componente pode ser interessante.

Esses blocos são ruins

  • Preocupação: Moderada
  • Estado do HD: Aparentemente normal
  • Dica: Faça um backup brevemente e troque o HD
Acima citamos alguns dos possíveis problemas mais comuns nos discos, mas a verdade é que os grandes inimigos no funcionamento do HD são os bad blocks (ou bad clusters, como preferir).
Ainda que esse tipo de falha se dê na parte física, às vezes, pode demorar até que você consiga identificar esse tipo de problema, isso porque nem sempre o dispositivo apresenta ruídos em seu funcionamento.
É importante salientar que por se tratar de uma falha na peça (não se trata de software ou arquivos corrompidos), você não pode corrigi-la com programas — ainda que alguns como o HDD Regenerator (também presente no Hiren’s Boot) possam amenizar a situação e talvez garantir a realização de um backup.
A detecção, contudo, dos bad blocks pode ser feito com a utilização de alguns programas. O aplicativo HDD Scan, que é totalmente grauito, traz algumas ferramentas para esse tipo de verificação, mas outros softwares podem auxiliá-lo nesse sentido.
Ao detectar que o HD está com bad blocks, a única solução é trocar o componente. Novamente: por se tratar de uma falha física, não há software que possa corrigir tal problema. Obviamente, você pode fazer um backup antes de trocar seu disco e tentar salvar tudo que ainda está legível.

Lentidão, tela congelando e tela azul

  • Preocupação: Moderada
  • Estado do HD: Ruídos, erros e temperatura elevada
  • Dica: Faça um backup o mais breve possível.
Se o seu computador está apresentando muitos erros frequentes, como travamento, tela congelada (que só libera após alguns segundos), tela azul da morte e outros, há grandes probabilidades que o disco rígido esteja com problemas graves.
As falhas podem ser por conta de setores defeituosos, blocos danificados, falhas no sistema, ações de vírus ou outras tantas que podem prejudicar o funcionamento do componente. Nós já comentamos acima sobre todos esses problemas, então a solução é a mesma: fazer backup.
Claro, antes de qualquer coisa, faça uma verificação com um aplicativo especializado (pode ser o próprio HDD Scan ou outro de sua preferência) para ter certeza que não se trata de blocos com problemas, pois, conforme comentamos, este problema físico não tem como ser reparado.

Sons bizarros

  • Preocupação: Extrema
  • Estado do HD: Ruídos e demora em realizar algumas atividades
  • Dica: Faça um backup o mais breve possível e troque o componente
Há situações em que problemas físicos começam a afetar o desempenho do HD. Em alguns casos, defeitos em alguns componentes podem até mesmo provocar barulhos esquisitos. Quando a agulha está fora de posição ou se o motor do disco esteja emperrando, por exemplo, você notará claramente que existe uma deficiência no dispositivo.
Nesses casos, a possibilidade de o disco rígido “morrer” em breve é grande, então você precisa salvar os dados o quanto antes, pois uma falha na agulha, caso seja este o problema, pode agravar a situação cada vez mais e causar ainda mais danos.
Caso você não consiga salvar os dados, um especialista com equipamentos apropriados talvez consiga salvar os arquivos. No fim das contas, a troca do HD será inevitável, pois não compensa trocar a agulha e não há como trocar os discos.

Falha ao reconhecer o disco rígido

  • Preocupação: Extrema
  • Estado do HD: Ruídos, erros e temperatura elevada
  • Dica: faça algumas verificações, procure um especialista e troque o componente
Em situações que o HD apresenta problema de identificação logo no boot da máquina, o prejuízo deve ser muito maior do que você imagina. Contudo, não precisa se descabelar ainda, pois é necessário fazer algumas verificações prévias.
Antes, vale conferir se não se trata de um problema de cabo (teste com outro), conexão na placa-mãe (mude de conexão o cabo) ou da própria placa-mãe (experimente usar o HD em outro computador).
Feito tudo isso e notando constantes problemas na identificação da peça, você possivelmente deverá procurar um especialista para tentar salvar os dados. Neste caso, somente a troca do disco poderá garantir o funcionamento habitual da máquina.

Mantenha seu HD sempre em bom estado

Para finalizar, gostaríamos de deixar aquelas dicas básicas de sempre, para que você sempre mantenha seu computador operando adequadamente. É importante remover a poeira, conferir se os cabos não estão com defeitos, verificar se o HD está bem encaixado e na posição correta, sempre usar um bom antivírus, efetuar varreduras de rotina e tomar cuidado na hora de deslocar o computador de um lugar para outro.
Tenha em mente que o disco rígido tem um tempo de vida útil e falhas são comuns após longos períodos de utilização. Se você mantém a máquina ligada o dia todo e faz uso de programas que sobrecarregam o HD, tenha a certeza de que seu disco está propenso a erros com maior frequência.
Enfim, ter bom senso na utilização, manter a ordem na bagunça e ser precavido (salvando arquivos importantes na nuvem e em pendrives) também podem ajudar. Você tem outras dicas? Utiliza algum software especial que acha válido recomendar? Compartilhe seu conhecimento com os demais leitores.